Garcia IV Sanchez , rei de Pamplona

n: 958, f: 1004

Familia: Ximena Fernandez n: c 970, f: c 1035

  • Sancho III el Grande [...] , rei de Navarra e Castilha
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Violante Sanchez

n: cerca de 1270, f: 1377

Familia: Fernando Rodriguez de Castro n: c 1260, f: 1305

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Irene Baptista Sant'Ana

n: 31 Maio 1902, f: 1 Novembro 1982
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António Augusto de Barros Santa-Rita

Familia: Amélia Adelaide Giffening da Silva Leitão n: 23 Nov 1854

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António José Vieira Santa-Rita

f: 22 Dezembro 1877
  • Pai: António José Vieira
  • Mãe: Maria Lucrécia Vieira
  • Nota: António José Vieira Santa Rita (São Pedro (Funchal), ? — Horta, 22 de Dezembro de 1877) político de origem madeirense que exerceu por mais de duas décadas as funções de Governador Civil do Distrito da Horta, nessas funções publicando um conjunto de notáveis relatórios sobre a vida económica e social das ilhas que compunham aquela circunscrição administrativa. Foi também deputado às Cortes e recebeu carta de Conselho.
    António José Vieira Santa Rita nasceu na freguesia de São Pedro (Funchal), filho de António José Vieira e de Maria Lucrécia Vieira, pouco antes de 1810.

    Concluídos os estudos preparatórios no Funchal, em 1825 ingressou na Universidade de Coimbra com o objectivo de se formar em medicina. Contudo, desencadeada a crise política que desembocou nas guerras liberais, em 1826 junta-se ao Batalhão Académico, sendo obrigado, face à derrota do movimento liberal, a abandonar Coimbra em 1828 e a exilar-se para a Galiza. Tal implicou o abandono dos estudos, os quais nunca mais retomaria.

    Seguiu o caminho dos exilados da Batalhão Académico, partindo da Galiza para França e depois para o depósito de Plymouth. Esteve na Terceira e fez parte dos Bravos do Mindelo, assistindo no cerco do Porto.

    Terminada a guerra civil, em 1835 foi nomeado funcionário da prefeitura da Província de Trás-os-Montes e Alto Douro, ingressando assim no alto funcionalismo liberal. Nesse mesmo ano, com o fim da reforma administrativa de Mouzinho da Silveira, é transferido para a recém criada administração distrital, sendo nomeado secretário-geral do Governo Civil do Distrito da Guarda, cargo que exerceu até 27 de Dezembro de 1837.

    Foi seguidamente transferido para os cargos de secretário geral dos Governos Civis da Guarda (até 27 de Dezembro de 1837), Viana do Castelo e Coimbra.

    A 4 de Março de 1842 foi nomeado Governador Civil do Distrito da Horta, cargo que exerceu até 22 de Agosto de 1845, data em que foi exonerado por ter sido eleito deputado nas eleições gerais realizadas a 3 e 17 de Agosto (6.ª legislatura das Cortes). Prestou juramento como deputado a 26 de Janeiro de 1846, pelo círculo da Província Ocidental dos Açores, tendo centrado as suas intervenções parlamentares sobre matérias fiscais, com destaque para a tributação dos vinhos do Pico e a sua protecção alfandegária e para as arcaicas imposições municipais sobre as carnes verdes, matérias sobre as quais apresentou projectos de Lei.

    Terminada a legislatura após apenas alguns meses, devido à Revolução da Maria da Fonte, regressou às funções de Governador Civil da Horta, reassumindo o cargo a 10 de Outubro de 1846 e nele permanecendo até 8 de Setembro de 1847.

    Mantendo-se a instabilidade política no país, após uma breve interrupção, foi novamente nomeado Governador Civil da Horta a 20 de Dezembro de 1847, permanecendo no cargo até 6 de Junho de 1848, data em que foi transferido para o cargo de Governador Civil do Distrito de Angra do Heroísmo, sendo exonerado deste último cargo a 8 de Setembro de 1849, tendo de seguida partido para Lisboa.

    Foi governador Civil em Leiria de 7 de Janeiro de 1650 a 17 de Fevereiro de 1851. Voltou a ser Governador civil em Angra do Heroísmo e a 24 de Setembro de 1852 voltou para Lisboa onde exerceu diversos cargos, entre os quais o de secretário-geral do Governo Civil (1853), tendo sempre permanecido ligado à actividade administrativa.

    Nomeado novamente Governador Civil do Distrito da Horta a 14 de Agosto de 1857, exerceu este cargo sem interrupções, pese embora a instabilidade política que se vivia em Portugal, até 11 de Setembro de 1877. Com mais de vinte anos consecutivos no cargo, a duração do mandato de António José Vieira Santa Rita como Governador Civil da Horta nunca foi batida na governação açoriana (Mota Amaral não completou vinte anos), sendo prova irrefutável da sua habilidade política.

    Durante o seu longo mandato, Santa Rita destacou-se na sua actividade em prol da economia local, tendo elaborado relatórios ao Governo português que são hoje importantíssimos documentos para o estudo das condições socio-económicas das ilhas do oeste açoriano.

    Faleceu na Horta a 22 de Dezembro de 1877, sendo hoje recordado na toponímia da cidade. Teve carta de Conselho e foi comendador da Ordem de Cristo e da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa. Pela sua participação nas guerras liberais recebeu a medalha de D. Pedro e D. Maria.

    Obras publicadas:

    Relação do estado industrial do distrito administrativo da Horta, 28 de Abril de 1846. M. O. P., Ministério do Reino, 2D- 2R, 12.
    Relatório apresentado pelo governador civil do districto administrativo da Horta António José Vieira Santa Rita, à Junta Geral do mesmo Distrito na sessão ordinário de 1867. Horta, Typ. Hortense.
  • Nascimento: S. Pedro, Funchal, Funchal
  • Casamento: Principal=Augusta Cândida Barros Machado
  • Falecimento: 22 Dezembro 1877; Horta, Horta

Familia: Augusta Cândida Barros Machado

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Eduardo de Barros Santa-Rita

n: 28 Junho 1890
  • Nascimento: 28 Junho 1890; Sé, Leiria, Leiria; (ADLeiria, Leiria, freguesia da Sé, Baptismos, 1890, fl. 29v, nº 82)
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Arq. Fernando de Barros Santa-Rita

n: 11 Outubro 1891, f: 17 Julho 1977

Familia: Maria Marques Vieira n: 24 Ago 1918, f: 12 Mai 1967

  • Dr.ª Maria José Marques Vieira de Santa-Rita
  • Comt. Ildefonso Marques Vieira de Santa-Rita
  • Dr.ª Fernanda Marques Vieira de Santa-Rita
  • Arq. António José Marques Vieira de Santa-Rita
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Maria Augusta de Barros Santa-Rita

n: 3 Janeiro 1893, f: 21 Setembro 1993

Familia: Alvaro Pinheiro da Costa n: 7 Nov 1884, f: 12 Out 1973

  • Maria Fernanda Santa-Rita Pinheiro da Costa
  • Maria Raquel Santa-Rita Pinheiro da Costa
  • Eva Maria Santa-Rita Pinheiro da Costa
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Maria Augusta Pereira da Silva Santareno

n: 10 Março 1842, f: 4 Novembro 1893
  • Pai: José Pereira da Silva Santareno
  • Mãe: Maria Augusta de Andrade Barreiros

Familia: Roberto António Charters Shortney n: 10 Jun 1815, f: 12 Abr 1875

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Natercia da Glória Santiago

n: 15 Setembro 1922, f: 22 Novembro 2002
  • Pai: Manuel Ribeiro Santiago
  • Mãe: Ana da Glória Serrasqueiro

Familia: João Raimundo d'Azevedo Lacerda n: 18 Dez 1923, f: Fev 1972

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Cristina Azevedo Santo

n: 21 Abril 1839, f: 12 Dezembro 1850
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Florinda Azevedo Santo

n: 24 Setembro 1840, f: 7 Janeiro 1841
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Joaquim José Santo

n: 1814, f: 4 Junho 1891

Familia: Francisca Vitória Henriques de Azevedo n: 8 Jan 1814, f: 16 Fev 1874

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Josefa de Jesus Azevedo Santo

n: 13 Novembro 1841, f: após 1909

Familia: Manuel António [...] n: c 1836, f: 25 Fev 1909

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Maria Francisca Azevedo Santo

n: 28 Setembro 1837

Familia: Francisco Carreira n: 14 Out 1832, f: 3 Dez 1899

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Comendador José dos Santos Barosa Júnior

n: 21 Janeiro 1893, f: 9 Setembro 1978

  • Nota: Nascido em 21 de Janeiro de 1893, cedo prosseguiu a obra grandiosa de seu pai, na fábrica de vidros, que o comendador José dos Santos Barosa, fundou em 1889.
    Casado em primeiras núpcias com D. Maria da Piedade Taibner de Morais, falecida de parto, voltou a casar com a cunhada, D. Júlia Augusta Taibner de Morais, filhas do Conselheiro Toibner de Morais.
    0 José dos Santos Barosa Júnior, teve o seu período áureo, como gerente da fábrica que administrou, durante o período de 1918 a 1935, aproximadamente, anos muito difíceis para a Indústria Vidreira. Foi neste espaço de tempo que se registaram grandes crises que abalaram seriamente a Vila Vidreira. A fome e a miséria andaram, por aqui, impertinentes, a bailar de casa em casa. Não se generalizou, devido à grande capacidade intelecto profissional do industrial, sem dúvida, entre os seus precursores, o mais distinto e capacitado.
    A indústria que dirigia atravessou incólume inúmeras contrariedades que afligiram as fábricas de vidros, demandando cortejos de degradação e ruína, que a fanfarra exibia de rua em rua.

    Devido ao esmerado fabrico, lema que sobressaíu sempre na sua vigência e perdurou pelos tempos adiante - diga-se em abono da verdade - a sua integridade de carácter, honestidade e compreensão, conseguiram com brio e audácia, derrubar os obstáculos demasiados para a época, e desfraldar, a bandeira do trabalho e da perseverança.
    Na plenitude da vida, muito havia a esperar das suas reais possibilidades, quando inesperadamente a doença o vitimou, destruindo-o.

    Cerca de quarenta anos esteve no Casa de Saúde, distante, apavorado entre o fumo espesso que obstruía a concretização do seu anseio e a névoa intransigente, desgastante e pérfida, que o impedia de lobrigar a estrada arborizada, de piso seguro, por onde pudesse caminhar, resoluto, responsável e forte, como nos tempos em que a saúde a acariciava.

    Infelizmente o destino não consentiu.

    Foi a enterrar no dia 9 de Setembro de 1978. Encerrou-se o segundo capitulo da sua vida. 0 primeiro há muito a saudade o tinha desfolhado.


    1
  • Nascimento: 21 Janeiro 1893; Marinha Grande
  • Casamento: 5 Maio 1920; Principal=Maria da Piedade Virgolino Taibner de Morais
  • Casamento: 21 Junho 1926; Casou depois da sua irmã ter falecido de parto; Principal=Júlia Augusta Virgolino Taibner de Morais
  • Falecimento: 9 Setembro 1978; Algueirão, Mem-Martins, Lisboa

Familia 1: Maria da Piedade Virgolino Taibner de Morais n: 14 Jul 1898, f: 14 Dez 1923

Familia 2: Júlia Augusta Virgolino Taibner de Morais n: 1900, f: 1988

Citações

  1. Edmundo Oliveira Orfão O Pó Cheira a Flôres - Vultos e Sínteses da História de S. Pedro de Moel e Marinha Grande, Jornal da Marinha Grande, Marinha Grande, 1º (Junho de 1985).
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Francisco José Taibner de Morais Santos Barosa

  • Falecimento: morreu cedo
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Comendador José dos Santos Barosa

  • Pai: Joaquim de Santos Barosa
  • Mãe: Floriana de Jesus [...]
  • Casamento: Principal=Mariana Antónia [...]

Familia: Mariana Antónia [...]

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Manuel Afonso Taibner de Morais Santos Barosa

n: 16 Abril 1921, f: 20 Novembro 2009
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Maria da Piedade Taibner de Morais Santos Barosa

n: 1931

Familia: Eng. José Manuel Martins Saraga

  • Maria Teresa Barosa Saraga
  • Ricardo Manuel Barosa Saraga
  • Ana Isabel Barosa Saraga
  • Maria Margarida Barosa Saraga
  • Saul António Barosa Saraga
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