António Eduardo Barahona e Costa

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António Fernando Júdice da Costa

Familia: Dr.ª Joana Gamboa Zúquete n: 30 Jul 1961

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Ashley Costa

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Dr. Augusto da Cunha de Eça e Costa

n: 21 Outubro 1836
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Bento Avelino da Costa

Familia: Maria Rosa Fernandes

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Caetano José da Costa

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Carolina Maggioli Costa

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Catarina Costa

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Clara da Costa

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Domingos da Costa

Familia: Joana de Almeida

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Edgardo Borregana Costa

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Edgardo Manuel de Lima Costa

n: 17 Outubro 1935, f: 10 Maio 2005
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Eng.ª Elisa Maria Silva Costa

n: 18 Agosto 1963
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Elísio de Azevedo Costa

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Fernanda de Azevedo Costa

n: 1 Abril 1914

Familia: Luís de Camões Teodoro dos Santos n: 3 Ago 1908, f: 25 Jul 1937

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Fernando Leite da Costa

n: 1685
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Francisco Costa

n: 21 Dezembro 1875
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Francisco da Costa

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Conselheiro Francisco Dias Felisberto Costa

n: 9 Fevereiro 1853, f: 15 Março 1913
  • Nota: Nasceu em Lisboa a 9 de Fevereiro de 1853 e faleceu na mesma cidade al5de Março de 1913. Era filho de Ana do Carmo Castagna, originária de uma rica família ítalo-inglesa estabelecida na ilha de Malta, e de Francisco Felisberto Dias Costa, abastado comerciante, dos quais ficou órfão aos cinco anos de idade devido à epidemia de febre amarela. Depois de estudos liceais em Lisboa, aos dezasseis anos foi incorporado como voluntário num regimento de cavalaria (11.10.1869), mas fez carreira na arma de engenharia, sendo sucessivamente promovido a alferes (27.12.1871), tenente (6.12.1876), capitão (15.4.1887), major (19.6.1902), tenente--coronel (14.7.1904) e atingindo o posto de coronel em 25.10.1910. Pertenceu à comissão encarregada de reorganizar o ensino do Colégio Militar de acordo com o modelo dos liceus centrais e elaborou um manual de Legislação Militar destinado ao ensino da respectiva cadeira na Escola do Exército. Possuía o Curso Geral da Escola Politécnica (1876) e o de Engenharia Militar da Escola do Exército (1879), onde foi lente a partir de 1882, bem como no Instituto Industrial e Comercial de Lisboa e do Instituto Superior Técnico (a partir de 1911). Ocupou ainda os lugares de director do Montepio Geral (1883-1884), director--geral do Ultramar, secretário-geral do Ministério da Marinha (Decreto 9.11.1899), administrador da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses desde 1905, e ainda o de vogal do Tribunal de Contas, onde se manteve até 30.6.1911.
    Era membro do Partido Progressista, influente na região de Arouca, foi um dos subscritores do manifesto da Liga Liberal em 1894 e exerceu os cargos de ministro da Marinha (8.11.1897-18.8.1898), substituindo Barros Gomes, e já no declinar do regime monárquico foi o ministro do Reino do penúltimo governo da Monarquia, presidido por Veiga Beirão (22.12.1909-26.6.1910). Enquanto ministro da Marinha e director-geral do Ultramar adoptou medidas tendentes à ocupação e evangelização dos territórios coloniais, empreendeu a reforma do Colégio das Missões de Cernache do Bonjardim com o apoio de D. António Barroso e contou-se entre os que não temeram discordar de Mouzinho de Albuquerque quanto à política a seguir na administração ultramarina, cabendo--lhe a decisão de demitir o prestigiado oficial do cargo de governador-geral de Moçambique, na sequência de um telegrama pouco correcto enviado por Mouzinho.
    Foi eleito deputado pela primeira vez em 1889, pelo círculo uninominal de Arouca, sendo sucessivamente eleito pelo mesmo círculo em 1890,1892,1894,1897, 1899 e 1900 (juramento a 15.1.1890, 3.5.1890,16.1.1893,17.10.1894,30.7.1897, 10.1.1900 e 7.1.1901, respectivamente). Nas eleições de 1901 e 1904 foi eleito pelo círculo plurinominal de Aveiro (juramento a8.1.1902e 13.10.1904). Em4de Abril de 1905 ascendeu a par do Reino.
    Na vida parlamentar pertenceu a mais de três dezenas de comissões, chegou a ser líder da bancada progressista durante a oposição ao governo de Hintze Ribeiro de 1900-1904, mas as suas intervenções não revestiram alto significado político. Deu maior importância aos assuntos da sua especialidade - problemas militares e ensino técnico - embora se tenha pronunciado sobre muitas questões debatidas no hemiciclo. O discurso de estreia ocorreu a 18 de Janeiro de 1890 e provavelmente foi o mais político de todos quantos proferiu nas Cortes. Menos de uma semana depois do Ultimato veio clamar pelo reforço das forças armadas, em sua opinião esquecidas desde a Regeneração, condenar a utilização partidária do recrutamento, criticar as manifestações colectivas de militares na índia, justificar a patriótica demissão do governo progressista e manifestar simpatia pelo estabelecimento de novas alianças, no que pode ser entendido como uma proposta de aproximação à Alemanha. Ainda nesse ano interveio na discussão do bill de indemnidade, na qual atacou a incompetente política militar do governo regenerador (18.6.1890), e pronunciou-se também contra a proposta ministerial de contrato dos tabacos (9.7.1890). Como exemplo do carácter abrangente dos seus discursos assinale-se o de 26 de Junho de 1891, quando defendeu a reforma do regimento da Câmara dos Deputados para possibilitar o uso da palavra a um maior número de deputados e abordou vários assuntos militares, problemas do bimetalismo, a lei de meios e o fabrico de fósforos. Atendendo à dispersão temática das intervenções e iniciativas parlamentares, registam-se como mais salientes as seguintes: crítica ao excesso de catequese religiosa nalguns colégios (27.6.1891); contestação às linhas gerais e método de reforma dos institutos industriais de Lisboa e Porto (17.2.1892); denúncia da postura radical do Governo na discussão do Orçamento do Estado, estimulando a conflitualidade social ao acusar os ricos de serem os responsáveis pela derrocada financeira do País (6.6.1893); entrega de projectos de lei de reforma do secretariado militar e de negociação de títulos, acções e obrigações não endossados (30.7 e 10.8.1897, respectivamente); defesa do contrato de navegação para a África Oriental, que negociou durante seis meses e se mostrou a única alternativa para garantir a navegação para aquela região (24.3.1899); recusa de autorização ao Governo para celebrar convénio de conversão da dívida externa, reclamando tutela nacional e parlamentar que garantisse a dignidade nacional (26.4.1902).
    Já na câmara alta foram raras as suas intervenções, apenas merecendo destaque a resposta a Jacinto Cândido sobre a admissão de operários nas oficinas militares como forma de minorar situações de fome e em defesa da acção colonizadora dos Portugueses nos trinta anos anteriores, embora não fosse um optimista de fazer "castelos no ar" (22.7.1908) e o discurso de defesa do ministro da Fazenda, Manuel Afonso Espregueira, nomeadamente o empréstimo de alguns milhares de contos, bem como a base para a sua concretização (30.3.1909).
    Após a implantação da República, logo declarou "a mais absoluta lealdade ao novo regime" (10.10.1910), manteve-se até 1911 como vogal do Tribunal de Contas e reafirmou mais tarde a sua adesão ao regime republicano (16.10.1912). Dias Costa não foi um político especialmente influente. "Severo e taciturno", que cumpria as suas funções "como um soldado", nas palavras de Raul Brandão, deveu a sua ascensão política e partidária à fidelidade sempre manifestada ao chefe do Partido Progressista, Luciano de Castro, bem ilustrada numa missiva que lhe dirigiu em 1906 a informar que estaria ausente numa reunião da Comissão Executiva do Partido: "o meu voto sobre os assuntos que a comissão tratar é, como sempre, o de VEx.a."
    Bibliografia
    1. IAN/TT, Arquivo Particular José Luciano de Castro e Arquivo da Santa Casa da Misericórdia de Anadia, Cartas a José Luciano de Castro', Discurso proferido na Câmara dos Senhores Deputados, Lisboa, 1890; Discurso proferido na sessão solene de abertura da Escola do Exército 1896-1897, Lisboa, 1896; Institut Industriel et Commercial de Lisbonne, Lisboa, 1900; Instruction publique au Portugal. L'École de l'Armée de Lisbonne. Histoire, enseignement, organization Lisboa, 1900 (os dois últimos para a Exposição Universal de Paris).
    2. AHM, ex. 1235; Raul Brandão, Memórias, ï, Lisboa, 1925, Vasco Rosendo, Montepio Geral. 150 Anos de História (1840-1990), Lisboa, 1990.
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  • Nascimento: 9 Fevereiro 1853; Lisboa, Lisboa
  • Falecimento: 15 Março 1913; Lisboa, Lisboa
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Francisco Felisberto Dias Costa

f: cerca de 1858

Familia: Ana do Carmo Castanha f: c 1858

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