José Faria

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José Faria

Familia:

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Lourenço de Faria

  • Nascimento: Aldeia Gavinha, Alenquer; (ADLeiria, Notas de Joaquim António Neves, 1º Ofício, 1777, fl. 23-38v, Liv Dep V-60-C--11)
  • Casamento: Principal=Agueda Ferreira
  • Nota: 8 Agosto 1665; Carta. Hábito de Cavaleiro Noviço da Ordem de Santiago com com 20$000 rs de pensão efectivos, numa Comenda da Ordem. (Registo Geral de Mercês, Ordens, liv.12, fl.298v-299)
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Maria Emilia de Faria

n: cerca de 1780, f: 26 Outubro 1860

Familia: João Manuel da Silva e Sousa f: a 1824

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Maria Margarida Lemos Faria

n: 13 Julho 1967

Familia: Paulo Guilherme Dias Brehm n: 15 Set 1964

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Mayor de Faria1

Citações

  1. Anotado pelo Visconde da Cortegaça Nobiliário de Alentem, do anotador, Lisboa, 1º (1955).
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Mécia de Faria1

Citações

  1. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "Vol III, pag 53 (Brandões) e Vol V, pag 107 (Farias)."
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Sebastião de Faria1

  • Nota: No Felgueiras Gaio é indicado Sebastião de Faria como filho de António Frade de Faria, mas no N 7 do § 2 outros o fazem filho de Diogo de Faria, e D. Isabel Gomes Leitão filha de Pedro Gomes, e neto paterno do Maltês Sebastião de
    Faria no §143 N 6;
    serviu Sebastião de Faria na Índia. Casou com D. Catarina Cerqueira filha de
    Heitor Mendes de Castelo branco natural de Fronteira, e sua mulher D. Catarina Cardoso filha de
    António Dias Cardoso. (Manuel de Faria e Sousa nas Notas ao Conde D. Pedro Ramo 4 fl. 680 diz ser
    filho este Sebastião de Faria de António Frade de Faria como indica Fekgueiras Gaio)

    2
  • Casamento: Principal=Catarina de Siqueira de Castelo Branco1

Citações

  1. Anotado pelo Visconde da Cortegaça Nobiliário de Alentem, do anotador, Lisboa, 1º (1955).
  2. Felgueiras Gaio Nobiliario de Famílias de Portugal, n.pub., n.p., fonte deconhecida edition (fonte deconhecida publish date).
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Simão de Faria1

n: cerca de 1490

Citações

  1. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "(vol V, pag 107, títulos Farias)."
  2. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "Vol III, pag 53 (Brandões) e Vol V, pag 107 (Farias)."
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Manuela de Farias

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Maria do Rosário Calqueiro Farinha

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Maria Sofia Caldeira de Castel-Branco de Tovar Faro

n: 10 Abril 1929

Familia: Frederico Rosado de Sousa Pimentel n: 24 Mai 1923

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Joaquim Pedro Quintela de Farrobo , 2º Barão de Quintela

n: 11 Dezembro 1801, f: 24 Setembro 1869
  • Nota: Foi 1º Conde de Farrobo o 2º barão de Quintela Joaquim Pedro Quintela (1801-1869). Capitalista, proprietário, amante das artes, nomeadamente do teatro e da música, tinha um teatro no seu palácio das Laranjeiras, cujas representações ficaram célebres, posteriormente destruído por um incêndio, e outro na propriedade do Farrobo, perto de Vila Franca de Xira, que manteve sempre em actividade, protegendo e criando condições a artistas e a associações artísticas.
    Foi defensor da causa liberal, assentou praça no Regimento de Cavalaria dos Voluntários do Comércio, em 1821, sendo promovido a coronel. Quando, em 1831, D. Miguel decretou um empréstimo forçado, o 1º Conde recusou a sua contribuição, pelo que perdeu todos os privilégios, honras e direitos, tendo que fugir para bordo de um navio inglês fundeado no Tejo, para não ser preso. Daí não deixou de apoiar, financeiramente inclusive, a causa de D. Pedro, o que lhe valeu um reforço da perseguição por parte de D. Miguel, que em 1832 o obrigou, por decreto, a sair da capital. Conseguiu iludir a ordem, escondendo-se em casa de um súbdito inglês e continuando a apoiar a causa constitucional. Após a vitória, D. Pedro elevou-o a Conde (1833). Foi Par do Reino (1834), 2º senhor da vila de Préstimo e 2º alcaide-mor de Sortelha, comendador das Ordens de Santiago e de Cristo. Foi eleito senador por Lamego e Leiria em 1840.
    Em 1833 passou ao batalhão de Voluntários Nacionais a Cavalo de Lisboa, em 1834 ao esquadrão da Guarda Nacional, mantendo as honras de coronel, e em 1840 foi nomeado comandante do Regimento Nacional da Cavalaria de Lisboa.
    Em 1848 foi nomeado Inspector-Geral dos Teatros e director do Conservatório Real de Lisboa e em 1838 foi empresário do Teatro de São Carlos.
    Desenvolveu intensa actividade no mundo dos negócios, nomeadamente na empresa vidreira da Marinha Grande, na fábrica de produtos químicos de Verdelha, nas minas de carvão, na fiação da seda, nas companhias de seguros "Bonança" e a "União Comercial," na Fundição Vulcano e na Companhia dos Caminhos de Ferro de Norte e Leste.
    Casou primeiro com D. Mariana Carlota Lodi, filha de Francisco Lodi, primeiro empresário do Real Teatro de São Carlos. Casou em segundas núpcias com D. Maria Madalena Pignault.
    O 2º Conde (1848) Joaquim Pedro Quintela (1823-1882), filho primogénito do primeiro casamento do 1º Conde, foi adido honorário de legação, governador civil do Funchal (1860-1862) e Par do Reino. Casou com D. Eugénia de Saldanha Oliveira e Daun, filha dos 1os Duques de Saldanha. Deste casamento nasceu Joaquim Pedro Xavier Quintela de Saldanha, em 1860 e que faleceu em 1892. Foi bacharel em Direito, seguindo a via da magistratura, chegando a juiz de direito. Casou com D. Maria Egipcíaca Ribeiro de Melo. Não se encartou no título.
    Foi 3º Conde João Pedro de Melo Quintela de Saldanha (1888-1952), filho de Joaquim Pedro Xavier Quintela de Saldanha. Foi oficial da arma de engenharia, chegando ao posto de capitão. Combateu na 1ª Guerra Mundial, tendo sido condecorado. Casou com D. Maria Madalena Ferreira Pereira Felício Teixeira, filha do comendador Carlos Nunes Teixeira e de D. Joana Ferreira Pereira Felício, filha dos 2os Condes de São Mamede.
    O 4º Conde, Artur de Melo Quintela de Saldanha, irmão do anterior, nasceu em 1891. Foi oficial da arma de engenharia, tendo chegado ao posto de major. Combateu em África, na 1ª Guerra e prestou serviço no Ministério das Colónias. Foi vice-governador do banco de Angola. Casou com D. Maria Alice Assis Furtado, filha de Artur Furtado. Deste casamento nasceu, em 1924, Joaquim Pedro Furtado Quintela de Saldanha. Casou com Sofia Maria Mayer Correia Henriques, filha de Francisco Maurício Correia Henriques.
  • Nascimento: 11 Dezembro 1801; Lisboa, Lisboa
  • Falecimento: 24 Setembro 1869; Lisboa, Lisboa
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Francisco dos Santos Farrusco

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Dr.ª Isabel Paiva Raposo Farrusco

n: 5 Novembro 1955
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Cor José Augusto Faure da Rosa

n: 16 Novembro 1873, f: 8 Novembro 1950
  • Nota: José Augusto Faure da Rosa, Coronel, nasceu em Leiria em 16 de Novembro de 1873. Tendo frequentado a Escola do Exército, abraçou a carreira militar, sendo promovido a tenente em 1897.

    Serviu a Pátria na Metrópole e no Ultramar, desde Angola até Timor, envergando sempre a "farda Imaculada dos que cumpriram o juramento de soldado, quando a vestiram pela primeira vez". A par das actividades militares, foi professor do liceu, primeiro em Leiria e, depois, em Lisboa, sempre sobrecarregado de afazeres porquanto, para além daqueles, oficiais, que assumira, tinha ainda os outros sobre os quais se debruçava com prazer: escrever. Assim, dedicou-se ao jornalismo e ao teatro, traduzindo do inglês, de colaboração com Henrique Garland, duas peças de teatro (Bébé e Tótó, e A Doença da Mamã).

    Já com 5 filhos, embarca, então, para a Índia, na ideia de aumentar os recursos económicos, e ali fica, prestando relevantes serviços, durante 18 anos, e desempenhando cargos que foram o de Governador de Damão, Chefe do Estado Maior do Quartel General do Governo Geral da Índia, Administrador das matas de Goa, de Praganã e Nagar-Aveli, e, neste último território, Comandante Militar e Administrador Civil, actividades sempre exercidas com competência, excepcional zelo e espírito empreendedor.

    Em 1912 participa da campanha de Timor, comandando a coluna de operações do Oeste. À sua acção nesta campanha se refere, mais tarde, o Comandante Geral Filomeno da Câmara, em termos elogiosos no seu 'Relatório', referindo que, contrariando o estipulado superiormente, Faure da Rosa recusou-se a separar, entre os prisioneiros, as mulheres e os filhos dos respectivos chefes de família, demonstrando assim o seu alto espírito humanitário. Em 1920 termina a sua carreira no Estado da Índia, regressando ao Continente para, em 1922 partir de novo, desta vez para Moçambique, sendo nomeado Secretário Geral do Governo de Manica e Sofala, na Beira, de onde regressa em 1925.

    Possuía as medalhas de prata de Valor Militar (com Palma), de ouro, de Comportamento Exemplar e outra, da Campanha de Timor. Era Grande Oficial da Ordem Militar de Aviz. Aqueles que o conheciam afirmavam que "mais depressa o sol se desviaria do seu curso do que ele do caminho da honra".(1) Sempre sorridente, não demonstrava, no trato com cada um, os problemas que, por vezes, lhe envolviam o coração amargurado. Em 1927, então com cinquenta e quatro anos, assiste ao desencarne da filha mais nova, Noémia, de vinte e poucos anos. O desespero de ver partir aquele ente querido, mais as imagens que a filha descreve, antes do desencarne, vendo o que mais ninguém lobriga, levam-no a pôr de parte todas as ideias cooperativistas, debruçando-se sobre o estudo da Doutrina Espírita, que não mais abandona. (2)

    Dá a sua colaboração à Federação Espírita Portuguesa desempenhando, por diversas vezes, o cargo de Presidente de Direcção, dirige a 'Revista de Espiritismo', 'Revista de Metapsicologia' e 'O Mensageiro Espirita', todas da F.E.P.; colabora com artigos que escreve e são publicados em todas as revistas espíritas portuguesas editadas na época, inclusivé na 'Luz e Caridade', de Braga; 'Além', do Porto; 'Estudos Psíquicos', de Lisboa, entre várias outras, e faz palestras, não só nas instalações da Federação como em qualquer outro local onde o convidem para falar, com palavras que "lançaram muita luz e esclareceram muitas almas". (3)

    Rebatendo o conferencista belga, Pierre Goemaére, que levianamente atacou o Espiritismo, numa palestra no cinema S. Luiz, fez uma conferência no cinema 'Condes', que redundou em apoteose, com a sala completamente cheia dos mais ilustres nomes da época, onde se viam advogados, médicos, engenheiros, comerciantes, industriais, artistas, etc., enquanto ele falava "Em Defesa do Espiritismo" (4). Desloca-se por diversas vezes ao Porto, para falar na 'Sociedade Portuense de Investigações Psíquicas'. . Em S. Paulo, existe uma rua com o seu nome no distrito de Jabaquara, criada com o seguinte histórico: "Faure da Rosa foi escritor modernista da segunda geração.

    O Coronel José Augusto Faure da Rosa (1873-1950) nasceu em Leiria Portugal, desencarnando em Lisboa Portugal. Foi Chefe do Estado Maior do Quartel General do Governo Geral da Índia Portuguesa, tendo comédias encenadas no Teatro Português. Tornou-se espírita e foi Presidente da Federação Espírita Portuguesa. Dirigiu e colaborou em Revistas espíritas, escrevendo livros espiritistas".
  • Nascimento: 16 Novembro 1873; Leiria
  • Falecimento: 8 Novembro 1950
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António Francisco Libano Monteiro Faure

n: 5 Maio 1939
  • Nascimento: 5 Maio 1939
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Carlos Faure

  • Nota: "sendo um acérrimo monárquico, óptimo administrador das propriedades da mulher e cunhada (Maria Amélia ), admirável fotografo amador, um bom "vivant", um requintado anfitrião dos convidados para sua casa e nas horas vagas um exímio entalhador de peças de madeira ( conservo algumas). Como agricultor publicou uma lei da sua autoria sobre o Contrato de Arrendamento Rural que pelo seu clausulado é verdadeiramente um "monumento jurídico"... [info. do seu sobrinho neto Dr António de Azevedo Pinto]
  • Casamento: Principal=Maria Elisa de Azevedo Pinto
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Evaristo Guilherme Fauchier Faure

n: 30 Agosto 1875
  • Nascimento: 30 Agosto 1875; Foi registado como Pai incógnito, sendo ligitimado em 1896 quando do casamento de sua mãe com seu pai
  • Casamento: 30 Agosto 1901; Leiria; Principal=Gertrudes de Aguiar Marques

Familia: Gertrudes de Aguiar Marques n: 3 Jan 1876, f: 12 Jul 1950

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Francisco Autur Pedro Faure

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