Diogo Gonçalves de Azevedo , senhor da Quinta de Crasto1,2,3

n: cerca de 1330
  • Nota: 14º Senhor do couto de Azevedo (de Felgueiras Gaio)
    Fidalgo da Casa Real
  • Casamento: Principal=Aldonça Anes Coelho
  • Nascimento: cerca de 1330

Citações

  1. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "vol. I-pg. 536 (Azevedos) e vol. IV-pg. 379 (Coelhos)."
  2. Cristovão Alão de Morais Pedatura Lusitana, Carvalhos de Basto, Braga, "ª edição (1997) fonte deconhecida isbn "vol. III-pg. 10 (Coelhos)."
  3. José Augusto de Sotto Mayor Pizarro Linhagens Medievais Portuguesas, Universidade Moderna, Porto, 1ª ed. (1999) fonte deconhecida isbn "vol. 1-pg. 325."
  4. José Augusto de Sotto Mayor Pizarro Linhagens Medievais Portuguesas, Universidade Moderna, Porto, 1ª ed. (1999) fonte deconhecida isbn "vol. 1, pag 324."
  5. José Augusto de Sotto Mayor Pizarro Linhagens Medievais Portuguesas, Universidade Moderna, Porto, 1ª ed. (1999) fonte deconhecida isbn "vol. 1, pag 324 e vol 2 pag 373."
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Dulcina Monteiro de Azevedo

n: 31 Outubro 1901, f: 27 Outubro 1999

Familia 1: João Lage Lopes n: 12 Ago 1893

Familia 2: Joaquim Carlos Martins

  • Rui Fernando d'Azevedo Martins
  • Jorge d'Azevedo Martins
  • Dr.ª Adélia Maria d'Azevedo Martins
  • Inácio José de Azevedo Martins
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Elisa dos Anjos Marcelino d' Azevedo

n: 2 Agosto 1883
  • Nascimento: 2 Agosto 1883; Sé, Leiria, Leiria; (ADLeiria, Baptismos, Sé de Leiria, 1883, fl. 31v, nº 86)
  • Casamento: 10 Setembro 1903; Sé, Leiria, Leiria; Foram testemunhas o Padre e Vice-reitor o seminário de Leiria, Joaquim José de Carvalho e Jose Carreira Henriques d'Azevedo, viúvo, contador do Hospital de Leiria (ADLeiria, Sé , Fl. 9v e 10, nº 17); Principal=Joaquim Santos da Costa

Familia: Joaquim Santos da Costa n: 20 Abr 1874, f: 26 Set 1946

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Ercília Batalha Azevedo

n: 19 Maio 1904
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Eufrásia Maria de Jesus de Azevedo

n: 24 Novembro 1801

Familia: João de Almeida Laborinho n: 24 Abr 1808, f: 4 Abr 1885

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Fernando d' Azevedo

n: 30 Janeiro 1771, f: 4 Dezembro 1771
  • Baptism: 30 Janeiro 1771; Nazaré, Sitio, Nazaré; Testemunhas foram Fernando Pereira Bento e Caetana de Jesus (ADL, Paroquia da Pdreneira da Nazaré, Baptisnos, 1769- 1782, fl 19)
  • Falecimento: 4 Dezembro 1771; Nazaré, Sítio, Nazaré; (ADL, Paróquia da Pedreneira da Nazaré, Óbitos, Liv 1757-1785, fl.134v)
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Fernando Monteiro de Azevedo

n: 28 Outubro 1897, f: 27 Abril 1919

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Francisco da Silva Azevedo1

f: antes 1567

Familia: Isabel Anes do Canto

  • Pedro da Silva Azevedo, c. g., f: 1575
  • Maria da Silva
  • Camila da Silva do Canto1
  • Mécia da Silva do Canto2
  • Francisca da Silva2

Citações

  1. Francisco Queiroz A Casa do Terreiro: História da Família Ataíde em Leiria, Fundação da Caixa Agrícola de Leiria, Leiria, 1ª ed. (2010) 9789898220035 "I Vol, p. 300."
  2. Francisco Queiroz A Casa do Terreiro: História da Família Ataíde em Leiria, Fundação da Caixa Agrícola de Leiria, Leiria, 1ª ed. (2010) 9789898220035 "I Vol, p. 301."
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D. Francisco de Azevedo1

n: cerca de 1500
  • Nota: Senhor da Honra de Barbosa e da honra de Ataíde em Riba Douro
  • Casamento: Principal=Brites da Silva
  • Nascimento: cerca de 15001

Citações

  1. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "2ª ed., Vol I, pag 556 (Azevedos)."
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Gonçalo Vasques de Azevedo1,2

n: cerca de 1300
  • Nota: 13º Senhor do couto de Azevedo (Felgueiras Gaio)
    Senhor das quintas do Crasto e Vasconcelos (Felgueiras Gaio)
  • Casamento: Principal=Berengária Vasques da Cunha4
  • Nascimento: cerca de 13001

Citações

  1. José Augusto de Sotto Mayor Pizarro Linhagens Medievais Portuguesas, Universidade Moderna, Porto, 1ª ed. (1999) fonte deconhecida isbn "vol. 1, pag 324."
  2. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "Vol I, pag 535 (Azevedos)."
  3. José Augusto de Sotto Mayor Pizarro Linhagens Medievais Portuguesas, Universidade Moderna, Porto, 1ª ed. (1999) fonte deconhecida isbn "vol. 1, pag 322."
  4. José Augusto de Sotto Mayor Pizarro Linhagens Medievais Portuguesas, Universidade Moderna, Porto, 1ª ed. (1999) fonte deconhecida isbn "vol. 1, pag 324 e vol 2 pag 373."
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Humberto Monteiro de Azevedo

n: Setembro 1900, f: 31 Dezembro 1900
  • Nascimento: Setembro 1900
  • Falecimento: 31 Dezembro 1900; Sé, Leiria, Leiria; Morreu com 3 meses (ADL, Paroquia da Sé, Leiria, Óbitos, fl.23v nº 118)
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Inácio Aires d' Azevedo

n: 25 Março 1833, f: 8 Março 1902

  • Nascimento: 25 Março 1833; Nazaré, Pedreneira, Nazaré; (ADLeiria, RP., Pederneira, Nª Srª das Areias, 5-E/20, fl 37 Vº)
  • Casamento: 1 Maio 1861; Sé, Leiria, Leiria; (ADLeiria, Leiria, casamentos fls 10, 10v e 11); Principal=Luísa Augusta Veríssimo
  • Nota: Comerciante, compositor musical e maestro. Nasceu no Sitio da Nazaré a 25 de Março de 1833, filho de Joaquim António d'Azevedo, "o moço", escrivão da alfândega da Pedreneira e de Claudina Maria de Jesus, e neto paterno do Juiz de Leiria Dr. Joaquim António de Azevedo e de sua mulher Maria Clara do Espirito Santo Cavaleiro, e neto materno do capitão da Pedreneira durante as invasões francesas Vitorino José da Rosa e de sua mulher Maria de Jesus Azevedo. Faleceu em Leiria, onde exerceu durante largos anos a profissão de ourives, a 8 de Março de 1902. Exerceu igualmente durante muitos anos o cargo de presidente da Camara Municipal de Leiria de que se desempenhou proficientemente. Músico amador e compositor muito apreciado fez o arranjo de várias óperas para conjuntos formados por diversos instrumentos, aqueles que Leiria dispunha em cada momento. Deve-se à sua iniciativa a organização do agrupamento musical denominado "Serenata Coliponense", a qual dirigiu durante largos anos.
    Inácio Aires de Azevedo não foi o único que na sua família cultivou a música como hábil amador. Cultivou-a também seu irmão Joaquim Vitorino de Azevedo e Sousa (que tendo sido educado a expensas do seu padrinho e tio-avô materno, o Dr. Joaquim António de Sousa, administrador da Confraria/Real Casa de Nª. Srª da Nazaré, tomou o seu apelido), que foi organista e compositor no Santuário e Confraria Real/Casa de Nª Srª da Nazaré e foi mestre de piano em Leiria, tendo tocado na sua Filarmónica em 1867, que segundo o "Leiriense" de 8 de Setembro de 1866, tinha na sua direção Inácio Aires de Azevedo, Luis Augusto do Souto, Francisco da Silva Vieira Batalha, José de Paiva Cardoso e Francisco Mora Ramos. Não se encontrou ainda nenhuma das composições de Joaquim Vitorino de Azevedo e Sousa, mas o seu mérito chegou até Lisboa, pois chegou a ser convidado por D. Fernando para organista da Casa Real, lugar que não aceitou, como refere Bertino Daciano.
    Dos seus onze filhos, que teve de Luisa Augusta Veríssimo, alguns dedicaram-se á música como Inácio da Conceição Veríssimo de Azevedo, bem como alguns seus genros, como João Pereira Gomes, ou o genro do seu filho coronel Veríssimo de Azevedo, o Ernesto Rola Henriques, ou ainda o irmão de um outro seu genro, o José de Oliveira Zúquete. Em sua casa, em Leiria, na rua Vasco da Gama, realizava frequentes reuniões musicais. Inácio Aires de Azevedo que dividia a sua atenção pelos negócios da sua ourivesaria e pela música que cultivava com esmero, não se furtava a convidar para essas reuniões musicais quem pela música mostrasse verdadeiro interesse.
    Segundo Bertino Daciano foi Inácio Aires do Azevedo que maior obra deixou, podendo ajuizar-se da sua produção e amor à música, pelo grande número transcrições que fez de óperas, principalmente para flauta, clarinete, violino, viola, violoncelo e 1 contrabaixo.
    Foi cantada em Leiria, a 17 de Fevereiro de 1890, por ocasião do "ultimatum" da Inglaterra, a sua "Marcha Lusitana" para canto e orquestra, e também para piano a 4 mãos, com versos inflamados e patrióticos do poeta leiriense Dr. António da Costa Santos (1856 - 1896), como refere o "Leiria Ilustrada" de 23 de Fevereiro de 1905
    Inácio de Azevedo escreveu outras obras, que merecem ser citadas, como um "Te Deum" a 3 vozes e orquestra, escrito em 1870, cantado por volta de 1890 na Sé de Leiria em sinal de regozijo pelas melhoras da rainha D. Mana Pia, e cantado também na Ilha da Madeira, por iniciativa do escritor António Maria de Campos Júnior (1850-1917).
    Executado pela 1ª vez no teatro D. Maria Pia, de Leiria, o "Miserere", que Inacio Aires de Azevedo dedicou à sua filha primogénita Claudina. É uma obra para grande orquestra, constituída por 6 violinos, 2 flautas, viola, violoncelo, contrabaixo, 2 clarinetes, cornetim, trompa, trombone, tímpanos e órgão. A 3 vozes, com letra em latim. Quando esta obra, segundo Daciano, por ventura a melhor de todas, foi executada mais tarde na Igreja de Santo Agostinho, diz-se que Pasteur, que se encontrava casualmente na cidade, a escutou. Existem ainda outras obras como, uma opereta "Os dois manos", e "Libera me", para uma orquestra formada por flauta, clarinetes, cornetins, trompas, violinos, violoncelo e basso, a 3 vozes que foi cantado pela 1ª vez no Teatro D. Maria Pia, de Leiria, a 10 de Dezembro de 1915.
    Muitos leirienses, como amadores, colaboravam nas atividades musicais em Leiria, onde Inácio Aires de Azevedo era o "pivot". Um exemplo de um amador e apoiante das atividades desenvolvidas em Leiria, foi Luís Augusto do Souto (1835-1889), que escreveu a letra de "Os dois manos", igualmente natural da Nazaré, que começa por ser amanuense na Câmara Municipal de Leiria, é ator e cenógrafo no teatro D. Maria Pia, sendo o autor de desenhos sobre o castelo de Leiria (Saul Gomes, "O Castelo de Leiria"), casa-se em Alcobaça com Marquesa Gabriela da Cunha Pessoa, e em 1904 é secretario do governador civil de Leiria.
    Em programas de festas realizadas em diferentes teatros e salões da cidade de Leiria, e promovidos por diversas sociedades de Leiria, encontra-se o nome de Inácio Aires de Azevedo frequentes vezes. No programa dum sarau promovido pelo grupo musical "Serenata Coliponense" e pela "Assembleia Leiriense", Daciano afirma que viu mencionada uma outra composição sua intitulada "Serenata Liz" para violino, violeta, piano, flautas e bandolins, bem como trechos de Friedrich von Flotow e de Giuseppe Verdi por ele adaptados a septeto, trechos estes noutro programa mencionados como tendo sido novamente executados pela "Serenata Coliponense" num concerto oferecido à cidade de Tomar no seu Teatro Nabantino. A estas obras devemos juntar um auto musicado sobre "Os Milagres de N. S da Encarnação", com letra de António Maria de Campos Júnior (que após a reforma veio para Leiria tendo sido redator do "Distrito de Leiria" e depois de 1910 passou a residir na Marinha Grande), executado no antigo Teatro S. Pedro, então instalado na capela de S. Pedro, bem como a "Marcha patriótica - piano a 4 mãos" e "Charanga", incluídas neste livro.
    Inácio Aires de Azevedo, marcou verdadeiramente Leiria, pois após a sua morte formaram-se vários agrupamentos musicais e corais em memória dele. Em 1906 temos conhecimento da existência da "Orquestra Memória Aires de Azevedo", que em fevereiro de 1909 estava a ensaiar o "Miserere", que seria executado todas as sextas feiras de quaresma na igreja de S. Agostinho, em Leiria. Dizia-se que a orquestra "é auxiliada por diversos cavalheiros que se prestaram a ir cantar. Devido à necessidade de comprar alguns instrumentos e á assinatura ser muito pequena, projeta a direção um sarau em benefício da caixa da mesma orquestra, no domingo, ou segunda-feira de Pascoa. Muito merece dos leirienses esta coletividade sempre pronta a prestar o seu concurso, por via de regra, gratuito". Esta pequena orquestra tomava parte em festividades religiosas e era dirigida pelo capitão António Fernandes Barbosa. Em 1917, era o "Orfeão Aires de Azevedo" que era notícia e que tinha como regente Joaquim Silva.
    A Camara Municipal de Leiria, por deliberação de 2002, atribui-lhe o nome de uma rua. Situa-se na Urbanização da Quinta do Taborda com início na Rua Dr Luís Tito S. Pereira Bandeira atravessando a Av. da Comunidade Europeia, através da Ponte Inácio Aires de Azevedo e a terminar na Rua Luís Braille.

    (Bertino Daciano Guimarães, Inácio Aires de Azevedo, músico em Leiria. Porto. Sep. do Orfeu, de 15-XI-1932; Leiria e a Música, Sep. da Linha Geral, n.° 69-79, de 1933; Enciclopédia. Port. Brasileira, tomo III, p. 919)
  • Falecimento: 8 Março 1902; Sé, Leiria, Leiria; (ADleiria, Óbitos, Leiria, Sé, 1902, Fls 7v e 8, nº 38)

Familia: Luísa Augusta Veríssimo n: 21 Ago 1842, f: 10 Jan 1938

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Inácio da Conceição Veríssimo de Azevedo

n: 8 Dezembro 1867, f: 31 Julho 1950

Familia: Maria José Monteiro n: 19 Abr 1866, f: 11 Abr 1926

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D. Inácio de Azevedo

n: 17 Julho 1526, f: 15 Julho 1570
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Pe. Inácio José d' Azevedo

n: 15 Outubro 1764
  • Nascimento: 15 Outubro 1764
  • Nota: 1808; Vigário de cro no Santuário da N S da Nazaré
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Ten Cor Inácio Monteiro de Azevedo

n: 14 Maio 1890, f: 7 Maio 1941

  • Nota: Nasceu a 4.5.1890, assentou praça a 10.9.1907, alferes a 15.11.1911, tenente a 1.12.1914, capitão a 26.1.1918, major a 5.4.1937 e na disponibilidade em 1939. Tenente Coronel desde 21.12.1940 e colocado no RI nº 6 como 2º comandante.
    Morreu cedo, a 7 de Maio de 1041, em Évora .
    Recebeu o grau de oficial da Ordem de Cristo a 6.9.1921, Cruz vermelha de Mérito pela Cruz Vermelha Portuguesa (22.11.1922), Oficial da Grã Cruz Militar de Aviz (5.10.1923) e comendador da Ordem Militar de Aviz (23.1.1939), Medalha militar de ouro em 1937
    Foi colocado em Angola a 22.4.1914 onde fez duas comissões tendo embarcado para Portugal a 17.9.1919 e indo para RI nº 7. Voltou para o Continente pois segundo o relatório do Hospital de Luanda, teve "febres muito rebeldes ao tratamento e anemia palustre" correndo" a sua vida perigo, por na Província não oferecer recursos para o seu tratamento". Tinha nessa altura 27 anos.
    Ora foi várias vezes louvado quando em Angola:
    1 -Louvado pela forma brilhante, zelosa e dedicação como se comportou na pacificação da área do Posto Militar de Lucunga da área da capitania-mor do Bembe.
    2 - Louvado pelo valor e energia manifestado no reconhecimento ofensivo que dirigiu na região do Gondo, Tuco, Pombo do café, Quipedro, Quimacuna e Voenga de 22.7 a 4.8.1915, onde demonstrou rara qualidade de serenidade e coragem.
    3- Louvado pela ousadia e brio como conduziu o reconhecimento da Serra da Mocaba em Novembro de 1915 demonstrando em todos estes serviços ser um oficial intiligente, cheio de dedicação, corajoso, enérgico e dotado das mais brilhantes qualidades de iniciativa

    Começou no R Inf nº 7 em 1911 e em 1912 era já ajudante do 2º Batalhão de Infantaria 7 , mas fez quase todo o seu serviço na GNR , Em 1914 era adido no Ministério das Colónias e a 1918 passa a estar na GNR (era Capitão do SAM no Batalhão de Évora). Em 1931, até 1938 foi adido no Ministério do Interior, mas na GNR.
    Teve ainda vários louvores já em Portugal:
    4 - Louvado pelos valiosos serviços que prestou à Comissão executiva da Câmara Municipal do Barreiro, durante uma greve declarada pelos comerciantes daquela vila, como protesto contra o aumento de impostos, não só tomando as medidas necessárias para a garantia da Ordem Pública, mas também por se ter prestado a servir de medianeiro entre a mesma Comissão executiva e os comerciantes conseguindo levar a bom termo o conflito mantendo o prestígio da Lei e dignificando a República, o que chegou ao conhecimento deste Comando Geral da GNR através do ofício da Comissão executiva da C M do Barreiro
    5 - Louvado pela forma patriótica, republicana e correcta como desempenhou o Comando Militar do Barreiro durante os graves acontecimentos que determinaram o estado de sítio em Lisboa e concelhos limítrofes, adoptando medidas enérgicas, mas sensatas com o que conseguiu manter a ordem e o princípio da autoridade (22.8.1922)
    5 - Louvado pelas acertadas providencias que tomou para a concentração da sua companhia, marchando, com a maior rapidez sobre o Seixal, aonde apreendeu alguns viveres da força revoltosa e aprisionou a respectiva guarda, e porque, sendo determinado que aguardasse no Seixal um rebocador a fim de ser transportado a Cacilhas, como houvesse demora na chegada do respectivo barco, seguiu o seu destino pela via ordinária, relevando em todos os seus actos uma nítida compreensão dos seus deveres e excelentes qualidades de comando com muita iniciativa e desembaraço (Portaria de 22.3.1926)

    Fez vários serviços de justiça. Um deles refere que marchou de Évora para acompanhar ás Caldas da Rainha, o Comandante, como secretário num inquérito sobre uma queixa formulada contra a Comissão de Iniciativa, para que foi nomeado pela Portaria nº 10 de 1934 (Diário do Governo nº 162, 2ª série de 13 de Julho de 1934).

    Assim se compreende ele tenha vindo a Leiria, numa noite (talvez em Julho de 1933), a casa de seu Pai (Inácio Conceição Veríssimo de Azevedo) , dizendo-lhe que iria prender o Dr João Soares (o pai do Dr. Mário Soares) no dia seguinte. Pertencia ao Ministério do Interior. Mas no dia seguinte o Dr. João Soares já não se encontrava em casa. Poderá ser que uma mensagem do Inácio Conceição Veríssimo de Azevedo (amigo da mãe do Dr. Mario Soares, que la tinha estado algum tempo em casa como criada) tenha chegado ao Dr. João Soares…
    (AHM, cx nº 25919)
  • Nascimento: 14 Maio 1890; Caldas da Rainha, Caldas da Rainha, Caldas da Raínha
  • Casamento: 21 Dezembro 1913; Leiria, Leiria, Leiria; Principal=Dr.ª Adélia Maria Conde de Moura
  • Falecimento: 7 Maio 1941; Évora, Évora

Familia: Dr.ª Adélia Maria Conde de Moura n: 12 Out 1892, f: 4 Abr 1968

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Cap. Jerónimo d' Azevedo

n: 1626, f: 15 Fevereiro 1699
  • Pai: António Ferreira
  • Mãe: Isabel de Azevedo
  • Nascimento: 1626; Montemor-o-Velho, Montemor-o-Velho, Montemor-o-Velho; (RGM, Ordens, Liv 7, fl. 250 - 251)
  • Casamento: 13 Janeiro 1665; Casou quando da morte do seu primeiro marido (Aos treze dias do mes de Janeiro de mil e seiscentos / e sessenta e sinco annos faleceu Manuel Rodrigues do / lugar de Guimara. Fez testamtº nuncupativo / que aprecou (significa ajustou ou avaliou) e reduziu a publica forma o Capitao Jeroni- / mo de Azevedo como marido de D. Maria Monteira, mulher que fora do dito deffunto e sua herdeira está enterrado den- / tro da Igrª Far se ha por sua alma o custumado. Doutor Loureyro

    Ao / levantar do corpo se lhe leu outro tes / tamento feito e assinado pello dito deffunto em que ordena se digam / trinta missas pela alma do Revº vigario Joao Fernandes Monteiro seu cunhado / e (à margem direita e na dobra da folha) v[inte] / pela de [sua]? / Cunha[da] / Martha [Mon]/ teira, e f[ilha] / delle d[ez]?/ outras ... / e deix[ou]? / Confor[me] / todas [ne/ sta Igr[ª] [...] /esma / no ditto [testa]? / mento [se con] them / Doutor L[oureyro]. (Arquivo da Universidade de Coimbra, Oóbitos, Cantanhede, Óbitos, Liv 1609 - 1766); Principal=Maria Monteira
  • Nota: 29 Maio 1665; Padrinho de um neófito, do qual foi madrinha Maria Simões, irmã do vigário Domingos Loureiro, que sucedeu no vicariato de Cadima ao Pe e Licenciado João Fernandes Monteiro. O Cap Jerónimo d'Azevedo aparece como senhor, ou administrador,da capela na igreja de Cadima, conhecida pela capela da Erdeira ou da Herdeira. Sua casa era "muito abastada de fazendas". (ver inquerito de genere do seu bisneto Pe Inácio José d'Azevedo)
  • Casamento: 29 Novembro 1681; com dispensa de consanguinidade de 3º grau (por ser prima da primeira mulher do Cap Jerónimo de Azevedo) tendo sido testemunha o João Fernandes Monteiro (AUCoimbra, Casamentos, Cadima, Cantanhede, Liv 1570-1764, fl. 133 v); Principal=Maria Marques Monteira
  • Falecimento: 15 Fevereiro 1699; Carapinheira, Carapinheira, Montemor-o-Velho; faleceu em casa de Manuel Simões Lucas, em Carapinheira. É referido no assento de óbito como não tendo feito testamento (AUCoimbra, Óbitos, Cadima, Cantanhede, Liv. 1609 - 1766, fl. 253v)
  • Enterro: 16 Fevereiro 1699; Carapinheira, Montemor-o-Velho

Familia: Maria Marques Monteira

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Jerónimo de Azevedo

n: 11 Janeiro 1689
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Joana Batalha Azevedo

n: 19 Julho 1899
  • Nascimento: 19 Julho 1899; Sé, Leiria, Leiria; (ADleiria, Baptismos, Leiria, Sé, Liv. 1899 fl.24v e 25)
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Joana d' Azevedo

n: 8 Março 1757, f: 20 Novembro 1760
  • Nascimento: 8 Março 1757; Nazaré, Sitio, Nazaré; (ADL Paróquia da Pedreneira da Nazaré, liv. 1750-1758, fl 121v)
  • Falecimento: 20 Novembro 1760; Nazaré, Sítio, Nazaré; (ADL, Paróquia da Pedreneira da Nazaré, Óbitos, Liv 1757-1785, fl.38)
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