Gen. José de Vasconcelos Bandeira de Lemos ,1º Visconde de Leiria

n: 5 Fevereiro 1794, f: 3 Abril 1873
  • Pai: Inácio de Vasconcelos Bandeira de Lemos
  • Mãe: Ana Joaquina de Sousa Vasconcelos
  • Nota: José de Vasconcelos Bandeira de Lemos (1794-1873), 1º barão (decreto de 1 de Outubro de 1835) e 1.° visconde de Leiria (decreto de 20 de Outubro de 1862). Nasceu a 5 de Fevereiro de 1794 em Barcelos e faleceu a 3 de Abril de 1873 na casa do Cabo, em Várzea da Ovelha, em casa do seu genro João Pereira de Vasconcelos de Sousa e Menezes, mais tarde 1º Conde de Leiria. Era filho segundo de Inácio de Vasconcelos Bandeira de Lemos, almoxarife da Casa de Bragança naquela localidade, além de vereador e juiz, e de Ana Joaquina de Sousa e Vasconcelos. Estudava Humanidades em Coimbra quando assentou praça, em Julho de 1811, saindo alferes em Outubro para servir no Batalhão de Caçadores n.° 4. Serviu na Guerra Peninsular, tomando parte activa nas batalhas de Salamanca e Vitória, no assalto ao castelo de Burgos e no combate de Tolosa, onde foi ferido, perdendo um olho. Em virtude do seu desempenho neste combate foi louvado por Beresford e promovido ao posto de tenente. Depois de terminada a Guerra Peninsular, foi promovido a capitão! (22.6.1815). Tendo-se alistado na Divisão de Voluntários do Príncipe Regente, seguiu para o Brasil, onde participou na campanha do Rio da Prata. Durante este período, casou clandestinamente em Montevideu com Manuela Farias, filha de José de Farias, médico militar do exército espanhol. Regressou a Portugal em 1823 e, tendo abraçado a causa constitucional, foi forçado a emigrar para Inglaterra em 1828, na sequência da malograda revolta liberal contra D. Miguel. Participou no desembarque do Mindelo e em várias campanhas militares, atingindo os postos de major, tenente-coronel e coronel (24.1.1834), posto no qual comandou o Regimento de Infantaria n.° 10. Em Maio de 1834, durante a Batalha de Asseiceira, comandou o Regimento de Infantaria n.° 4, o Batalhão Nacional de Alcobaça e outras tropas.
    Em 15 de Janeiro de 1834 participou, sob o comando de Saldanha, na conquista de Leiria aos miguelistas, ou realistas, tendo a força sob seu comando tomado posição no castelo, logo que os realistas fugiram pela estrada dos Machados, pois segundo Pinho Leal, o coronel Pitta Osório, realista, tinha em Leiria apenas uns 1.800 homens, quase todos milicianos e voluntários realistas, e um esquadrão de cavalaria, e estes procuraram na fuga a sua salvação. Os liberais comandados por Saldanha, eram 4.500 infantes, três regimentos de cavalaria e seis peças de artilharia, segundo Pinho Leal.
    A cavalaria do coronel Francisco Xavier da Silva Pereira (1793- 1852), futuro Conde das Antas (por Decreto de D. Maria II de 16.5.1838), e a do tenente-coronel José de Vasconcelos perseguiram os realistas na sua fuga, pela estrada de Coimbra. O Conde de Saldanha, em ofício de 16 de Janeiro de 1834, datado de Leiria e dirigido ao ministério da Guerra, fazendo a comunicação oficial da acção em Leiria, diz que, da cavalaria inimiga e oficiais montados, só escaparam três destes e seis soldados; e, citando vários oficiais do seu estado-maior, que acompanharam a carga de cavalaria, diz que "tiveram nova ocasião de tingir as suas espadas até aos copos no sangue dos rebeldes". Foi na verdade uma bravia e inútil carnificina. Pinho Leal, no seu volumoso “Diccionário”, na entrada sobre Várzea da Ovelha, no concelho de Marco de Canavezes, onde se situa a "casa do Cabo" desta família, diz que o Barão de Leiria "obteve este título como prémio da ignóbil carnificina de Leiria, em 15 de Janeiro de 1834". No entanto um dos seus biógrafos, seu bisneto afirma que o tenente coronel Vasconcelos nem tomou parte directa nem teve a menor responsabilidade no ataque cruel da cavalaria de Bacon e do estado-maior de Saldanha contra os fugitivos realistas, pois quando entrou na cidade já estes eram perseguidos na estrada para Coimbra. Mandou efectivamente a cavalaria da sua coluna contra os fugitivos e destacou parte da infantaria para uma das saídas de Leiria, mantendo as restantes forças dentro da praça conquistada José de Vasconcelos manteve-se no comando da praça de Leiria até meados de 1834 tendo a partir dela lançado várias acções militares e apoiado outras, na região, como na Aldeia da Cruz nos primeiros dias de Março, na estrada para a Figueira uns tempos antes, atacou Pombal em Abril, pois estava nas mãos dos realistas, que abandonaram praça á sua aproximação, tendo os perseguido fez-lhes algumas baixas importantes (Alexandre Cabral, - "O General Visconde de Leiria - retalhos de história contemporânea ", Cap. IX Lisboa, 1920. Alexandre Ferreira Cabral Paes do Amaral foi casado com uma das netas do General Visconde de Leiria, Maria Virgínia).
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    Claro que de criticas não se livrou o Tenente Coronel Vasconcelos de Naper, no seu livro "Guera da sucessão em Portugal, pela inacção que permitiu que da Figueira da Foz fugisse a guarnição realista e se juntasse ao exercito de D. Miguel. Igualmente Luz Soriano na "História da guerra civil (3ª época, tomo IV, pag 291, critica o futuro Barão de Leiria pelas acções de 8 de Maio de 1834. Mas José de Vasconcelos Bandeira de Lemos participou em muitos outros combates e actividades militares, para os quais lhe foi reconhecida competência e mérito (ver "Apontamentos biográficos do Visconde de Leiria" - Comercio do Porto, nº 89, de 17 de Abril de 1873). A 30 de Maio, D. Miguel, partia de Évora, de madrugada, com alguns fieis, e foi embarcar na baía de Sines para o exílio, na tarde de 1 de Julho, escoltado e protegido por tropas liberais.
    De registar, que fora o período que esteve em Leiria, de Janeiro a Abril de 1834, a comandar as tropas, não teve qualquer outro relacionamento social com Leiria.
    Em Novembro de 1834 foi nomeado chefe do estado-maior da Divisão Auxiliar de Espanha, e mais tarde passou ao exército de operações a sul do Tejo. Foi exonerado desta função em 1836 para ir comandar o Batalhão de Caçadores n.° 4. Com a Revolução de Setembro, sendo já então barão de Leiria (em duas vidas, por Decreto de 1.10.1835), manteve--se fiel à Carta Constitucional. Durante a Belenzada (3-5.11.1836) deteve a pasta da Guerra no efémero ministério então constituído. No Verão de 1837, participou na revolta dos Marechais (Saldanha e Terceira) contra o governo setembrista. Coube-lhe o levantamento das vilas de Ponte da Barca e de Arcos de Valdevez, onde em 12 de Julho foi proclamada a Carta. As suas tropas acabaram derrotadas em Ruivães pelo conde das Antas. Com a Convenção de Chaves, que pôs termo ao conflito, foi desligado do Exército. Após a restauração da Carta Constitucional, em 1842, foi reintegrado e veio a ser promovido a brigadeiro (22.10.1845), tendo exercido por algum tempo o lugar de chefe do estado-maior da 6." Divisão Militar. Foi depois sucessivamente promovido a marechal de campo, tenente-general e por último a general de divisão em 1864, ano em que foi encarregado de comandar a Divisão Militar do Porto. No ano seguinte foi nomeado ajudante-de-campo honorário de D. Luís, nomeação que depois se tornou efectiva para acompanhar o rei na sua viagem oficial pelas cortes europeias. Em 1866 presidiu à comissão incumbida de preparar o estabelecimento de um campo de instrução militar e comandou as primeiras manobras realizadas em Tancos. Findas estas, voltou ao comando da Divisão do Porto, cargo em que se encontrava quando foi reformado, em 1872. Bandeira de Lemos foi ainda vogal efectivo do Supremo Conselho de Justiça Militar, fidalgo-cavaleiro da Casa Real, pertenceu ao Conselho de Sua Majestade e possuía várias condecorações e distinções, nacionais e estrangeiras: grã-cruz das ordens de S. Bento de Avis e da Torre e Espada; comendador das ordens de N.a Sr." da Conceição de Vila Viçosa, de S. Bento de Avis e da Torre e Espada; cavaleiro da Ordem de Cristo; cruz de prata das campanhas da Guerra Peninsular; medalha de ouro pela campanha do Rio da Prata; medalha das Campanhas da Liberdade; medalha de prata pelos serviços na Divisão Auxiliar em Espanha; grã-cruz de S. Maurício e S. Lázaro, da Sardenha, de Leopoldo da Bélgica, de Carlos TH de Espanha; grande-oficial da Legião de Honra de França; e Cruz de Distinção espanhola pela participação na batalha de Vitória na Guerra Peninsular. Bandeira de Lemos teve ainda uma significativa carreira parlamentar. Foi eleito deputado para as seguintes legislaturas:
    1834-1836, pela província do Minho (juramento a 23.8.1834); 1837-1838, pelo círculo de Leiria (juramento a 25.1.1 837); 1838-1840, por Braga (juramento a 6.4.1839); 1840-1842, novamente por Braga (juramento a 5.6.1840); 1842--1845, pelo Minho (juramento a 4.1.1843); e 1846, também pelo Minho (juramento a 26.1.1846). Fez parte de diversas comissões parlamentares, tendo tido um papel muito dinâmico na Comissão da Guerra, em 1837 e entre 1840 e 1846, cabendo-lhe várias vezes o papel de defensor dos seus pareceres e projectos. Foi membro da Comissão de Infracções em vários anos entre 1841 e 1845, e da do Código Penal Mi-litar, de 1843 a 1846. Em 1843 fez ainda parte da Comissão de Resposta ao Discurso do Trono e da Comissão Especial encarregada de dar um parecer sobre o pedido de bill de indemnidade pelo Governo. Nesse mesmo ano foi também membro de duas comissões mistas, uma para analisar as emendas, feitas pela Câmara dos Pares, a um projecto de lei sobre construção e reparação de estradas, e outra que devia pronunciar-se sobre altera-ções da mesma Câmara ao projecto de lei sobre os oficiais amnistiados de Evoramonte Em 1834 elaborou um projecto de lei para a extinção dos emolumentos pagos pela posse de mercês honoríficas atribuídas aos militares que se tinham distinguido na guerra civil contra D. Miguel. Apesar de ter sido depois eleito para as Constituintes de 1837-1838, manteve-se muito reservado e, tendo participado na Revolta dos Marechais, Leonel Tavares propôs que o nome do barão de Leiria não voltasse a ser mencionado nas actas da Câmara. Só passou a ter uma participação mais dinâmica na Câmara dos Deputados a partir de 1840. Em 24 de Janeiro deste ano, apresentou um projecto de lei, que não foi bem acolhido pela Câmara, autorizando o Governo a reintegrar nos postos todos os oficiais do Exército que em consequência da Revolução de Setembro de 1836 tinham pedido demissão. Ao longo do ano de 1840, e já no decorrer da nova legislatura, continuou a sustentar a rein-tegração de todos os antigos oficiais demitidos pelo setembrismo, assim como de todos os funcionários que haviam sido afastados dos seus cargos por motivos políticos. Em Setembro de 1840, apresentou dois projectos de lei: um tendente a autorizar o Governo a pagar, desde logo, a todos os empregados públicos que tinham vindo a ser reintegrados, mas cujos vencimentos estavam ainda dependentes da aprovação do Parlamento; e outro que estabelecia a contagem do tempo de serviço a dobrar, para efeitos de reforma, aos oficiais que tinham combatido o miguelismo. Em 28.11.1840, interpelou o ministro da Guerra sobre o caos da Fazenda e das repartições civis do Exército, e propôs que o Governo fosse autorizado a reformar as referidas repartições. Algum tempo depois, em 25 de Janeiro de 1841, submeteu à apreciação da Câmara três projectos de lei relativos à Fazenda Militar. Em 15.2.1843 apresentou à Câmara a reformulação de um desses projectos, que visava-a criação de uma intendência-geral para a administração da Fazenda Militar. Discutido o projecto em Maio de 1843, o barão de Leiria produziu então alguns dos seus mais longos discursos no Parlamento. Na sessão legislativa de 1843, apresentou ainda um projecto de lei alterando a lei de transportes do Exército por terra (15.2.1843); renovou a iniciativa do seu projecto de 1840 relativo à contagem dobrada do tempo de serviço aos militares do exército de D. Pedro IV; e elaborou um outro projecto relativo ao destacamento de oficiais para o Ultramar (3.4.1843). Em Janeiro de 1845 ressuscitou, reformulado, o seu projecto de 1840 para a contagem dobrada do tempo de serviço aos militares que na guerra civil tinham combatido nas fileiras liberais. O projecto chegou a ser discutido, mas a resolução da Câmara acabou por ser adiada. Em 1846, o barão de Leiria teve um papel muito discreto e não voltaria a ser eleito deputado nos anos seguintes. Em 1865, já visconde (por Decreto de 20.10.1862), foi elevado ao pariato por Carta Régia de 8 de Setembro, tomando assento na Câmara dos Pares em 15 de Janeiro de 1866. Poucos dias depois anunciou uma interpelação ao ministro da Guerra sobre o estado lastimável do fornecimento de lanifícios ao Exército e sobre a necessidade de favorecer, para efeitos de reforma, os sargentos dos corpos de infantaria e cavalaria. A interpelação não chegou todavia a realizar-se, e nos anos subsequentes não se registaram mais intervenções suas no Parlamento ("Dicionário Biográfico Parlamentar - 1834-1910, Vol II (D-M)", Coord. Maria Filomena Mónica, artigo de Zélia Pereira, Assembleia da República e Imprensa de Ciências Sociais, Abril 2005.)
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    José de Vasconcelos Bandeira de Lemos (Barcelos, 1794 - Várzea da Ovelha, 1873), foi 1º Barão em duas vidas (decreto de 1.10.1835) e 1º Visconde de Leiria (decreto de 20.10.1862), casou em Montevideu, durante as campanhas do Rio da Prata, com Manuela Farias. Tiveram uma filha única, Maria Benedita de Vasconcelos e Lemos (Montevideu, 1820 - Várzea da Ovelha, 1825), que foi 2ª Baronesa de Leiria, em verificação de segunda vida concedida a seu pai de 27.4.1842. Casou, em 1844, com António Augusto Pereira de Vasconcelos Sousa e Menezes (Várzea da Ovelha, 1827 - Várzea da Ovelha, 1898), 2º Barão (decreto de 15.10.1844), 2º Visconde (decreto de 18.9.1879) e 1º Conde de Leiria (decreto de 13.1.1890). Os 1.os Condes de Leiria tiveram 4 filhos (Joaquim, José, João e Luis) e 3 filhas (Maria do Carmo, Maria Adelaide e Maria Virgínia. O 1º filho varão, Joaquim, morreu com 3 anos de idade, e José Pereira de Vasconcelos Sousa e Menezes (1847 - 1906), foi 2º Conde de Leiria (decreto de 24.9.1898), tendo morrido, solteiro e sem geração. Só há sucessão das 3 filhas, a mais velha Casa do Cabo, a 2ª Casa de Agrelos, e a 3.ª Casas de Sequeiros e Penaventosa..
    É, já em plena República (por autorização concedida por D. Manuel II depois da proclamação da República), 3º Conde de Leiria, João Carlos de Azeredo Lobo e Vasconcelos (Picota, 1878 - Várzea da Ovelha, 1943) , filho de Maria do Carmo Pereira de Vasconcelos de Sousa e Menezes (Várzea da Ovelha, 1846 - Várzea da Ovelha 1925) , irmã do 2º Conde de Leiria, e de Alexandre d'Azeredo Pinto Melo e Leme (Baião, 1843 - Guimarães, 1902). Casou em primeiras núpcias, a 1907, em Fornos de Algodres, com Maria José d'Albuquerque Pimentel Vasconcelos (1882 - 1908), s. g. Casa em segundas núpcias, em Coimbra, a 1909, com Mariana da Silveira Vaz de Menezes de Sampaio e Melo (Trancoso, 1881 - Lisboa, 1960).
    O actual 4.º Conde de Leiria (alvará de 2 Maio 1952, n.º 285, Processo 65 do Conselho de Nobreza), é João Carlos de Azevedo Lobo Pereira de Vasconcelos (nascido na casa do Cabo, em Várzea de Ovelha, a 1924), é o 4.º e último filho do 2.º casamento do 3.º Conde de Leiria. Reside na Casa do Cabo, em Várzea da Ovelha, em que sucedeu, e casou com sua prima Maria da Glória Ferreira Cabral de Barbosa Campello de Sacadura Botte, da Casa de Penaventosa (neta da referida Maria Virgínia).
  • Casamento: Montevideu; Principal=Manuela de Farias
  • Nascimento: 5 Fevereiro 1794; Barcelos, Barcelos
  • Falecimento: 3 Abril 1873; Santo André, Várzea da Ovelha, Marco de Canavezes

Familia: Manuela de Farias

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Henriqueta Júlia Teixeira Baptista de Oliveira

n: 3 Janeiro 1842

Familia: Gen. Isidoro Augusto de Almeida n: 8 Nov 1843, f: 7 Dez 1920

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Severino Teixeira Baptista de Oliveira

n: 18 Maio 1840
  • Nascimento: 18 Maio 1840
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Adelaide da Anunciação Baptista

n: 4 Abril 1865, f: 19 Maio 1964

Familia: Manuel Ribeirete da Silva f: 18 Mai 1935

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Elisa Nobre Baptista

n: 8 Setembro 1887, f: 28 Fevereiro 1955

Familia 1:

  • J. Nobre Baptista
  • Cândido Nobre Baptista

Familia 2: João Lopes Soares n: 17 Nov 1878, f: 31 Jul 1970

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Manuel Fernandes Barata

n: 20 Novembro 1886
  • Pai: João Mendes Barata
  • Mãe: Rufina do Nascimento Fernandes
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João Pereira da Silva Barba Alardo

n: 23 Julho 1709
  • Nota: Fdalgo da Casa Real, Governador e Capitão Geral de Moçambique, Cavaleiro da Ordem de Cristo
    Governador e capitão General de Moçambique
    Do Conselho de S.M.
    Fidalgo da Casa Real
    Familiar do Santo Ofício
    Verador de Leiria em 1764
    Bacharel em Canones pela Universidade de Coimbra
    Morgado de Caldelas1
  • Baptism: 23 Julho 1709
  • Casamento: 25 Abril 1760; Principal=Maria Inácia Gutierrez de Maraver e Silva

Familia: Maria Inácia Gutierrez de Maraver e Silva n: 10 Mai 1733, f: 11 Jun 1816

  • Maria Cândida Pereira da Silva Barba Alardo
  • Rita Joana Barba Alardo

Citações

  1. Felgueiras Gaio Nobiliario de Famílias de Portugal, n.pub., n.p., fonte deconhecida edition (fonte deconhecida publish date).
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Fernando Canavarro de Albuquerque do Amaral Cardoso e Barba

n: 17 Janeiro 1912, f: 22 Abril 1960

Familia: Angelina Elvira Marques

  • Rodrigo Marques Canavarro de Albuquerque do Amaral Cardoso e Barba
  • Maria Rita de Albuquerque do Amaral Cardoso e Barba
  • Maria Isabel de Albuquerque do Amaral e Barba
  • Maria Lurdes de Albuquerque do amaral Cardoso e Barba
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Isabel Mouzinho Barba1

n: 10 Dezembro 1562
  • Casamento: Principal=Manuel Gil Carrilho de Albuquerque1
  • Baptism: 10 Dezembro 15621

Familia: Manuel Gil Carrilho de Albuquerque

Citações

  1. Fernando de Castro Pereira Mouzinho de Albuquerque Cunha Instrumento genealógico - Linhagens milinária, Autor, Lisboa, 1ª edição (1995) fonte deconhecida isbn.
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João Felix Pereira da Silva Barba1

f: cerca de 1816

Citações

  1. Fernando de Castro Pereira Mouzinho de Albuquerque Cunha Instrumento genealógico - Linhagens milinária, Autor, Lisboa, 1ª edição (1995) fonte deconhecida isbn.
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Dr. Manuel Correia de Mesquita Barba

n: 18 Setembro 1701
  • Nota: matriculou-se na Universidade de Coimbra, em Cânones, a 1 de Outubro de 1717, datando o bacharelato de 9 de Junho de 1723 e formatura a 19 de Julho de 1724. Cavaleiro da Ordem de Cristo e Familiar do Santo Ofício, a 6 de Julho de 1743 obtem o lugar de Provedor na Camara de Lamego. Tesoureiro do serviço aplicado para as obras do Convento da Vila da Batalha a 21 de Junho de 1749, a 27 de Janeiro de 1750 recebe carta de Corregedor e Provedor da cidade do Porto.
    Viveu na Batalha mas tera mantido casa em Cela.2
  • Casamento: Principal=Teodora Bernardina de Almeida Pacheco e Arnizaut1
  • Baptism: 18 Setembro 1701; Cela, Alcobaça2

Familia 1: Ana Joaquina [...]

Familia 2: Teodora Bernardina de Almeida Pacheco e Arnizaut

Citações

  1. Saul António Gomes 'Capelas e Ermidas na Paróquia da Batalha em Setecentos', Leiria Fatima - Orgão Oficial da Diocese, XVI, nº 45, 2008, pag. 157.
  2. Francisco Queiroz A Casa do Terreiro: História da Família Ataíde em Leiria, Fundação da Caixa Agrícola de Leiria, Leiria, 1ª ed. (2010) 9789898220035 "pag 278."
  3. Francisco Queiroz A Casa do Terreiro: História da Família Ataíde em Leiria, Fundação da Caixa Agrícola de Leiria, Leiria, 1ª ed. (2010) 9789898220035 "pag 278, nota nº 911."
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Pedro Barba

  • Pai: Fernão Rodrigues Alardo
  • Mãe: Isabel Correia
  • Falecimento: Mina; morre solteiro, s. g.
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Rita Inácia de Mesquita Barba

n: 12 Junho 1737

Familia: Dr. Manuel Marques Ribeiro de Sousa

Citações

  1. Francisco Queiroz A Casa do Terreiro: História da Família Ataíde em Leiria, Fundação da Caixa Agrícola de Leiria, Leiria, 1ª ed. (2010) 9789898220035 "pag 278, nota nº 911."
  2. Saul António Gomes 'Capelas e Ermidas na Paróquia da Batalha em Setecentos', Leiria Fatima - Orgão Oficial da Diocese, XVI, nº 45, 2008, pag. 157.
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Rodrigo de Albuquerque do Amaral Cardoso Barba

n: 21 Abril 1889, f: 30 Junho 1934

Familia: Maria Albina Xavier da Costa Canavarro n: 17 Mai 1887

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Rui Martins Barba

n: cerca de 1370
  • Pai: Martim Barba
  • Mãe: Inês Vasques
  • Casamento: Principal=Iria Martins Alardo
  • Nascimento: cerca de 1370

Familia: Iria Martins Alardo

  • Fernão Rodrigues Alardo
  • Maria Rodrigues Barba
  • Afonso ou António Rodrigues Alardo
  • Leonor Barba
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Fruilhe Sanches de Barbosa1,2

n: cerca de 1140

Familia: Pero Fernandes n: c 1130

Citações

  1. José Augusto de Sotto Mayor Pizarro Linhagens Medievais Portuguesas, Universidade Moderna, Porto, 1ª ed. (1999) fonte deconhecida isbn "Vol 1, page 232."
  2. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "vol. II-pg. 236 (Barbosas)."
  3. José Augusto de Sotto Mayor Pizarro Linhagens Medievais Portuguesas, Universidade Moderna, Porto, 1ª ed. (1999) fonte deconhecida isbn "Vol 1, page 531."
  4. Afonso Eduardo Martins Zúquete (dir) Nobreza de Portugal e do Brasil, Ed Zairol Lda, Lisboa, 3ª ed. (2000).
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Sancho Nunes de Barbosa1,2,3,4,5

n: cerca de 1070, f: cerca de 1130
  • Nota: Governador do território de Ponte de Lima entre 1114 e 1118
    Seguiu o partido de D. Afonso Henriques, de quem estava ao lado em 1127
    Fez a Quinta de Barbosa que está junto do Paço de Sousa
  • Casamento: Principal=Sancha Henriques6
  • Nascimento: cerca de 10701
  • Falecimento: cerca de 11301

Familia: Sancha Henriques n: c 1097, f: a 1163

Citações

  1. José Augusto de Sotto Mayor Pizarro Linhagens Medievais Portuguesas, Universidade Moderna, Porto, 1ª ed. (1999) fonte deconhecida isbn "Vol 1, page 531."
  2. D. António Caetano de Sousa História Genealógica da Casa Real Portuguesa, Atlântida-Livraria Editora, Lda,, Coimbra, 2ª Edição (1946) fonte deconhecida isbn "Tomo I-pg. 38."
  3. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "vol. II-pg. 236 (Barbosas) e vol. X-pg. 315."
  4. Cristovão Alão de Morais Pedatura Lusitana, Carvalhos de Basto, Braga, "ª edição (1997) fonte deconhecida isbn "vol. I-pg. 82."
  5. João C.F.C.Castello Branco e Torres e Visc. Sanches de Baena Memórias Histórico-Genealógicas dos Duques Portugueses do século XIX, Academia Real das Sciencias,, Lisboa, 1º Edição (1883) fonte deconhecida isbn "pg. 130."
  6. Afonso Eduardo Martins Zúquete (dir) Nobreza de Portugal e do Brasil, Ed Zairol Lda, Lisboa, 3ª ed. (2000).
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José de Sousa Couceiro Barracho

n: 2 Outubro 1809
  • Casamento: Principal=Maria Francisca da Cunha Dantas Pereira
  • Nascimento: 2 Outubro 1809

Familia: Maria Francisca da Cunha Dantas Pereira

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Sebastião de Sousa Dantas Barracho

n: 10 Agosto 1844, f: 28 Dezembro 1921
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Dr. José Feliciano de Castilho Barreto e Noronha

n: 4 Março 1810, f: 11 Março 1879

Familia: Mariana Maynard

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