Henriqueta [...]

n: 1854
  • Pai: Abalicio Filipe
  • Mãe: Margarida [...]
  • Nota: Em 27 de abril de 1916, Henriqueta Charters Crespo, viúva, de origem alemã e nascida em Hamburgo em 1854, vê-se confrontada com a possibilidade de ser expulsa de Portugal e os seus bens serem arrolados para o Estado, no quadro da legislação produzida após a entrada de Portugal na 1º Grande Guerra, a 9 de março de 1916. A guerra era contra a Alemanha e outros países de Europa Central - Áustria-Hungria, Bulgária e Império Otomano. Foram, por exemplo, imediatamente apresados os navios germânicos surtos em águas portuguesas.
    No entanto, o caso de Henriqueta Charters Crespo era complicado, pois tinha casado com o dr. José Charters Crespo, e obtido, pelo seu casamento, a nacionalidade portuguesa, pelo que não era claro como se lhe aplicava a legislação entretanto publicada (Decretos n.º 2229 e n.º 2350 de 23 de fevereiro de 1916 e de 20 de abril de 1916, respetivamente). Estes factos fazem, a 27 de abril de 1916, com que as autoridades das Caldas da Rainha, concelho onde ela tinha as propriedades herdadas de seu marido, nomeadamente a Quinta da Palmeira, no Landal, questionassem a "Intendência dos Bens dos Inimigos", no Ministério das Finanças, sobre o procedimento a adotar.
    Por outro lado, o marido de Henriqueta Charters Crespo, o dr. José Charters Crespo, tinha morrido em Santiago do Chile a 3 de janeiro de 1904, com um "ataque cerebral instantâneo", e as autoridades questionavam-se ainda se teria perdido a nacionalidade portuguesa por morte dele. O processo ainda se complicava mais, pois que ela era somente usufrutuária dos vastos bens do marido no Landal. Por testamento, os bens tinham ficado para um primo direito do marido, o eng. José Maria Charters Henriques de Azevedo, engenheiro diretor das obras publicas do distrito de Leiria. Assim, as autoridades consultavam o Ministério das Finanças sobre a forma de arrolar bens de que Henriqueta Charters Crespo que somente tinha o usufruto.
    Esta não ficou a aguardar as decisões e foi para a Galiza tendo deixado a indicação que a correspondência a ela dirigida deveria ser entregue ao Cônsul de Espanha no Porto, Ramon Abella, na rua Formosa 99, 2º. Antes de partir, solicitou uma autorização de residência em Portugal, e tendo-lhe sido concedida, a 6 de maio de 1916, para residir no concelho das Caldas da Rainha, voltou para a sua casa no Landal. Claro que a 6 de outubro de 1916, viu o processo ser resolvido a seu contento.
    Um advogado que a aconselhou terá sido o dr. José Manuel Correia (1858 - 1945), das Caldas da Rainha, que foi Presidente da Câmara a seguir à proclamação da República e conservador do Registo Civil de Leiria. A drª Natalia Correia Guedes, sua neta, referiu-nos a existência de umas cartas que em 1913 lhe foram endereçadas pela Henriqueta Charters Crespo. E foi a partir desta informação que esta "estória" foi investigada. ( TT, Ministerio das Finanças, Arquivo das Secretarias de Estado, cx 540, prc. 1213)
  • Casamento: Principal=Dr. José Charters Crespo
  • Nascimento: 1854; Hamburgo
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Henriqueta de Jesus [...]

n: 5 Setembro 1820
  • Pai: José de
  • Mãe: Luzia Vilares

Familia: Vicente Ferreira Veríssimo n: 3 Fev 1823

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Inácia [...]

n: 9 Fevereiro 1869
  • Nascimento: 9 Fevereiro 1869
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Inácia [...]

n: cerca de 1859, f: 3 Abril 1861
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Inácia de Jesus [...]

n: cerca de 1824
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Inácia de Jesus [...]

n: cerca de 1826
  • Pai: António Baptista
  • Mãe: Joaquina Maria [...]
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Inácio [...]

n: 27 Janeiro 1790
  • Nascimento: 27 Janeiro 1790
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Inês Rosa [...]

n: 10 Junho 1695
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Isabel Maria [...]

Familia: Domingos Ferreira

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Jerónima [...]

n: 1643
  • Pai: João Rodrigues de Figueiredo
  • Mãe: Luísa Guerra
  • Baptism: 1643
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Joana [...]

n: 14 Maio 1843, f: 28 Dezembro 1930
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Joana Cândida de Oliveira

n: cerca de 1799, f: 27 Janeiro 1892
  • Pai: José Cardoso Moreira da Silva
  • Mãe: Cândida Ludovina de Oliveira

Familia: Dr. Luís Guilherme Peres Furtado Galvão n: 1810, f: 4 Mar 1870

  • Maria Guilhermina Pereira Peres Furtado Galvão

Citações

  1. Ana Margarida Portela e Francisco Queiroz O cemitério de Santo António do Carrascal, Arte, História e Sociedade de Leiria no Século XIX, Não publicado,(2000).
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Joana Inácia da Conceição [...]

Familia: António Lopes

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Joana Maria da Conceição [...]

n: 8 Dezembro 1772
  • Pai: Dr. Marcos Freire de Melo e Reis
  • Mãe: Ana Maria Joaquina da Graça
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Joaquim [...]

n: 27 Outubro 1886
  • Nascimento: 27 Outubro 1886
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Joaquim António [...]

n: 1821
  • Pai: Joaquim António [...]
  • Mãe: Inocência Maria [...]

Familia: Inácia Emília Lopes Vieira n: 1820

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D. Fr. Joaquim da Nossa Senhora da Nazaré [...]

n: 12 Maio 1775, f: 31 Agosto 1851
  • Nascimento: 12 Maio 1775; Nazaré
  • Nota: 3 Maio 1824; Coimbra; Bispo de Coimbra. Era bispo de Maranhão
    Joaquim de Nossa Senhora de Nazaré Oliveira e Abreu O.F.M. (Nazaré, 12 de Maio de 1775 - Maranhão, 31 de Agosto de 1851), religioso franciscano da província da Arrábida.

    Em 17 de Dezembro de 1811, foi nomeado prelado do Moçambique e em 4 de setembro de 1815, apontado como bispo-titular de Leontopolis in Bithynia, sendo consagrado em 3 de novembro de 1816 por Dom José Caetano da Silva Coutinho, bispo de São Sebastião do Rio de Janeiro, tendo como co-consagrantes a Dom Antônio de São José Bastos, O.S.B., bispo de Olinda e Dom Bartolomeu dos Mártires de Maia, O.C.D., bispo de São Tomé.[1]

    Em 31 de Outubro de 1818 foi eleito bispo do Maranhão, sendo confirmado em 23 de Agosto de 1819 e, em 3 de Maio de 1824, foi transferido para a diocese de Coimbra,[1] pelo facto de não ter querido aderir à independência do Brasil[2] .

    Foi par do Reino a seguir à Carta Constitucional de 1826, mas, em 1828, viria a aderir ao golpe de Estado de D. Miguel, cuja causa miguelista defenderia ao longo da sua vida de forma inequívoca.

    A seguir à Convenção de Évora Monte, foi preso em Lisboa, onde se manteve algum tempo, até que deixou definitivamente o país em direcção a Londres e posteriormente ao Maranhão, onde faleceu em 31 de Agosto de 1851.

    Além das cartas pastorais como por exemplo a "Pastoral de 25 de Outubro de 1824", a "Pastoral de 12 de Maio de 1826" e a "Pastoral de 31 de Agosto de 1824"[2] , escreveu ainda uma tradução do Novo Testamento, conforme a vulgata latina, traduzido em português e anotado; o texto latino acompanhava a versão.
    (ver ainda monografia elaborada por António Manuel de Nazaréth Rodrigues Abrantes)1
  • Falecimento: 31 Agosto 1851; Convento de Santo António, Maranhão, Maranhão
  • Enterro: 2 Setembro 1851; Prebisterio da Catedral de S. luís, Maranhão

Citações

  1. Fortunato de Almeida História da Igreja em Portugal, Liv Civilização, Porto-Lisboa, Nova edição preparada por Damião de Peres (1930) fonte deconhecida isbn "Vol III, p. 519, 535, 630 e 635."
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Joaquina [...]

n: 13 Maio 1796
  • Nascimento: 13 Maio 1796
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Joaquina da Conceição [...]

f: 20 Novembro 1811

Familia: Manuel da Silva e Sousa f: a 1811

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Joaquina de Jesus [...]

n: 30 Setembro 1860, f: 24 Outubro 1935
  • Pai: Manuel José Nicolau
  • Mãe: Maria Luisa [...]

Familia: Miguel Ferreira n: 18 Fev 1856

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