Isabel de Jesus Maria Pinheiro de Melo

n: 14 Maio 1907
  • Casamento: Principal=Manuel Ribeiro do Espírito Santo Silva
  • Nascimento: 14 Maio 1907
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Jorge Maria Baltazar Pinheiro de Melo

n: 19 Novembro 1904
  • Casamento: Principal=Maria do Carmo de Albuquerque de Orey
  • Nascimento: 19 Novembro 1904
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João Maria Rodrigo Pinheiro da Pinheiro de Melo , 2º Conde de Arnoso

n: 9 Outubro 1879
  • Nascimento: 9 Outubro 1879
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Maria do Carmo Pinheiro de Melo

n: 4 Junho 1897
  • Casamento: Principal=D. Domingos de Sousa e Holstein Beck , 5º Duque de Palmela
  • Nascimento: 4 Junho 1897
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Vicente Miguel de Paula Pinheiro de Melo , 3º Conde de Arnoso

n: 9 Dezembro 1881
  • Casamento: Principal=Teresa Teles da Silva
  • Nascimento: 9 Dezembro 1881
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Maria Isabel de Almeida Pinheiro

n: 5 Fevereiro 1890

Familia: Roque Manuel de Melo Arriaga n: 18 Mar 1885, f: 7 Mai 1977

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Jorge Manuel Estrela Pinho e Almeida

n: 1944, f: 1 Janeiro 2015

  • Nota: Faleceu hoje, 01-01-2015, o Director da Casa-Museu * Centro Cultural João Soares (Cortes, Leiria), Dr. Jorge Estrela, um especialista em arte e um amante de Leiria. O funeral realiza-se em Leiria, a 02-01-2015, pelas 15h00.
    Jorge Estrela era pintor e historiador de arte. Tinha o curso de pintura da ESBAL e o Mestrado de História da Arte na Sorbonne sobre a “Pintura intimista holandesa do século XVII”. Nos últimos 10 anos vinha-se dedicando a assuntos relacionados com a História de Arte em Portugal, estudo, restauro e classificação da colecção de pintura do Museu de Leiria que originou a exposição “A nova vida das imagens. Pintura em Leiria séc. XVI/séc. XVIII”. Publicou com Vítor Serrão e Sérgio Gorjão o livro “Baltazar Gomes Figueira, pintor de Óbidos que nos países foi celebrado”. Publicou com João Bonifácio Serra e Nicolau Borges os textos para o catálogo da exposição na Assembleia da República “José Relvas, o conspirador contemplativo”.
    Recentemente, no âmbito da Casa-Museu*Centro Cultural João Soares, que actualmente dirigia, organizou: a exposição “Leiria no tempo das invasões francesas”, que originou um livro com o mesmo título; a exposição “Korrodi e o restauro do Castelo de Leiria”; a exposição “Os grafitos medievais do Mosteiro da Batalha” e a exposição “A viagem de Cosme III de Médicis em Portugal em 1669”. (Do catálogo “VIAGEM DE COSME III DE MÉDICIS EM PORTUGAL NO ANO DE 1689”, patente no Centro Cultural de Belém de 18 de Outubro a 13 de Novembro de 2014)
    Jorge Estrela era pintor e historiador de arte. Tinha o curso de pintura da ESBAL e o Mestrado de História da Arte na Sorbonne sobre a “Pintura intimista holandesa do século XVII”. Nos últimos 10 anos vinha-se dedicando a assuntos relacionados com a História de Arte em Portugal, estudo, restauro e classificação da colecção de pintura do Museu de Leiria que originou a exposição “A nova vida das imagens. Pintura em Leiria séc. XVI/séc. XVIII”. Publicou com Vítor Serrão e Sérgio Gorjão o livro “Baltazar Gomes Figueira, pintor de Óbidos que nos países foi celebrado”. Publicou com João Bonifácio Serra e Nicolau Borges os textos para o catálogo da exposição na Assembleia da República “José Relvas, o conspirador contemplativo”.
    Recentemente, no âmbito da Casa-Museu*Centro Cultural João Soares, que actualmente dirigia, organizou: a exposição “Leiria no tempo das invasões francesas”, que originou um livro com o mesmo título; a exposição “Korrodi e o restauro do Castelo de Leiria”; a exposição “Os grafitos medievais do Mosteiro da Batalha” e a exposição “A viagem de Cosme III de Médicis em Portugal em 1669”. (Do catálogo “VIAGEM DE COSME III DE MÉDICIS EM PORTUGAL NO ANO DE 1689”, patente no Centro Cultural de Belém de 18 de Outubro a 13 de Novembro de 2014) (por Carlos Fernandes)
  • Casamento: Principal=Carlota Miranda Simões
  • Nascimento: 1944; Angra do Heroismo
  • Falecimento: 1 Janeiro 2015; Marinha Grande
  • Enterro: 2 Janeiro 2015; Cemiterio de Leiria, Leiria
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Cap. Domingos José de Pinho

n: 30 Outubro 1777
  • Pai: Manuel de Pinho da Costa
  • Mãe: Josefa Joaquina da S Silva
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Maria da Conceição Pinho

n: 30 Maio 1872
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Luís Augusto Pimentel Pinto de Vasconcelos

n: 27 Janeiro 1904

Familia: Maria Hermínia Serezelo de Almeida

  • Ida Maria Serzedelo de Almeida Júdice de Vasconcelos
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Manuel Barbosa Pinto de Vasconcelos

n: 28 Março 1784, f: 26 Setembro 1853
  • Casamento: Principal=Francisca Rosa do Amor Divino Gonçalves de Carvalho1
  • Nascimento: 28 Março 1784; Alcobaça, Alcobaça
  • Falecimento: 26 Setembro 1853; Leiria

Familia: Francisca Rosa do Amor Divino Gonçalves de Carvalho

  • Maria Joana Benedita Barbosa Sá Pinto de Vasconcelos

Citações

  1. Nuno Gorjão Henriques e Miguel Gorjão Henriques Gorjão Henriques, ed de autoe, Lisboa, 1ª ed. (2006) 9728876475 "Vol I, pag 167."
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Emília Adelaide Pinto do Rego

n: 1810
  • Nota: 1809; Ver o Requerimento de partilhas de 1828 ( O Barão de Porto Mós de António Borges da Cunha, pag 64 a 66)
  • Nascimento: 1810; Ver o Requerimento de partilhas de 1828 e Nota Desembargo do Paço (Estremadura e Ilhas), 1828, mç 2021, nº 22. e "O Barão de Porto Mós" de António Borges da Cunha, pag 64 a 66
  • Casamento: 18 Maio 1858; São João, Porto de Mós, Porto de Mós; (ADLeiria, Casamentos, Porto de Mós, S. João, Liv 1840-1867, fl. 49v); Principal=Felisberto Pinto do Rego
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Gabriela Henriqueta Pinto do Rego

  • Pai: Sarg. Mor, Dr. José da Cunha Ceia
  • Mãe: Gabriela Inácia Pinto do Rego
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José Pinto do Rego

n: 16 Janeiro 1815
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Cap. José Pinto do Rego

n: cerca de 1780
  • Pai: Sarg. Mor, Dr. José da Cunha Ceia
  • Mãe: Gabriela Inácia Pinto do Rego
  • Nascimento: cerca de 1780; Porto de Mós, Porto de Mós
  • Milit-Beg: Agosto 1810; Capitão 2ª nas Milicias de Leiria (As Ordenanças e as Milicias em Portugal, de Nuno Barrego, Vol I, Lisboa 2006, pag 638)
  • Nota: entre 1826 e 1929; Vereador da CM de Porto de Mós
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Maria Hermínia Pinto do Rego

n: 1850
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António dos Santos Pinto

  • Casamento: Principal=Maria das Mercês Gil de Oliveira Dias
  • Falecimento:

Familia: Maria das Mercês Gil de Oliveira Dias

  • Dr.ª Maria da Nazaré Dias Pinto
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Francisco Cortez Pinto1

n: 12 Fevereiro 1885, f: 1974

  • Pai: Manuel Pinto da Silva1
  • Mãe: Joaquina Adelaide da Conceição Curado1
  • Nota: Francisco Cortês Pinto, médico militar, nasceu em Leiria a 12 de Fevereiro de 1885. Licenciado em Medicina pela Universidade de Coimbra, entrou na carreira militar onde chegou ao posto de Major. Chefiou o Laboratório de Bacteriologia e Análises do Hospital Militar da Estrela, os serviços de saúde da coluna enviada a Cassinga e Evale, durante a Campanha de Angola (1915-1916), os serviços de saúde do Batalhão de Infantaria 24 na Flandres (1917) e foi adjunto e director do Hospital-Ambulância de Fauquemberges, na Flandres (1917), durante a I Grande Guerra.

    Durante a I República fez parte da comissão organizadora da "União Republicana" (Partido Unionista), partido fundado em 1912.

    Francisco Cortês Pinto desempenhou vários cargos importantes na direcção da Associação Industrial Portuguesa desde o triénio de 1924-1926 até que chegou a Vice-Presidente e Presidente da AIP entre 1941 e 1961. Foi, ainda, membro do Supremo Tribunal do Contencioso Fiscal e ocupou cargos dirigentes em muitas empresas dos sectores bancário, segurador, metalúrgico, eléctrico e do papel. Faleceu em 1974.



    Em 1911, Cortês Pinto foi um dos co-fundadores do Laboratório Sanitas, junto com o farmacêutico Horácio Pimentel (seu sócio na firma Cortês Pinto & Pimentel, Lda). Com sede em Lisboa, o "Sanitas" era já em 1917, com comprimidos e ampolas, uma das empresas exportadoras de especialidades farmacêuticas. Em 1923 foi instalada na Travessa do Carmo uma secção de material cirúrgico e afins e na Feira de Amostras Industriais, realizada no Estoril em 1929, um stand do Laboratório Sanitas apresentou diverso mobiliário e instrumentos cirúrgicos de seu fabrico. A firma proprietária do Sanitas passou a pertencer à secção de indústrias químicas da Associação Industrial Portuguesa entre 1918-1920, passando pouco depois, Francisco Cortês Pinto a desempenhar um papel de relevo na vida associativa industrial. No dia 31 de Maio de 1930 foram inauguradas novas e amplas instalações dos Laboratórios Sanitas, necessárias pelo aumento crescente das exportações para as colónias, Brasil, Índia inglesa, Congo Belga e Congo francês. A novas instalações eram constituídas por seis grandes edifícios de 40 metros de comprido cada cobrindo uma área de 10.000 m2 no quarteirão formado pelas ruas D. João V, Custódio Vieira e Silva Carvalho. O jornalista da revista Indústria Portuguesa que cobriu a inauguração afirmou que "por toda a parte se admiram os mais modernos maquinismos, tanto nos laboratórios propriamente ditos, com os seus aparelhos de emulsionar, comprimir, encher ampolas, fabrico de pastas, pensos e outros produtos, como nas salas de estufa, empacotamento, galeria de máquinas, instalação de caldeiras, gabinete de consultas e tratamento e oficinas de lavagem de garrafas e frascos". O repórter ficou particularmente impressionado com a mecanização das diferentes secções "que lhes assegura o máximo de produção com um mínimo de pessoal". Os laboratórios possuíam uma geradora própria a vapor, uma sala com as máquinas de granular, de confeitar e de comprimir "dirigidas por um único homem", outras salas de encher e encapsular, de embalagem, de preparação dos solutos para as ampolas, de enchimento das ampolas, de lavagens de vasilhame e de fabrico de água oxigenada. Um dos pavilhões era o denominado de culturas, com o serviço de bacteriologia, com salas de preparação, de estufa e de geleiras. O serviço era dirigido por três bacteriologistas, cujos gabinetes privativos ("à maneira da organização alemã 'Bayer") se situavam em outro pavilhão, junto com a contabilidade e a Sala de Conferências. Num grande pavilhão com anexos funcionava o armazém, para as drogas, produtos químicos e produtos acabados e prontos para serem expedidos. Os funcionários dispunham de vestiário, refeitório e recreio ajardinado num miradouro sobre a cidade e o Tejo. Em 1930 foi fundado o Laboratório Sanitas do Brasil, em S. Paulo. No período de 1945 a 1952 deu-se novo alargamento das instalações, numa situação caracterizada pela enorme carência de medicamentos produzidos na Europa, pelo repentino afluxo de matérias primas americanas e pelo aparecimento de novas técnicas e substâncias (como os antibióticos). O Sanitas possuía uma Farmácia, de que era directora em 1931 a farmacêutica Esperança Castro Ferreira, licenciada pela Faculdade de Farmácia de Lisboa.

    O investimento na área de I&D levou à constituição de um Gabinete de Estudos constituído pelos dois directores técnicos (João Carvalho Guerra e Eurico Pimentel), seis médicos, três farmacêuticos, dois professores de Medicina Veterinária e dois engenheiros químicos. Além de especialidades, o Laboratório Sanitas comercializava material cirúrgico, de medicina dentária, de raios X e electromedicina, de anestesia e oxigenoterapia e material de laboratório. Tinha sucursais no Porto, Coimbra, Évora, Lourenço Marques (Maputo) e Luanda. Encontrava-se também associada à Metalúrgica da Longra, Lda (Douro) para a produção de material hospitalar e outro mobiliário metálico, tendo fornecido o Hospital Escolar de Lisboa.1
  • Nascimento: 12 Fevereiro 1885; Leiria
  • Falecimento: 1974

Citações

  1. Luís Lourenço Regueira de Pontes, a sua história e as suas gentes, Ed. do autor, Leiria, 1ª ed. (2007) fonte deconhecida isbn.
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Manuel Carlos de Azevedo Pinto

n: 14 Outubro 1827, f: 13 Novembro 1900
  • Casamento: Principal=Maria Augusta Nogueira Rijo Fernandes de Macedo
  • Nascimento: 14 Outubro 1827
  • Falecimento: 13 Novembro 1900

Familia: Maria Augusta Nogueira Rijo Fernandes de Macedo

  • Maria Elisa de Azevedo Pinto
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Maria Lucinda dos Santos Rodrigues Pinto

n: 11 Setembro 1952, f: 11 Setembro 1982
  • Pai: ... Rodrigies Pinto
  • Mãe: Renata Maria dos Santos

Familia: António Carlos Guerra Raposo de Magalhães n: 24 Out 1951, f: 24 Jan 2005

  • João Carlos Rodrigues Pinto Raposo de Magalhães
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