Adelaide Augusta Afonso

n: 1838, f: 1909
  • Nascimento: 1838
  • Casamento: 22 Abril 1865; (Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, Vol 16, pag 782); Principal=Dr. João Crisóstomo Melício
  • Falecimento: 1909
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Antónia Emília da Piedade Afonso

Familia: João Manuel Afonso da Costa Barros

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Carlos Manuel Guita Afonso

n: 29 Novembro 1952
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Dórdia Afonso1

Familia: Gil Esteves do Avelar n: c 1206

Citações

  1. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "2ª ed., Vol VI, pag 529 (Malafaias)."
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Francisco Afonso

Familia: Maria Gonçalves

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Francisco de Morais Afonso

n: 1842, f: 1908
  • Nascimento: 1842
  • Falecimento: 1908
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Guilhermina Emília Afonso

n: 1 Setembro 1846
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Henriqueta Augusta Afonso

n: 1845, f: 1931
  • Nascimento: 1845
  • Falecimento: 1931
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Irene Mendes Afonso

n: 30 Setembro 1908, f: 18 Março 2010

Familia: Luís Leitão Zúquete n: 4 Mai 1904, f: 26 Dez 1995

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José Carlos Afonso

Familia: Gertrudes da Conceição Mendes

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José Carlos Laborinho Guita Afonso

n: 3 Julho 1976
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Manuel Joaquim Afonso

n: 1804, f: 1871
  • Nota: Nascido em 1804 no seio de uma família modesta de Lamas de Alvadia, Vila Real, Manuel Joaquim Afonso assumiu papel de destaque no concelho de Loures, ao fundar uma das mais emblemáticas unidades fabris da região – a Fábrica da Louça de Sacavém. Desde cedo demonstrou grande interesse pelos negócios, tendo-se instalado em Leiria, onde ficou famoso pela defesa da política liberal, que o conduziu à perseguição e à prisão. Em 1840, tornou-se vereador da Câmara Municipal de Leiria e, mais tarde, casou-se com Maria Soledade Moraes, sobrinha de Silvério Taibner, um abastado comerciante. A actividade de empresário e industrial vidreiro surge na sua vida ainda na mesma década, sendo que, em 1848, celebrou contrato com o Governo para a administração da Fábrica de Vidros da Marinha Grande, onde revelou a sua capacidade de modernização industrial. Em 1854, comprou em Lisboa uma fábrica de loiça e, dois anos depois, fundou a Fábrica de Louça de Sacavém, na Quinta do Aranha, que herdara aquando da morte de Silvério Taibner. Cinco anos depois, vendeu a fábrica a John Stott Howorth, vindo a falecer em 1871. Recordado pelo significativo contributo no
    desenvolvimento da indústria cerâmica portuguesa, Manuel Joaquim Afonso dá o seu nome a uma praça na Urbanização do Real Forte, em Sacavém, bem como ao Centro de Documentação do Museu da Cerâmica de Sacavém. Em 2006, por ocasião da comemoração dos 150 anos da fundação da Fábrica da Louça, a Câmara Municipal de Loures instituiu um prémio bienal com o seu nome, com o intuito de valorizar a arte da cerâmica, que teve em Sacavém um dos seus expoentes máximos.
  • Nota: nasceu em Lamas de Alvalade (Trás os Montes), em 1804. Morreu em Vila Real, em 1871. Era homem de ideias liberais e por isso sofreu perseguição constante por parte do Governador de D. Miguel que o manteve preso, por largos períodos. Acabou por fixar residência em Leiria, onde casou com uma filha do negociante Silvério Taibner. Daqui passou para Lisboa, onde, por morte do sogro, tomou conta da enorme herança. Depois foi administrador da fábrica da Marinha Grande, aí se revelando um industrial de grandes recursos. Modernizou a fábrica com tudo o que de mais moderno havia. Também lhe pertenceu uma fábrica de vidros, situada na Rua das Gaivotas, em Lisboa. Foi ele que fundou a Fábrica de loiça fina de Sacavém, que ainda hoje existe. Chegou a emprestar dinheiro ao Governo e foi político de grande influência liberal em Leiria. Aí recebeu a visita da Raínha D. Maria II que o agraciou com o título de Barão do Lagar de El Rei que ele não aceitou.1
  • Nota: Dissemos que havíamos de dar aqui alguns apontamentos biográficos do sr Manuel Joaquim Afonso, ultimamente falecido. Deparando-se-nos, numa importante folha do Porto, muito desenvolvida essa notícia, permitiu-nos transcrever em seguida, porque mais poderíamos acrescentar ao que se lerá:
    " Nasceu no ano 1804 o sr Manuel Joaquim Afonso em Lamas de Alvalade, pequena povoação não muito distante de Vila Real. Filho de modestos lavradores, foi ainda muito novo para Leiria seguir a sua vida comercial. As suas simpatias pelas ideias liberais o tornaram suspeito ás autoridades, que procederam contra ele, prendendo-o por constitucional.
    Ocorreu isto no princípio das nossas dissensões internas, e, apear dos esforços empregados pelo preso, não foi possível libertar-se. Esteve o sr Afonso preso durante 6 anos, correndo mais de quarenta cadeias e passando por muitos incómodos, sustos e privações, que só terminaram com a sua fuga da cadeia de Carrazeda de Ansiães, de onde ele e os seus companheiros de infortúnio se dirigiram à divisão constitucional que operava mais próximo, e ali com as armas na mão defenderam a causa pela qual tanto haviam padecido.
    Finda a luta, voltou o sr Afonso para Leiria, onde se conservou atá ao falecimento do tio de sua mulher, o bem conhecido e abastado negociante de Lisboa, o sr Silvério Taibner, que tinha legado grande parte dos seus haveres a sua sobrinha.
    Veio o sr Afonso para a capital tomar conta dos novos bens de sua esposa e aqui se estabeleceu e residiu até á sua morte.
    O sr Afonso era dotado de grande actividade e de génio empreendedor. Por muitos anos administrou por sua conta a real fábrica de vidros da Marinha Grande, introduzindo aí grandes melhoramentos; era proprietário da antiga fábrica de vidros da rua das Gaivotas nesta cidade que pertenceu ao ti da sua mulher; arrematou por muitas vezes o fornecimento de diversas divisões militares; estabeleceu na sua quinta de Sacavém a única fabrica de loiça fina, imitante á inglesa, que existe no país; e entrou em operações de vulto tanto com o governo como com particulares.
    A par de muitos negócios seguros, fez o sr Afonso transacções prejudiciais, aconselhadas por falsos amigos e servidores infiéis. As consequencias foram desastrosas, O seu crédito que era grande começou a diminuir e a aumentar portanto as dificuldades para fazer face ás despesas imprevisíveis com o custeio das fabricas e demais estabelecimentos.
    A crise comercial por ocasião da terrível epidemia de febre-amarela, algumas fianças a que generosamente se prestara, roubos feitos por empregados em quem confiara, um incêndio na sua fábrica de Sacavém, que não estava segura, e outros tristes ocorrências, originaram a sua ruína e amarguram-lhe a existência.
    Supuseram os médicos que tantos e repetidos desgostos foram causa principal da doença, de que o infeliz se finara, e que só uma vigorosa organização física como a dele poderia ter resistido ao mal que há muito existia.
    O sr Afonso teve grande influência política no distrito de Leiria, onde contava com grande número de amigos e possuía importantes propriedades; mas apesar de lidar com os primeiros homens da corte e ter por suas relações elevado indivíduos que hoje se encontram vantajosamente colocados, não quis deixar de ser homem do povo como tinha nascido. Foi por isso que rejeitou o título de Barão do Lagar d'El Rei com a rainha a senhora D. Maria II quis significar o seu apreço pela magnífica recepção que ele lhe fizera na fabrica da Marinha Grande, e bem assim outras distinções que alguns ministros, e com especialidade o sr Rodrigo da Fonseca Magalhães, de quem era muito amigo, lhe ofereceram como prémio dos seus serviços à causa da liberdade e da industria nacional.
    Deixou o sr Manuel Joaquim Afonso um filho, moço estimável, o sr Francisco de Morais Afonso, empregado numa conservatória de Lisboa; duas filhas solteiras e duas casadas, sendo uma com o nosso amigo e colega, o sr João Crisóstomo Melicio , e a outra com o sr Joaquim Taibner de Morais , sobrinho do finado e digno secretário-geral do governo civil de Portalegre .
    Este esboço despretensioso é para exaltar a memória de um homem laborioso e bom chefe de família, e para dar prova de muita consideração que tenho pela família do sr Afonso. E também para uma lição para os homens de excessiva boa-fé, que confiam facilmente em amigos menos verdadeiros e leais.
    Possam os seus extremosos filhos seguir por um caminho mais risonho e feliz á difícil peregrinação que hajam de fazer por este vale de lágrimas
    Descanse em paz o finado".

    (Gazeta do Povo, nº 512, de 8 de Agosto de 1871, 2ª pag. Col 2 e 3.)
  • Nota: « Fábrica de Louça de Sacavém
    150 anos de história
    e de “estórias”

    Criada em 1856 pela mão de Manuel Joaquim Afonso, a Fábrica de Louça de Sacavém assumiu, desde cedo, papel de destaque na arte da cerâmica nacional. 150 anos depois, a Loures Municipal dá-lhe a conhecer a história da fábrica e as estórias em seu redor.

    Manuel Joaquim Afonso, empresário e industrial conhecedor dos processos de fabrico do vidro e da louça, e proprietário, desde 1851, da Quinta do Aranha, em Sacavém, implantou aí, em 1856, a sua fábrica de cal hidráulica, cimento e porcelanas artificiais.
    Apesar da controvérsia em redor da data de fundação desta unidade fabril, que alguns apontam como tendo ocorrido em 1850, acredita-se que a mesma apenas foi erigida em 1856, pois só neste ano foi concedido ao seu fundador o alvará de patente como introdutor do fabrico de tais produtos.
    Situada perto do então recém-inaugurado caminho-de-ferro e do Trancão, principais vias de comunicação de Sacavém, a quinta foi vendida em 1861 ao barão de Barcelinhos, tendo a fábrica sido comprada pelo inglês John Stott Howorth, que a administrou até 1893.
    Com os irmãos John e William Howorth, a fábrica foi renovada e ganhou outra dimensão, participando em diversas exposições nacionais e internacionais. Pelo trabalho desenvolvido, John recebeu o título de barão de Howorth de Sacavém em 1885, ano em que foi autorizada a designação “Real Fábrica de Loiça”. O deflagrar de um incêndio, em 1888, acabou por trazer dificuldades, numa altura em que a fábrica contava já com 145 trabalhadores e 55 aprendizes.
    Aquando da morte de John Howorth, em 1893, a Real Fábrica de Loiça era uma referência nacional e internacional, para o que muito contribuiu a acção do barão, cuja expressão “Sacavém é outra loiça!” ficou amplamente conhecida.
    A partir desta data, a direcção e a designação da empresa sofreram várias alterações. Na produção, verifica-se o fabrico de painéis de azulejos, que podemos encontrar na Estação de São Bento ou no Palace Hotel do Buçaco.
    Um forno-túnel, de grandes dimensões, veio revolucionar a produção da fábrica a partir de 1912 e, anos mais tarde, surgem as primeiras greves de operários ocasionadas pela I Guerra Mundial. À semelhança do que acontecia no resto do país, a fábrica passou por dificuldades e começou a receber famílias do interior em busca de trabalho.
    Numa altura em que praticamente toda a população de Sacavém trabalhava na fábrica, em 1930 foi aberta uma filial no Porto. A variante social da empresa torna-se relevante para a comunidade local, englobando nas décadas de 30 e 40 assistência médica às crianças, colónia de férias e actividades desportivas para os trabalhadores.
    Sendo durante o Estado Novo uma das mais relevantes unidades fabris a nível nacional, a Fábrica de Sacavém foi palco de várias manifestações e greves, como as registadas em 42/43. Desta forma, assumiu importante papel enquanto foco de contestação ao regime, arrastando consigo toda a cidade.
    Na década de 70, os problemas financeiros agravam-se e o encerramento da Fábrica vai--se impondo, nos anos 80, deixando marcas na comunidade sacavenense e nos operários, que nunca receberam as indemnizações legais devidas.
    As suas memórias continuam presentes nos vestígios arquitectónicos que permanecem em Sacavém, e no premiado Museu de Cerâmica.

    Fonte: Assunção, Ana Paula; Fábrica de Louça de Sacavém - Contribuição para o estudo da indústria cerâmica em Portugal 1856-74, Edições Inapa, 1997 »
  • Nascimento: 1804; Alvadia, Lamas, Vila Real
  • Nota: 5 Fevereiro 1830; "Foi pronunciado na Devassa tirada em Leiria, tendo nesta data sido indeferido o requerimento, em que pedia para ser julgado conforme as culpas e provas delas em atenção ao tempo de de prisão, que tinha sofrido - não consta que destino teve depois". (Collecção de Listas que contem os nomes das pessoas, que ficarão pronunciadas nas devassas, e summarios, a que mandou proceder o Governo Usurpador depois da heroica contra-revolução, que arrebatou na mui nobre, e leal Cidade do Porto em 16 de Maio de 1828, nas quaes se faz menção do destino, que a Alçada, creada pelo mesmo governo para as julgar, deu a cada uma dellas, ...pelo Bacharel Pedro da Fonseca Serrão Velozo, Porto, 1833)
  • Casamento: 30 Novembro 1837; Sé, Leiria, Leiria; (ADLeiria, Casamentos, Leiria, Sé, 1821-1839, fls. 114v - 115.); Principal=Maria Soledade de Morais
  • Falecimento: 1871; Vila Real, Vila Real

Familia: Maria Soledade de Morais

Citações

  1. Barroso da Fonte Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, Editora Cidade Berço, Apartado 108 4801-910 Guimarães, 1 (fonte deconhecida publish date).
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Maria Afonso

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Maria Afonso

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Maria da Piedade Afonso

n: 1840, f: 1 Abril 1894

Familia: Dr. Joaquim Taibner de Morais n: 10 Ago 1840, f: 2 Abr 1904

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Maria Natália Reis Afonso

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Olívia Quitéria Afonso

f: 13 Janeiro 1934
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Rabaldo Afonso1

Familia:

Citações

  1. António Francisco da Franca Ribeiro Memorial das Famílias do Cadaval - Ribeiro, Textiverso, Cadaval, 1ª edição (2011) 9789898044464 "Pag 100."
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Fr Agostinho1

Citações

  1. Felgueiras Gaio Nobiliario de Famílias de Portugal, n.pub., n.p., fonte deconhecida edition (fonte deconhecida publish date).
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Leonel Luís Vieira de Aguiar da Câmara

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