Cor José Augusto Faure da Rosa

n: 16 Novembro 1873, f: 8 Novembro 1950
  • Pai: João Maria Gervásio Rosa
  • Nota: José Augusto Faure da Rosa, Coronel, nasceu em Leiria em 16 de Novembro de 1873. Tendo frequentado a Escola do Exército, abraçou a carreira militar, sendo promovido a tenente em 1897.

    Serviu a Pátria na Metrópole e no Ultramar, desde Angola até Timor, envergando sempre a "farda Imaculada dos que cumpriram o juramento de soldado, quando a vestiram pela primeira vez". A par das actividades militares, foi professor do liceu, primeiro em Leiria e, depois, em Lisboa, sempre sobrecarregado de afazeres porquanto, para além daqueles, oficiais, que assumira, tinha ainda os outros sobre os quais se debruçava com prazer: escrever. Assim, dedicou-se ao jornalismo e ao teatro, traduzindo do inglês, de colaboração com Henrique Garland, duas peças de teatro (Bébé e Tótó, e A Doença da Mamã).

    Já com 5 filhos, embarca, então, para a Índia, na ideia de aumentar os recursos económicos, e ali fica, prestando relevantes serviços, durante 18 anos, e desempenhando cargos que foram o de Governador de Damão, Chefe do Estado Maior do Quartel General do Governo Geral da Índia, Administrador das matas de Goa, de Praganã e Nagar-Aveli, e, neste último território, Comandante Militar e Administrador Civil, actividades sempre exercidas com competência, excepcional zelo e espírito empreendedor.

    Em 1912 participa da campanha de Timor, comandando a coluna de operações do Oeste. À sua acção nesta campanha se refere, mais tarde, o Comandante Geral Filomeno da Câmara, em termos elogiosos no seu 'Relatório', referindo que, contrariando o estipulado superiormente, Faure da Rosa recusou-se a separar, entre os prisioneiros, as mulheres e os filhos dos respectivos chefes de família, demonstrando assim o seu alto espírito humanitário. Em 1920 termina a sua carreira no Estado da Índia, regressando ao Continente para, em 1922 partir de novo, desta vez para Moçambique, sendo nomeado Secretário Geral do Governo de Manica e Sofala, na Beira, de onde regressa em 1925.

    Possuía as medalhas de prata de Valor Militar (com Palma), de ouro, de Comportamento Exemplar e outra, da Campanha de Timor. Era Grande Oficial da Ordem Militar de Aviz. Aqueles que o conheciam afirmavam que "mais depressa o sol se desviaria do seu curso do que ele do caminho da honra".(1) Sempre sorridente, não demonstrava, no trato com cada um, os problemas que, por vezes, lhe envolviam o coração amargurado. Em 1927, então com cinquenta e quatro anos, assiste ao desencarne da filha mais nova, Noémia, de vinte e poucos anos. O desespero de ver partir aquele ente querido, mais as imagens que a filha descreve, antes do desencarne, vendo o que mais ninguém lobriga, levam-no a pôr de parte todas as ideias cooperativistas, debruçando-se sobre o estudo da Doutrina Espírita, que não mais abandona. (2)

    Dá a sua colaboração à Federação Espírita Portuguesa desempenhando, por diversas vezes, o cargo de Presidente de Direcção, dirige a 'Revista de Espiritismo', 'Revista de Metapsicologia' e 'O Mensageiro Espirita', todas da F.E.P.; colabora com artigos que escreve e são publicados em todas as revistas espíritas portuguesas editadas na época, inclusivé na 'Luz e Caridade', de Braga; 'Além', do Porto; 'Estudos Psíquicos', de Lisboa, entre várias outras, e faz palestras, não só nas instalações da Federação como em qualquer outro local onde o convidem para falar, com palavras que "lançaram muita luz e esclareceram muitas almas". (3)

    Rebatendo o conferencista belga, Pierre Goemaére, que levianamente atacou o Espiritismo, numa palestra no cinema S. Luiz, fez uma conferência no cinema 'Condes', que redundou em apoteose, com a sala completamente cheia dos mais ilustres nomes da época, onde se viam advogados, médicos, engenheiros, comerciantes, industriais, artistas, etc., enquanto ele falava "Em Defesa do Espiritismo" (4). Desloca-se por diversas vezes ao Porto, para falar na 'Sociedade Portuense de Investigações Psíquicas'. . Em S. Paulo, existe uma rua com o seu nome no distrito de Jabaquara, criada com o seguinte histórico: "Faure da Rosa foi escritor modernista da segunda geração.

    O Coronel José Augusto Faure da Rosa (1873-1950) nasceu em Leiria Portugal, desencarnando em Lisboa Portugal. Foi Chefe do Estado Maior do Quartel General do Governo Geral da Índia Portuguesa, tendo comédias encenadas no Teatro Português. Tornou-se espírita e foi Presidente da Federação Espírita Portuguesa. Dirigiu e colaborou em Revistas espíritas, escrevendo livros espiritistas".
  • Nascimento: 16 Novembro 1873; Leiria
  • Falecimento: 8 Novembro 1950
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Evaristo Guilherme Fauchier Faure

n: 30 Agosto 1875
  • Nascimento: 30 Agosto 1875; Foi registado como Pai incógnito, sendo ligitimado em 1896 quando do casamento de sua mãe com seu pai
  • Casamento: 30 Agosto 1901; Leiria; Principal=Gertrudes de Aguiar Marques

Familia: Gertrudes de Aguiar Marques n: 3 Jan 1876, f: 12 Jul 1950

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Francisco Guilherme de Aguiar Marques Faure

n: 16 Setembro 1904, f: 8 Novembro 1966

Familia: Maria Celeste Libano Monteiro n: 11 Set 1905

  • António Francisco Libano Monteiro Faure
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François Arthur Pierre Faure

n: 6 Janeiro 1844

Familia: Ermelinda Augusta de Figueiredo f: 12 Set 1895

  • Carlos Faure
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Maria Eugénia Faure

n: 28 Fevereiro 1846
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Pierre Faure

n: 25 Maio 1786

Familia: Marie Geneviève [...] n: 15 Fev 1797

  • Francisco Guilherme José Faure
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Ervigio Favila

n: cerca de 630

Familia: Liubigotona Baltes n: c 630

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Joaquim dos Santos Feijão

n: 13 Maio 1901, f: 17 Julho 1970

Familia: Elvira Laborinho Eusébio n: 15 Jan 1903, f: 28 Fev 1971

  • António Laborinho Eusébio
  • António Laborinho dos Santos
  • José Maria Laborinho dos Santos
  • Eduardo Laborinho dos Santos
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Maria José de Oliveira Feio

n: 21 Outubro 1842, f: 5 Setembro 1907

Familia: Dr. Acurcio João Maria Quaresma n: 22 Dez 1830

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António Fernandes

f: 19 Janeiro 1957
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Ana Maria Cordeiro Fernandes

n: 5 Agosto 1954, f: 11 Novembro 1996

Familia: Filipe Manuel de Figueiredo e Melo de Oriol Pena

  • Dr.ª Brígida Cordeiro Fernandes d' Oriol Pena

Citações

  1. Gonçalo Monjardino Nemésio História de Inácios, Dislivro Histórica, Lisboa, 1º ed. (2005) 9728876289 "Vol I, pag 654."
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André Fernandes

f: antes 1673
  • Pai: André Fernandes
  • Mãe: Catarina Jorge

Familia: Maria Alves f: a 1673

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António Fernandes

f: antes 1688
  • Casamento: moradores na Barreira; Principal=Maria Rodrigues
  • Falecimento: antes 1688

Familia: Maria Rodrigues f: a 1688

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Maria das Dores Lourenço Fernandes

n: 28 Julho 1852, f: 9 Novembro 1936
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Nuno Fernandes1

n: cerca de 1100
  • Pai: Fernando Mensaraz1
  • Nascimento: cerca de 11001

Familia:

Citações

  1. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "vol. II-pg. 453 (Barretos) e vol. X-pg. 33 (Velhos)."
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Pero Fernandes1,2

n: cerca de 1130

Familia: Fruilhe Sanches de Barbosa n: c 1140

Citações

  1. José Augusto de Sotto Mayor Pizarro Linhagens Medievais Portuguesas, Universidade Moderna, Porto, 1ª ed. (1999) fonte deconhecida isbn "Vol 1, page 237."
  2. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "vol. I-pg. 601 (Azevedos) e vol. II-pg. 236 (Barbosas)."
  3. José Augusto de Sotto Mayor Pizarro Linhagens Medievais Portuguesas, Universidade Moderna, Porto, 1ª ed. (1999) fonte deconhecida isbn "Vol 1, page 232."
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Ximena Fernandez

n: cerca de 970, f: cerca de 1035

Familia: Garcia IV Sanchez , rei de Pamplona n: 958, f: 1004

  • Sancho III el Grande [...] , rei de Navarra e Castilha
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Maria Teresa Serrasqueiro Ferreira da Costa

  • Falecimento: faleceu aos 7 anos
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Ana Ferreira

n: 9 Novembro 1857, f: 10 Fevereiro 1860
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António Ferreira

n: 9 Janeiro 1859
  • Pai: António Ferreira
  • Mãe: Inácia de Jesus Henriques
  • Nascimento: 9 Janeiro 1859
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