Manuel Barbosa Pinto de Vasconcelos

n: 28 Março 1784, f: 26 Setembro 1853
  • Casamento: Principal=Francisca Rosa do Amor Divino Gonçalves de Carvalho1
  • Nascimento: 28 Março 1784; Alcobaça, Alcobaça
  • Falecimento: 26 Setembro 1853; Leiria

Familia: Francisca Rosa do Amor Divino Gonçalves de Carvalho

  • Maria Joana Benedita Barbosa Sá Pinto de Vasconcelos

Citações

  1. Nuno Gorjão Henriques e Miguel Gorjão Henriques Gorjão Henriques, ed de autoe, Lisboa, 1ª ed. (2006) 9728876475 "Vol I, pag 167."
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Emília Adelaide Pinto do Rego

n: 1810
  • Nota: 1809; Ver o Requerimento de partilhas de 1828 ( O Barão de Porto Mós de António Borges da Cunha, pag 64 a 66)
  • Nascimento: 1810; Ver o Requerimento de partilhas de 1828 e Nota Desembargo do Paço (Estremadura e Ilhas), 1828, mç 2021, nº 22. e "O Barão de Porto Mós" de António Borges da Cunha, pag 64 a 66
  • Casamento: 18 Maio 1858; São João, Porto de Mós, Porto de Mós; (ADLeiria, Casamentos, Porto de Mós, S. João, Liv 1840-1867, fl. 49v); Principal=Felisberto Pinto do Rego
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Gabriela Henriqueta Pinto do Rego

  • Pai: Sarg. Mor, Dr. José da Cunha Ceia
  • Mãe: Gabriela Inácia Pinto do Rego
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José Pinto do Rego

n: 16 Janeiro 1815
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Cap. José Pinto do Rego

n: cerca de 1780
  • Pai: Sarg. Mor, Dr. José da Cunha Ceia
  • Mãe: Gabriela Inácia Pinto do Rego
  • Nascimento: cerca de 1780; Porto de Mós, Porto de Mós
  • Milit-Beg: Agosto 1810; Capitão 2ª nas Milicias de Leiria (As Ordenanças e as Milicias em Portugal, de Nuno Barrego, Vol I, Lisboa 2006, pag 638)
  • Nota: entre 1826 e 1929; Vereador da CM de Porto de Mós
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Maria Hermínia Pinto do Rego

n: 1850
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António dos Santos Pinto

  • Casamento: Principal=Maria das Mercês Gil de Oliveira Dias
  • Falecimento:

Familia: Maria das Mercês Gil de Oliveira Dias

  • Dr.ª Maria da Nazaré Dias Pinto
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Francisco Cortez Pinto1

n: 12 Fevereiro 1885, f: 1974

  • Pai: Manuel Pinto da Silva1
  • Mãe: Joaquina Adelaide da Conceição Curado1
  • Nota: Francisco Cortês Pinto, médico militar, nasceu em Leiria a 12 de Fevereiro de 1885. Licenciado em Medicina pela Universidade de Coimbra, entrou na carreira militar onde chegou ao posto de Major. Chefiou o Laboratório de Bacteriologia e Análises do Hospital Militar da Estrela, os serviços de saúde da coluna enviada a Cassinga e Evale, durante a Campanha de Angola (1915-1916), os serviços de saúde do Batalhão de Infantaria 24 na Flandres (1917) e foi adjunto e director do Hospital-Ambulância de Fauquemberges, na Flandres (1917), durante a I Grande Guerra.

    Durante a I República fez parte da comissão organizadora da "União Republicana" (Partido Unionista), partido fundado em 1912.

    Francisco Cortês Pinto desempenhou vários cargos importantes na direcção da Associação Industrial Portuguesa desde o triénio de 1924-1926 até que chegou a Vice-Presidente e Presidente da AIP entre 1941 e 1961. Foi, ainda, membro do Supremo Tribunal do Contencioso Fiscal e ocupou cargos dirigentes em muitas empresas dos sectores bancário, segurador, metalúrgico, eléctrico e do papel. Faleceu em 1974.



    Em 1911, Cortês Pinto foi um dos co-fundadores do Laboratório Sanitas, junto com o farmacêutico Horácio Pimentel (seu sócio na firma Cortês Pinto & Pimentel, Lda). Com sede em Lisboa, o "Sanitas" era já em 1917, com comprimidos e ampolas, uma das empresas exportadoras de especialidades farmacêuticas. Em 1923 foi instalada na Travessa do Carmo uma secção de material cirúrgico e afins e na Feira de Amostras Industriais, realizada no Estoril em 1929, um stand do Laboratório Sanitas apresentou diverso mobiliário e instrumentos cirúrgicos de seu fabrico. A firma proprietária do Sanitas passou a pertencer à secção de indústrias químicas da Associação Industrial Portuguesa entre 1918-1920, passando pouco depois, Francisco Cortês Pinto a desempenhar um papel de relevo na vida associativa industrial. No dia 31 de Maio de 1930 foram inauguradas novas e amplas instalações dos Laboratórios Sanitas, necessárias pelo aumento crescente das exportações para as colónias, Brasil, Índia inglesa, Congo Belga e Congo francês. A novas instalações eram constituídas por seis grandes edifícios de 40 metros de comprido cada cobrindo uma área de 10.000 m2 no quarteirão formado pelas ruas D. João V, Custódio Vieira e Silva Carvalho. O jornalista da revista Indústria Portuguesa que cobriu a inauguração afirmou que "por toda a parte se admiram os mais modernos maquinismos, tanto nos laboratórios propriamente ditos, com os seus aparelhos de emulsionar, comprimir, encher ampolas, fabrico de pastas, pensos e outros produtos, como nas salas de estufa, empacotamento, galeria de máquinas, instalação de caldeiras, gabinete de consultas e tratamento e oficinas de lavagem de garrafas e frascos". O repórter ficou particularmente impressionado com a mecanização das diferentes secções "que lhes assegura o máximo de produção com um mínimo de pessoal". Os laboratórios possuíam uma geradora própria a vapor, uma sala com as máquinas de granular, de confeitar e de comprimir "dirigidas por um único homem", outras salas de encher e encapsular, de embalagem, de preparação dos solutos para as ampolas, de enchimento das ampolas, de lavagens de vasilhame e de fabrico de água oxigenada. Um dos pavilhões era o denominado de culturas, com o serviço de bacteriologia, com salas de preparação, de estufa e de geleiras. O serviço era dirigido por três bacteriologistas, cujos gabinetes privativos ("à maneira da organização alemã 'Bayer") se situavam em outro pavilhão, junto com a contabilidade e a Sala de Conferências. Num grande pavilhão com anexos funcionava o armazém, para as drogas, produtos químicos e produtos acabados e prontos para serem expedidos. Os funcionários dispunham de vestiário, refeitório e recreio ajardinado num miradouro sobre a cidade e o Tejo. Em 1930 foi fundado o Laboratório Sanitas do Brasil, em S. Paulo. No período de 1945 a 1952 deu-se novo alargamento das instalações, numa situação caracterizada pela enorme carência de medicamentos produzidos na Europa, pelo repentino afluxo de matérias primas americanas e pelo aparecimento de novas técnicas e substâncias (como os antibióticos). O Sanitas possuía uma Farmácia, de que era directora em 1931 a farmacêutica Esperança Castro Ferreira, licenciada pela Faculdade de Farmácia de Lisboa.

    O investimento na área de I&D levou à constituição de um Gabinete de Estudos constituído pelos dois directores técnicos (João Carvalho Guerra e Eurico Pimentel), seis médicos, três farmacêuticos, dois professores de Medicina Veterinária e dois engenheiros químicos. Além de especialidades, o Laboratório Sanitas comercializava material cirúrgico, de medicina dentária, de raios X e electromedicina, de anestesia e oxigenoterapia e material de laboratório. Tinha sucursais no Porto, Coimbra, Évora, Lourenço Marques (Maputo) e Luanda. Encontrava-se também associada à Metalúrgica da Longra, Lda (Douro) para a produção de material hospitalar e outro mobiliário metálico, tendo fornecido o Hospital Escolar de Lisboa.1
  • Nascimento: 12 Fevereiro 1885; Leiria
  • Falecimento: 1974

Citações

  1. Luís Lourenço Regueira de Pontes, a sua história e as suas gentes, Ed. do autor, Leiria, 1ª ed. (2007) fonte deconhecida isbn.
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Manuel Carlos de Azevedo Pinto

n: 14 Outubro 1827, f: 13 Novembro 1900
  • Casamento: Principal=Maria Augusta Nogueira Rijo Fernandes de Macedo
  • Nascimento: 14 Outubro 1827
  • Falecimento: 13 Novembro 1900

Familia: Maria Augusta Nogueira Rijo Fernandes de Macedo

  • Maria Elisa de Azevedo Pinto
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Maria Lucinda dos Santos Rodrigues Pinto

n: 11 Setembro 1952, f: 11 Setembro 1982
  • Pai: ... Rodrigies Pinto
  • Mãe: Renata Maria dos Santos

Familia: António Carlos Guerra Raposo de Magalhães n: 24 Out 1951, f: 24 Jan 2005

  • João Carlos Rodrigues Pinto Raposo de Magalhães
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Teresa Pires1

n: cerca de 1065

Familia: Ramiro Aires n: c 1060

Citações

  1. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "vol. III-pg. 281 (Carpinteiros)."
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Ten. José Carlos Pissarra

n: 8 Março 1898, f: 27 Março 1925
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Gala Placida

n: cerca de Outubro 388, f: 27 Novembro 450

Familia: Ataulfo [...] , rei f: 415

  • Teodorico [...]
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Maria da Guerra Pessanha Pomba

n: 30 Abril 1735, f: 12 Julho 1778
  • Pai: Cap Sebastião da Guerra Passanha
  • Mãe: Angélica Antónia Pomba
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António da Guerra Pessanha Pombo

n: 23 Junho 1778
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Isabel da Guerra Pessanha Pombo

n: 12 Junho 1767
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Joaquim da Guerra Pessanha Pombo

n: 20 Julho 1764
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José da Guerra Pessanha Pombo

n: 12 Fevereiro 1776
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Manuel da Guerra Pessanha Pombo

n: 9 Maio 1756
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Maria da Guerra Pessanha Pombo

n: 20 Abril 1758
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