Maria da Nazaré Margarido

n: 29 Abril 1894
  • Nota: Description: tendo sido padrinhos António Antunes, solteiro, lavrador, e Margarida Bárbara, c asada, ambos residentes na fregusia da Serra do Bouro (Serra do Bouro, B-1894, nº 19, fl. 1 1 e 11 vs., item 1, MF 167 SGU, ADL)


    Madrinha de Maria da Nazaré Pedrosa Ventura.
  • Casamento: FAAE398285CAB24CAB29C9EC9FEE6E447843; Principal=José Raínho
  • Nascimento: 29 Abril 1894; Serra do Bouro, Espinheira, Caldas da Rainha
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Maria da Nazaré Margarido

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Maria Joaquina Margarido

n: 9 Maio 1931
  • Casamento: D1F4A4618ACC1C4596D07586CBE250906FC0; Principal=Ernesto Nunes
  • Nascimento: 9 Maio 1931

Familia: Ernesto Nunes n: 3 Mai 1930

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[...] Maria Joaquina

Familia: José Ribeiro

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Margarida Pinto Marinho da Silva

n: 27 Janeiro 1963
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Raul Jorge de Figueiredo Marinho da Silva

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Virgínia Marinho1

Familia: Horácio Nelso de Paula Barros

Citações

  1. Website Colégio Brasileiro de Genealogia - Artigos genealógicos: título Niemeyer (arquivo de Paulo Carneiro da Cunha) (http://www.cbg.org.br/arquivos_genealogicos_n_01.html).
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Arq. João Gabriel Reis de Mariz Graça

n: 22 Julho 1956
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Arq. Maria Madalena Charters Oliveira Reis de Mariz

n: 18 Junho 1986
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Eng.ª Maria Sofia Charters Oliveira Reis de Mariz

n: 8 Junho 1989
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Teresa Fernandes de Marnel1

Familia: D. Mem Viegas de Sousa

Citações

  1. D. António Caetano de Sousa História Genealógica da Casa Real Portuguesa, Atlântida-Livraria Editora, Lda,, Coimbra, 2ª Edição (1946) fonte deconhecida isbn "Tomo XII - P. I-pag 140."
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João dos Santos Marnoto

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Dr.ª Maria Margarida Ventura da Cruz Marnoto

n: 17 Agosto 1937
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Maria Marques Vieira

n: 24 Agosto 1918, f: 12 Maio 1967
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José Belo Marques

n: 25 Janeiro 1898, f: 27 Março 1987
  • Nota: Biographie
    Era conhecido por "o rapaz do violoncelo" pela tertúlia do Café Gelo, no Rossio, mas o grande público recordá-lo-á mais pela autoria de canções como "Grão de Arroz"," Alcobaça" ou "Feia". Canções que, ironicamente, foram necessárias ao maestro José Belo Marques para sobreviver, já que a sua ambição era a de ser compositor sinfónico.
    -Nascido em Leiria em 25 de Janeiro de 1898 considerado "menino prodígio" por dominar já vários instrumentos aos treze anos, após quatro anos de estudo, José Belo Marques não teve uma formação musical convencional;
    - 1914 - de facto, aos 16 anos actuava no Casino Mondego, na Figueira da Foz, onde conheceu o seu mentor João Passos, igualmente violoncelista e que o ajudou a escolher aquele instrumento;
    -1918 - tornava-se músico profissional nos paquetes e viajou até 1929;
    -1926- Dirige o Orfeon Scalabitano, em Santarém função que nunca abandonou enquanto esteve em Portugal Continental;
    -1927- Casino Pavão - Funchal tocou com a Orquestra Remartinez!
    -1929 - Só nesse ano se fixou em Lisboa onde iniciou estudos mais tradicionais. Pelo meio, ia sempre escrevendo obras sinfónicas, mas a dificuldade de sobreviver com estas composições;
    - 1935 - levou-o a aceitar o convite da Emissora Nacional onde Dirigiu o Centro de Preparação de Artistas da Rádio. Dessa primeira estadia na estação de rádio, que durou três anos, ficou célebre a sua orientação do Quarteto Vocal Masculino com Mota Pereira, Paulo Amorim, Guilherme Kjolner e Fernando Pereira;
    - 1938 - foi para Moçambique;
    - 1939 - 1º Espetaculo apresentado ao publico de Lourenço Marques com o Orfeão o Rádio Club que a Arte do Maestro "soube modelar e até compor numa formosíssima paisagem de som e harmonia";
    - 1941 - Com o Orfeão o Rádio Club de Lourenço Marques iniciou os ensaios da opereta "Amor à Vista" de Fausto Ritto, José Mendonça e musica de Belo Marques;
    - 1941- de regressou ao continente começou a compor a "Fantasia Negra" (Poema Coral Sinfónico), que foi estreada no Teatro Nacional de S. Carlos com Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional e com Coros do Orfeoão Scalabitano. Ingressa novamente nos quadros da Emissora Nacional, para abraçar definitivamente a canção popular, formando a Orquestra Típica Portuguesa e dirigindo a Orquestra de Variedades (cuja direcção passou a Tavares Belo em 1946) e o Centro de Preparação de Artistas de Rádio;
    - 15/11/1942 - Formação Orquestra Típica Portuguesa;
    - Janeiro de 1947 - Apresenta as "Quatro Marias", novo Quarteto Vocal Feminino;
    - 3 e 4 de Maio de 1946- O Orfeão Escalabitano apresenta a Opereta "Um homem do Ribatejo", em 2 atos, original de Cardoso dos Santos com musical de Belo Marques;
    - 9 e 11 de Junho de 1947 - serão anual do Orfeão Escalabitano com apresentação da Opereta "Esmeralda", em 2 atos, com original de Belo Marques no Teatro Rosa Damasceno;
    - 13/09/1949 - Serão na Estufa Fria, em Lisboa, com Concerto de Orquestra de Salão da Emissora Nacional, dirigida por Belo Marques, promovido pela Câmara Municipal de Lisboa;
    - Na década de 50 por influencia da Orquestra de Mantovani a EN criou a Orquestra de Salão tendo dado a regência ao Maestro;
    - 15/04/1950 - O Coro Feminino, dirigido por Belo Marques, é considerado o "Melhor Conjunto Vocal de Rádio Portuguesa";
    - 2/07/1952 - No Teatro S. Carlos, Poema Coral Sinfónico: sobre temas africanos com a Orquestra Sinfónica Da Emissora Nacional com os artistas Raquel Bastos como soprano, Paulo Manso com Violino e o Orfeão Escalabitano;
    - 1955 - Concorreu ao Festival da Canção Latina, em Génova, tendo trazido par Portugal duas caravelas : uma referente à "Canção Inédita" (de Joaquim Luís Gomes intitulada "Olhos Verdes") e a outra à "Canção de Sucesso" ("Alcobaça", cantada por Maria de Lurdes Resende);
    - 15/11/1958 - Homenagem no Pavilhão dos Desportos em Lisboa;
    É, contudo, posterior a toda esta carreira a sua composição mais conhecida, ALCOBAÇA com letra de Silva Tavares, cantada
    por Maria de Lurdes Resende nos finais dos anos cinquenta e que - como disse em tempos - lhe pagou a casa que construiu em Arruda dos Vinhos (Sobral de Monte Agraço);
    Escreveu igualmente marchas populares e criou música para uma vintena de revistas e meia-dúzia de filmes, tendo assinado cerca de sete centenas de canções. Retirou-se do olhar público na década de sessenta.
    -1980 participou na RTP no " O Resto São Cantigas" com Solnado, Fialho e Carlos Cruz. Hábil conversador, humor sagaz e acutilante. Subtil poeta popular e um narrador. Queixou-se de poder vir a desaparecer sem que os seus versos vissem a luz do dia sob a forma de livro.
    -1981 é editado o seu livro Post-Scriptum pela Editora Potyugália.
    Casado com Guiomar, pai de 4 filhos : Maria, Fernando, Abílio e Álvaro. Têve 8 netos que conheceu. Não conheceu os bisnetos.
    Tem ruas com o seu nome, entre outras, Leiria, Alcobaça, Sobral de Monte Agraço, Queluz e Lisboa(Lumiar)!
    Ainda no campo internacional na Feira Internacional de Paris atuou com o Quarteto Vocal Masculino, no Teatro dos Campos Elísios.
  • Nascimento: 25 Janeiro 1898; ADLeiria, Leiria, Leiria, Baptismos, Liv. 1898, fl. 11, nº 33)
  • Falecimento: 27 Março 1987
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Albertina Marques

n: 23 Julho 1904
  • Nota: Description: às 06h00

    Description: tendo sido padrinhos Dionísio dos Santos, solteiro, trabalhador, e Maria Joaquin a, solteira, doméstica, ambos da Foz (Serra do Bouro, B-1904, nº 61, fl. 16 vs. e 17, item 1 , MF 167 SGU, ADL)
  • Nascimento: 23 Julho 1904; Serra do Bouro, Foz do Arelho, Caldas da Rainha
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Alda da Silva Marques

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Ana Paula Marques1

n: 28 Janeiro 1972

Citações

  1. Nota manuscrita sobre a Família Monteiro Poças, da autoria de Maria Regina Monteiro Poças, Agosto 2008.
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Cap. André Marques

Citações

  1. Saul António Gomes 'Capelas e Ermidas na Paróquia da Batalha em Setecentos', Leiria Fatima - Orgão Oficial da Diocese, XVI, nº 45, 2008, pag. 157.
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Angelina Elvira Marques

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