João José Almeida Simões

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João Paulo Morais de Araújo Simões

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João Soares de Ceia Simões

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Luis Simões

n: 15 Julho 1831
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Luís Soares de Ceia Simões

f: cerca de 1910
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Maria da Encarnação Simões

n: 1886, f: 24 Abril 1970

Familia: Cap. Alfredo José Barroso n: 15 Abr 1887, f: 14 Jan 1970

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Maria do Carmo Simões

n: 15 Junho 1872

Familia: Luís Maria da Fonseca n: 11 Jul 1875

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Maria do Carmo Sampaio da Veiga Simões

n: 30 Outubro 1917, f: 26 Março 1996
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Maria Emília Simões

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Maria Isabel Sampaio da Veiga Simões

n: 6 Julho 1920, f: 24 Junho 2006
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Maria Lúcia Augusta de Oliveira Simões

n: 11 Setembro 1861, f: 23 Julho 1895
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Pedro Oliveira Simões

n: 22 Junho 2003
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Sabino de Ceia Simões

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Isabel de Faria de Siqueira

Citações

  1. Anotado pelo Visconde da Cortegaça Nobiliário de Alentem, do anotador, Lisboa, 1º (1955).
  2. Felgueiras Gaio Nobiliario de Famílias de Portugal, n.pub., n.p., fonte deconhecida edition (fonte deconhecida publish date).
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Alfons Skilandat

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Brigitt Laborinho Delgado Skilandat

n: 10 Maio 1983
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Maria Lourenço de Soalhães1,2

Citações

  1. Manuel Soares de Albergaria Paes de Melo Soares de Albergaria, Edição de Autor, n.p., 1ª Edição (1951) fonte deconhecida isbn "pag 41."
  2. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "Vol IX, pag 478 (Soares de Albergaria)."
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Maria Violante Soares Barbosa de Ceia

f: 26 Agosto 1849
  • Casamento: Principal=José de Faria Gomes de Oliveira
  • Nascimento:
  • Nome alternativo: 9 Janeiro 1842; Ana Maria Violante Soares Barbosa; numa escritura de aforamento com o seu marido (Not Ireno Roberto Dias, V-60-D-36)
  • Falecimento: 26 Agosto 1849; Sé, Leiria, Leiria; (ADLeiria, Obitos, Leiria, Sé, fl 6 e 6v)
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Ana Barbara Soares Barbosa

n: 1788, f: 22 Agosto 1868

Familia: Ten-cor. William Charters n: 20 Out 1783, f: 25 Nov 1839

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Pe. Dr. António Soares Barbosa

n: 27 Novembro 1735, f: 3 Março 1801

  • Nota: Presbítero secular, formado no Seminário Episcopal de Coimbra, onde chegou a ser Professor de Filosofia.
    Bacharel em Cânones, 15.5.1761; Formatura, 16.6.1761.
    Tomou o capelo na Univ de Coimbra, como clérico, em distrito canónico em 1761; foi nomeado Professor de lógica na Faculdade de Filosofia em 1772; decano da Faculdade de Filosofia em 1791 e director fa Faculdade de Filosofia (29.3.1791-1800). Jubilado por Carta Régia de 23.2.1790. Foi sócio da Academia Real das Ciencias e deputado da Junta da Directoria Geral de Estudos e Escolas do Reino em 1799. Escreveu muitas obras, algumas notáveis.

    Teve um Colégio com o seu nome em Ansião.1,2
  • Nota: Professor de Filosofia (n. Ansião, 1734-m. Coimbra, 1801), estudou no Seminário de Coimbra e na respectiva Universidade, onde se formou em Cânones. Foi um dos quatro principais professores de Filosofia após o decreto de expulsão dos Jesuítas. Em 1772 foi nomeado lente de Lógica, Metafísica e Ética na Faculdade de Filosofia, reformada pelos Estatutos desse mesmo ano e, em 1791, é nomeado decano e director da mesma Faculdade.

    São fundamentalmente duas as obras que o fizeram sobressair no panorama intelectual da sua época: o Discurso sobre o bom e verdadeiro gosto na Filosofia (1766) e o Tratado Elementar de Filosofia Moral (1792), ambas elaboradas dentro dos princípios da corrente das Luzes.

    Na primeira das obras, a ideia de um bom gosto na Filosofia converte-se num discurso sobre o método à luz do «matematismo» reinante. Na corrente das «Luzes» a noção de «método» está ligada a uma razão argumentativa e ao discurso de intenção pedagógica, integrada enquanto quarta e última parte da Lógica. Nesse sentido, define-se como a ordem de disposição dos argumentos, na base da clareza e simplicidade, a partir da qual se pretende estipular uma noção de «ordem natural» do discurso ou «ordem da razão», «tirada da contínua observação das operações da nossa alma» (Discurso..., p. 17). Ressalta assim o primado de uma Lógica de carácter profundamente psicologista, no quadro do pedagogismo imperante. A proximidade e mesmo a equivalência que Barbosa estabelece entre método e gosto, usando, por vezes, indistintamente um e outro termo, assenta, em última análise, na tese de Muratori nas Riflessioni sopra il Buon Gusto, onde o gosto é associado ao nobilissimo pregio dell'Ordine» sob o exemplo da Matemática que ensina «a bene dividere e ordinare le cognizioni e le cose» (parte I, capítulo III). O método e, portanto, o bom gosto, é considerado no Discurso... como a única servidão admissível ao filósofo, pois se traduz na superação da obscuridade do raciocínio e nos confere o modo correcto de dirigir as operações da nossa mente, possibilitando o «progresso» do conhecimento. A respeito de Newton, p. ex., dirá que mais importante que conhecer as suas doutrinas é saber o método por que as constituiu, referindo-se ao comum desejo dos teóricos das «Luzes» em generalizarem às operações da mente as vias analítica e sintética, definidas na Óptica.

    Quanto ao Tratado, toda a exposição que nos oferece da Filosofia Moral é de molde a sublinhar a sua dependência perante a teoria do direito natural moderno e continua ideias fundamentais já expressas na parte final do Discurso... Analisando o que se deve entender por natureza (humana) na Moral e no Direito, ataca os que, neste âmbito, prescindem de Deus, «pondo a Natureza por única legisladora». O Tratado expõe, sob especial influência de Burlamaqui, as «Obrigações do homem deduzidos dos princípios da Lei Natural Primitiva», para com Deus, para consigo próprio e, finalmente, para com o conjunto do género humano, adoptando um estilo claro que não se coíbe de percorrer as várias correntes de opiniões do período moderno (Grócio, Puffendorf, Heinécio ... ) com intuito predominantemente didáctico. Segundo Cabral de Moncada, foi esta a obra mais notável que em Portugal se publicou sobre Filosofia do Direito no final do séc. XVIII e até cerca de meados do séc. XIX. Apesar do panorama erudito e ecléctico que aí apresenta, começa já a manifestar-se com Soares Barbosa, nesta obra, uma reacção ao nacionalismo iluminista tal como este se exprimira nos Estatutos da Universidade de Coimbra (1772) e na obra de Martini: nega as teorias contratualistas a respeito da sociedade civil; a existência de um estado de natureza anterior de absoluta igualdade e liberdade; a absoluta independência da razão, assim como a existência de um princípio racional único como fonte primária de todo o Direito.

    Obras Principais
    Opusculum Philosophicum ad usum Tyranum elocubratum (1758); Discurso sobre o bom e verdadeiro gosto na Philosophia, (1766); Tractado Elementar de Philosophia Moral, 3 tt. (1792).

    Bibliografia
    Luís Cabral de Moncada, Subsídios para Uma História da Filosofia do Direito em Portugal (1772-1911), Coimbra, 1938, sobretudo p. 24; J. S. da Silva Dias, Portugal e a Cultura Europeia (Séculos XVI a XVIII), Coimbra, 1953; José Esteves Pereira, «Natureza e Expressão do Saber», in Prelo, n.º4, 1984, pp. 71 a 84.
  • Nome alternativo: António Freire de S Lazaro Barbosa Soares
  • Baptism: 27 Novembro 1735; Ansião, Ansião, Ansião; Foi padrinho o paroco D. Jerónimo da Encarnação e sua tia "donzela" Maria Freire de Ansião (ADLeiria, Leiria, Ansião, Baptismos, Liv 1723 - 1764, fl. 70v)
  • Nota: 16 Janeiro 1780; eleito membroda Academia de Ciencias de Lisboa. Colocado na Classe de Ciencias de Observação nesta mesma data.
  • Nota: 1791; "Sobre a causa da doença chamada ferrugem, que vai grassandonos olivais de Portugal" Memória económica sa Academia Real das ciencias de Lisboa, tomo III, 1791
  • Nota: 1797; "Observações sobre um higrómetro vegetal" Memórias da Academia das Ciencias de Lisboa, Tomo I, 1797
  • Falecimento: 3 Março 1801; S. João de Almedina, Coimbra, Coimbra; ficou enterrado na igreja de S. João de Almedina (AUCoimbra, Óbitos, Coimbra, Almedina, Liv 1747 -1803, fl.136)
  • Nota: 1845; ANTONIO SOARES BARBOSA.
    Irmão no sangue, na vastidão dos conhecimentos, profissão, e dignidades, é justo que após a a noticia, que no antecedente volume d'este Jornal publicámos, do Sr. Jeronymo Soares Barbosa, demos a do Sr. Antonio Soares Barbosa, como alli promettemos; e mais tarde, se a saúde nos não fallar, fallaremos lambem do Sr. Nicolau Soares Barbosa - triumvirato venerando, tão prestadio e vantajosa á pátria litteratura, como o foram outros Barbosas , cuja memoria ainda hoje nos é cara pelas obras inestimáveis, que nos deixaram, fructo de muitas vigílias.
    O Sr. Antonio Soares Barbosa nasceu em Ancião a 5 de maio de 1734. Foi educado no Seminário Episcopal de Coimbra, então recemfundado pelo virtuoso Bispo, D. Miguel do Annunciação, e n'elle se ordenou de Presbytero, e exerceu o cargo de Mestre. Em 16 de Junho de 1761 fez a sua formatura em cânones, e aos 20 de fevereiro de 1767 foi despachado professor de lógica na Universidade de Coimbra; lente proprietário do 1º anno de philosophia em 9 de outubro de 1772 ; igualado á cadeira de historia natural em 10 de julho de 1782; jubilado na dicta faculdade de philosophia em 23 de fevereiro de 1790; nomeado decano da mesma faculdade em 29 de março de 1791 ; sócio da Academia Real das Sciencias de Lisboa em 1789 (?) deputado da Directoria Geral dos Estudos na creação da mesma juncta a 11 de dezembro de 1799. Faleceu aos 3 de abril de 1801.
    São muitos os escriplos, que nos deixou este insigne philosopho, e de grandíssima valia, o que affiança não o nosso juizo mas o do crudilissimo Cenaculo, o do Dr. Fr. João Baptista de S: Caetano, e o de outros varões de muita e mui depurada litteratura, que com extremos de louvor os licencearam. Existem alguns ainda inéditos com grande magna dos eruditos, que julgam do seu merito pelo apreço que logram os publicados.
    Rodrigues de Gusmão.
    (in REVISTA UNIVERSAL LISBONENSE, Tomo IV, nº 37, 1845 pag 444 e 445
    (Comemorações: 3 de Abril de 1816, Doc nº 4083))

Citações

  1. Ricardo Charters d'Azevedo, Ana Margarida Portela e Francisco Queiroz Villa Portela - os Charters d'Azevedo em Leiria e as suas relações familiares (século XIX), Gradiva, 2007.
  2. Manuel Augusto (Coord) Rodrigues Memória Professorum Universitais Conimbrigensis 1772-1937 - Vol II, Universidade de Coimbra, Coimbra, 1992.
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