Mariana de Sousa Coutinho Correa de Sá Taborda

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Raquel Augusta Barata Taborda

Familia: João Alves Pereira

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Eng. Tiago de Campos Charters d'Azevedo Taborda

n: 24 Novembro 1979
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Gonçalo Pires Tafião

  • Nota: Senhor da honra e Solar de Malafaia de que tomou o appelido em tempo do Rey D. Diniz.
    Viveu pelos anos de 1272.
  • Casamento: Casado(a) com=Guiomar Gonçalves Nogueira

Citações

  1. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "2ª ed., Vol VI, pag 529 (Malafaias)."
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Pedro Anes de Tafião1

Citações

  1. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "2ª ed., Vol VI, pag 529 (Malafaias) e titulo de Tafoins."
  2. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "2ª ed., Vol VI, pag 529 (Malafaias)."
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Gaspar Dias Tagarro1

  • Nota: Vereador da CMCoimbra

Familia:

Citações

  1. Francisco Queiroz A Casa do Terreiro: História da Família Ataíde em Leiria, Fundação da Caixa Agrícola de Leiria, Leiria, 1ª ed. (2010) 9789898220035 "Vol I, p 456."
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Vitória Tagarro

Citações

  1. Francisco Queiroz A Casa do Terreiro: História da Família Ataíde em Leiria, Fundação da Caixa Agrícola de Leiria, Leiria, 1ª ed. (2010) 9789898220035 "Vol I, p 456."
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Comendador Francisco Taibner de Morais

n: 1800, f: 7 Agosto 1867

Familia: Maria da Encarnação Guilhermina Crespo n: 9 Nov 1803, f: 13 Abr 1870

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Francisco Afonso Taibner de Morais

n: 6 Dezembro 1871, f: 29 Maio 1941

Familia: Joana Sousa Virgolino n: 14 Fev 1873, f: 8 Mar 1941

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Joana da Piedade Taibner de Morais

n: 24 Junho 1814, f: 1895
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Dr. Joaquim Crespo Taibner de Morais

n: 10 Agosto 1840, f: 2 Abril 1904

  • Nascimento: 10 Agosto 1840; Marinha Grande, Marinha Grande, Marinha Grande
  • Baptism: 24 Agosto 1840; Marinha Grande, Marinha Grande, Marinha Grande; (ADLeiria, Baptismos, Marinha Grande, 1834-41, fl. 83v)
  • Casamento: 16 Outubro 1869; São José, Lisboa, Lisboa; Casado(a) com=Maria da Piedade Afonso
  • Nota: 1872; comendador da O de Cristo
  • Nota: 1892; Torre e Espadapor causa da revolta do 31 de janeiro no Porto
  • Casamento: 22 Outubro 1896; Igreja N S das Mercês, Mercês, Lisboa, Lisboa; (ADLisboa, Lisboa, freguesia das Mercês, liv. 1896, fl. 30); Casado(a) com=Guilhermina Emília Afonso
  • Nota: Joaquim Taibner de Morais nasceu a 10 de Agosto de 1840 na Marinha Grande. Bacharel em Direito, Conselheiro e Director Geral das Contribuições Directas, teve vários cargos políticos. Foi nomeado administrador do Concelho de Vila Viçosa (Registo Geral de Mercês, D. Luis I, liv 8, fl. 114v) por carta de 19 de Setembro de 1863. A 3 de Julho de 1865 foi nomeado Secretário do Distrito de Angra do Heroísmo (Registo Geral de Mercês, D. Luis I, liv 49, fl 164) tendo sido governador entre 1865 e 1867, com uma breve interrupção entre Fevereiro e Agosto de 1866. O “Leiriense” de 16 de Novembro de 1867 noticiava a sua nomeação como Secretário-geral do Distrito da Guarda, tendo desempenhado o mesmo cargo em Faro. Por apostila de 8 de Outubro de 1868 foi feita a sua transferência para Secretário-geral do Governo Civil do Distrito do Porto (Registo Geral de Mercês, D. Luis I, liv 51, fl 207).
    Foi presidente da Direcção do Club Portuense entre 1876 a 1877 tendo sido eleita na reunião
    de 29 de Outubro de 1876. Nessa assembleia-geral do Clube foram discutidos previamente assuntos relacionados com o projecto de reforma dos Estatutos.
    Em 22 de Novembro de 1876, o Club Portuense demonstrou solidariedade para com as vítimas das grandes cheias que assolaram o País e, nomeadamente, o Porto. Parecia «de alguma repugnância» que, em circunstâncias de tanta aflição, pudesse o Clube Portuense organizar mais um dos seus tão luzidios bailes. Nesse sentido, o Presidente da Direcção, Taibner de Morais, propôs «que talvez os sócios desta casa em harmonia com as tradições sempre generosas desta sociedade, e tendo em vista as razões expostas, quisessem dar à verba destinada para o baile, ou a uma parte desta verba, algum destino especial e consentâneo com as circunstâncias actuais do país, e que neste sentido punha este assunto em discussão» Consubstanciando esta posição, Fernando Maria de Sá Camelo lembrou que a verba destinada ao baile fosse aplicada no socorro às vítimas das inundações. Contudo, o presidente explicou que só a aplicação dos fundos da Sociedade, extraordinariamente, pertence à Assembleia-geral; tendo-se resolvido não haver baile, pertence a Direcção aplicar rendimentos da Sociedade do modo porque se prescreve nos Estatutos» (Gonçalo Vasconcelos e Sousa, "História do Club Portuense - 1857/2007” e A.C.P., Actas da assembleia-geral, Lº 1, f. 70-71).
    Foi articulista do jornal «O Comércio do Porto» e um grande conhecedor de Direito Administrativo, tendo publicado um trabalho sobre propriedade literária, nesse jornal, em 1890 (CARQUEJA, Bento – O Comércio do Porto: Notas para a sua História. Porto: [s.n.], 1934, pp. 45-46).
    Foi Governador Civil interino do Porto em 1891-92 e era-o quando da revolta republicana de 31 de Janeiro de 1891. Nesse contexto, muito embora a sua acção repressiva tenha sido dúbia, foi agraciado com a Comenda da Torre e Espada (segundo o Distrito de Leiria de 16.5.1891) em 1891. Depois foi Director-Geral das Contribuições Directas (Diário de Leiria de 28 de Novembro de 1896, p2, col 4) e também vogal extraordinário do Supremo Tribunal administrativo.

    De referir ainda que Joaquim Taibner de Morais foi um dos impulsionadores da restauração do concelho da Marinha Grande, em 1892, tendo defendido os interesses da sua terra, nomeadamente aqueles relativos à industria do vidro.
    Faleceu a 2 de Abril de 1904 na Marinha Grande com 63 anos.

    Referências:

    COSTA, Francisco Barbosa da – História do Governo Civil do Porto. [S.l.]: Governo Civil do Distrito do Porto,004, pp. 183-185, 627-629.
    ver em TAIBNER DE MORAIS, Joaquim. in Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira. Lisboa; Rio de Janeiro: Editorial Enciclopédia, [s.d.], vol. 30, p. 552.
    CHARTERS d'AZEVEDO, Ricardo, PORTELA, Ana Margarida e QUEIROZ, Francisco, "Villa Portela - os Charters d'Azevedo em Leiria e as suas relações familiares (séc XIX)", Gradiva, Lisboa, 2007 (pag .70, 71 e 286)
  • Nota: 1900; concorreu com aguardentes à Exposição Universal de Paris e recebeu uma medalha de Bronze. Deviam ser destilados da quinta do Banci
  • Falecimento: 2 Abril 1904; Marinha Grande, Marinha Grande, Marinha Grande
  • Enterro: 3 Abril 1904; Jazigo, Marinha Grande, Marinha Grande, Marinha Grande

Familia: Maria da Piedade Afonso n: 18 Jul 1840, f: 1 Abr 1894

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João Taibner de Morais

n: 27 Março 1813
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Júlia Augusta Virgolino Taibner de Morais

n: 7 Julho 1900, f: 21 Abril 1988
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Maria da Piedade Virgolino Taibner de Morais

n: 14 Julho 1898, f: 14 Dezembro 1923

Familia: José dos Santos Barosa Júnior n: 21 Jan 1893, f: 9 Set 1978

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Maria Soledade Taibner de Morais

f: 24 Agosto 1861

Familia: Manuel Joaquim Afonso n: 1804, f: 3 Ago 1871

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Silvério Taibner de Morais

f: 21 Janeiro 1845

Familia: Inácia de Jesus de Sousa n: 14 Jun 1823, f: 18 Ago 1897

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Silvério Taibner de Morais

n: 17 Agosto 1845, f: 28 Janeiro 1875
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António Taibner

Familia: Maria Joaquina Miguel Pereira

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Maria da Nazaré Taibner

f: 19 Setembro 1850

Familia: Joaquim José de Morais

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Silvério Taibner

n: 10 Agosto 1774, f: 19 Julho 1850
  • Nota: É com o mais profundo respeito, que nos aproximamos dos últimos restos de Silvério Taibner.
    A sepultura que recorda a inteligência, o trabalho e a honra, é uma sepultura para a qual se pôde apontar, como sendo uma lição e um exemplo.
    Uma das maiores glórias do mundo, é o avistar do leito de oiro, em que se expira, o pobre c mesquinho berço dos primeiros dias da infância, podendo dizer no ultimo alento - eis ali o meu brasão, o que eu quero que os meus parentes gravem na memoria !
    E esta gloria pertence inteira ao filho de um dos primeiros operários da fabrica da Marinha , que em tenra idade passou a primeira noite que residiu em Lisboa como pobre, que era, e que na ultima da existência , testou a bem de seus parentes, c amigos, a avultada fortuna quo dignamente ganhara , na sempre honrosa carreira comercial.
    Depois do terramoto de 1755 , El-Rei D. José estabeleceu no sitio da Marinha Grande, junto a Leiria , uma fabrica do vidros, por meio do empréstimo de 80 mil cruzados , feito a Guilherme Stephens para ser pago sem limite de tempo , e em cal , procedente dos fornos, que o empresário tinha erigido nas pedreiras de Alcântara.
    Entro as pessoas que trabalhavam na fabrica , se contava , Antonio Taibner casado com Maria Joaquina.
    São estes os nomes obscuros a que deu realce seu filho , Silvério Taibner, nascido na Marinha a 10 de Agosto de 1774 [esta indicado 1744 o que é incorrecto]. Mal podia prever o moço Silvério, nos seus primeiros anos de vida, ao ver a laboração da fabrica, que um dia grossos capitães, fruto do seu trabalho, o habilitariam para ser um dos arrendatários dessa fabrica.
    Veio procurar boa sorte para Lisboa , e se vinha pobre de bens da fortuna , vinha rico com o desejo de trabalhar e de ser honrado.
    Entrou no tracto comercial por essa porta escusa , onde por vezes o marçano entra, com os olhos vendados pelas lágrimas que chora pela terra em que nasceu, e pela família que deixou , sem avistar o pórtico sumptuoso de um futuro brilhante e prenhe de riquezas.
    Foi caixeiro, o ao principio da sua vida, correspondeu o fim - morreu negociante , sem que nenhum titulo, fazendo esquecer a história honrosa que estes dois vocábulos abrange , apagasse brilho verdadeiro da vida, que por si nobremente se engrandeceu.
    Na pratica do comercio, o trabalho e a honra apressam a chegada dos dias da independencia , mas não improvisam o futuro. Silvério Taibner enquanto caixeiro de confiança do seu patão da altura António Pires Marinho, pede, em 1803 passaporte ao principe regente D. João, para ir a Pernambuco fazer cobraças de dividas para o seu patrão. De caixeiro passou a ser guarda livros de Jacinto Fernandes da Costa Bandeira , pelo qual foi encarregado, em diversas praças de negociações importante" que realizou satisfactoriamente.
    Em 1812 saiu da casa de Bandeira , e estabeleceu a fabrica de vidros ainda hoje existente na Rua das Gaivotas Depois foi socio com o Sr. Conde de Farrobo e Visconde das Picoas, na fabrica da Marinha Grande, da qual hoje é arrendatário seu digno sobrinho, o Sr. Manuel Joaquim Afonso. Foi director do Banco de Lisboa, na sua fundação , socio e caixa do Contracto do Tabaco, que findou em 1833, director da Companhia União Comercial, e fortemente interessado na Companhia das Lezírias, nas Minas do Carvão de Pedra e na Ponte Pensil do Douro.
    Por esta forma ,o caixeiro de outro tempo, havendo acreditado o seu nome se transformou em um dos mais respeitáveis negociantes da praça de Lisboa.
    Não só ganhou fortuna, mas soube adquirir variada instrução , que muitas vezes deu ao sen voto bastante valor em assumptos importantes , sobre os quais era consultado.
    Foi esmoler, conforme o Evangelho, por virtude e não por ostentação. - E os beneficios que fazia á pobreza, foram revelados pelas lágrimas de infelizes, qué se derramaram sobre a sua sepultura. Pelo pranto deram eles a conhecer o pae que os adoptara, ao serem enjeitados pela fortuna do mundo.
    Ao cabo de larga doença, que padeceu resignado, morreu como cristão, no dia 19 do corrente pela uma hora da noite. No dia 20 foi depositado com merecida pompa e cortejo de bons amigos , em o Cemitério dos Prazeres , no jazigo dos Sr*. Ferreira Pinto, em quanto não vai jazer para a fúnebre e ultima morada, que seus saudosos sobrinhos e herdeiros lhe mandaram erigir.
    Nesse tumulo, um só nome pôde resumir a história da vida honrada e ¡Ilustre pelo trabalho, que deve ser recordada por muitos, como lição, e por todos como bello c não vulgar exemplo.
    As saudades dos parentes e amigos, que soube estimar, e as lembranças dos pobres a quem socorreu, são o ultimo e triste adeus, que o mundo lhe envia , para a mansão eterna em que descansa em paz.
    S. J. RIBEIRO DE SÁ. (em Revista Universal Lisbonense de 25 de Julho de 1850)
  • Nascimento: 10 Agosto 1774; Marinha Grande, Marinha Grande, Marinha Grande; Tenho duvidas no ano de nascimento bde 1744b que apresenta a Revista Universal Lisbonense, de 25 de Julho de 1850. No registo no seu Jazigo no cemitério dos Prazeres aparece a data que adoptamos
  • Nota: 1811; Fábrica da Rua das Gaivotas foi fundada em 1811 por Silvério Taibner, pertencia em 1870 a Tomaz José de Oliveira, que lhe deu grande impulso. Por processos modernos, manufacturava então: vidro liso, lapidado, gravado e moldado; garrafas de todos os géneros, menos pretas; vidros e frascos para drogarias. Tinha um forno circular de cinco potes e uma máquina a vapor de 4 cavalos.

    A fábrica encerrou definitivamente na década de 80 do século XX.
  • Nota: 3 Março 1837; Cavaleiro da Ordem de Nossa Senhora de Vila Viçosa
  • Falecimento: 19 Julho 1850; Lisboa, Lisboa
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