Joaquina Maria Monteiro

n: 12 Setembro 1816

Familia: Joaquim Pereira da Costa n: 16 Fev 1816

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Josefa Monteiro

n: 4 Maio 1727
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Josefina Monteiro

n: 1862, f: 1937
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José Monteiro

n: 9 Novembro 1792, f: 21 Novembro 1841

Familia: Ana Maria [...] n: 10 Fev 1790, f: 18 Dez 1841

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José Monteiro

n: 10 Abril 1834
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José Monteiro

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José Monteiro

n: 5 Maio 1856
  • Nascimento: 5 Maio 1856; Dagorda, Óbidos; (ADLeiria, Baptismos 1852-57, Santa Maria, Óbidos, fls 79v, IV-37-E7)
  • Baptism: 22 Maio 1856; Santa Maria, Óbidos; (ADLeiria, Baptismos 1852-57, Santa Maria, Óbidos, fls 79v, IV-37-E7)
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José Monteiro

n: 5 Março 1702
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José Monteiro

n: 2 Abril 1720

Familia: Maria da Encarnação [...]

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José Monteiro

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José de Sousa Monteiro

n: 22 Junho 1850, f: 18 Julho 1913

Familia: Maria da Conceição Coelho f: 19 Jan 1919

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José Ferreira Monteiro1

n: 1825, f: 1885

Citações

  1. Website Colégio Brasileiro de Genealogia - Artigos genealógicos: título Niemeyer (arquivo de Paulo Carneiro da Cunha) (http://www.cbg.org.br/arquivos_genealogicos_n_01.html).
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José Henriques Monteiro

Familia: Maria Beatriz Raínho

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João Monteiro

n: 24 Abril 1825, f: cerca de 1892

Familia: Maria da Glória [...]

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João Fernandes Monteiro

n: 20 Junho 1655, f: 5 Fevereiro 1698
  • Nota: Ordena-se clérico por lhe ter sido deixada uma capela por seu tio, com missa quotidiana
  • Nascimento: 1655; N S de Alcaçova, Elvas, Elvas
  • Baptism: 20 Junho 1655; N S de Alcaçova, Elvas, Elvas; Foram padrinhos Jorge da Franca e Maria Mexia
  • Morada: 1664; Cadima, Cadima, Cantanhede; Residia em Cadima desde esta data, em casa do Capitão Jerónimo de Azevedo
  • Nota: 1673/74; O.M.
  • Nota: entre 1676 e 1678; O. S. Epístola
  • Nota: entre 1676 e 1678; P.
  • Nota: 21 Outubro 1676; Matriculado em Cânones (Arquivo da Universidade de Coimbra, Matrículas, nº 17, 1674-1678 - parao ano de 1676/77) e filho de André Fernandes
  • Nota: 29 Janeiro 1679; Cadima, Cadima, Cantanhede; Maria, filha de Jorge Francisco da Carapinheira (freguesia de Montemor-o-Novo) e de sua mulher Maria João, solteira, teve uma filha baptizada a 29 de Janeiro de 1679 em Cadima, que deu como pai João Francisco Monteiro, clerigo "in minoribus" e morador na casa do Cap. Jerónimo de Azevedo

    Nota: Qualquer homem para ser clérigo "in minoribus" tem de ter ao menos a "Prima Tonsura": é ela que introduz na clericatura. A seguir já poderá ser ordenado hostiário, depois leitor, de seguida exorcista e, por fim, acólito. São estas as ordens menores e todas têm de ser conferidas por um bispo e com elas se gozava do estatuto de Clérigo até à reforma do Código de Direito Canónico do Papa João Paulo II.
    O subdiaconado, o diaconado, o presbiterado e o episcopado inserem-se nas ordens maiores.
    O direito actual só consagra o diaconado o presbiterado e o espiscopado como ordens maiores, e, portanto, só se é clérigo, actualmente, depois da ordenação diaconal.

    Os clérigos seculares, depois, portanto da prima tonsura, ficam obrigados à santidade de vida, ao exercício da piedade (oração), obediência ao bispo, ao estudo das disciplinas sagradas, a usar o hábito eclesiástico (batina), a mandar abrir a tonsura na cabeça (sinal da sua escravidão a Deus). Ficam proibidos de coabitar com mulheres que não sejam suas parentes muito próximas (mãe, avós, irmãs, tias), proibidos ainda de tomar ofícios públicos civís, sem a autorização ou do bispo ou da Santa Sé Apostólica; proibidos de praticar artes indecorosas, de praticar a medicina e a cirurgia sem autorização, proibidos de negócios pecuniários e dos jogos de azar, proibidos de entrar e frequentar locais escandalosos. Não estam proibidos de possuir bens próprios (propriedade).
    a primeira tonsura, suposto que não seja ordem, requeria a habilitação "de genere". Por ela se averiguava se o tonsurado era filho legítimo ou ilegítimo; se os seus ascendentes viviam nos princípios da religião católica; se não eram criminosos de lesa magestade, divina ou humana; e se tinham incorrido em alguma infâmia pública ou pena vil. O mais frequente era a primeira tonsura ser simultânea com as Ordens Menores. Para estas era também necessária a habilitação "de vita et moribus" (vida e costumes), i.e a verficação de que não havia irregularidades na sua conduta.

    Gozam de privilégios:
    De protecção contra as injúrias;

    Privilégio de Foro, que lhes dá direito a serem julgados apenas em tribunal eclesiástico;

    Privilégio de Imunidade no que toca ao serviço militar e a qualquer serviço civil.

    Com os clérigos regulares, as coisas são conforme à regra adoptada pela Ordem a que pertencem, embora gozem dos mesmos privilégios, obrigações e proibições, mas, com certeza, terão outras que a regra lhes recomenda.
  • Falecimento: 5 Fevereiro 1698; Cadima, Cadima, Cantanhede; (AUC, Cantanhede, Cadima, Óbitos, Liv 1609-1766, )
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Pe. Dr. João Fernandes Monteiro

f: 19 Dezembro 1659
  • Nota: Este instituiu em 1659 (por seu testamento de 14 de Dezembro) uma Capela na Igreja de Cadima a que afectou os seus bens, que eram muitos e nomeou como sua administradora a sua irmã Marta (casada com Manuel Rodrigues (?) e que tinham um filho Miguel) e após ela a irmã Maria. Fez ainda um Codicilho a 19 de Dezembro de 1659, quando estava muito doente e já acamado.
    Este testamento e o codicilho encontram-se transcritos no Reg das Capelas da Coroa, Liv 3, fl 356v a 364). Mas a 23 de Julho de 1660, Marta Monteiro, já doente e acamada faz tambem um testamento deixando como "erdeira" a sua irmã Maria.
    em 18.5.1708 (TT, Mercês de D. João V, Liv 31, fl 120v -microfilme MF 7039) fez-se um alvará de administração vitalícia da capela na igreja do Couto de Cadima a Miguel d'Abreu e Freitas (parece que sobrinho do instituidor)
  • Nascimento:
  • Nota: 6 Junho 1636; Vigario da Igreja do Couto de Cadima
  • Nota: 6 Julho 1636; Aparecem as primeiras referencias como padre na igreja de Cadima. Antes dele era o Pe Licenciado Domingos Fernandes que foi vigário vários anos
  • Falecimento: 19 Dezembro 1659; Cadima, Cadima, Cantanhede; faleceu nesta data, vigário de Cadima. Instituiu uma capela com missa quotidiana por testamento que fez em nota do escrivão deste couto, António Cruz. Foi sepultado na capela da igreja da parte da Epístola. Foi substituido por Francisco Fernandes Monteiro, talvez seu irmão ou sobrinho e que até á nomeação do seu sucessor exercia as funções de paroco. O seu sucessor foi o Pe Domingos Loureiro.
    Instituiu sua universal herdeira sua irmã Maria Monteiro instituindo uma Capela na Igreja de Cadima onde seriam rezadas missas quotidianas(Cap da Coroa, Liv 3, fl.356v a 364). Após a morte de sua irmão Maria e de seu cunhado Manuel Rodrigues até a maioridade de seu sobrinho Miguel (AUCoimbra, Cantanhede, Cadima, fl. 235v onde é referido que fez testamento e e ordenou que se fizesse missa diária na sua capela e fez outros legados que constam do testamento constante do livro de notas do escrivão do Couto de Cadima António da Cruz)
  • Enterro: 20 Dezembro 1659; Igreja de Cadima, Cadima, Cadima, Cantanhede
  • Nome alternativo: 15 Março 1661; Pe. Dr. Inácio João Fernandes Monteiro; Este nome aparece num translado da petição e do testamento quando da instituição da capela na igreja de Cadima (Caixa IV, maço 10 de Instituições Pias em Doc do Cabido e da Mitra da Sé de Coimbra)
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Leonor Maria Araújo de Oliveira Monteiro

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Luís José Monteiro

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Madalena Monteiro

n: 1 Dezembro 1898

Familia: Cor. Francisco Amado da Silva Sampaio n: 17 Mar 1862, f: 26 Dez 1938

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Manuel Monteiro

n: cerca de 1820, f: 17 Maio 1889

Familia: Inácia de Jesus de Sousa n: 14 Jun 1823, f: 18 Ago 1897

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