Joaquim Nicolau Rodrigues Cordeiro

f: 1856

Familia: Maria José Xavier da Natividade [...] n: 1774, f: 30 Jan 1879

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José Nicolau Rodrigues Cordeiro

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Maria José Xavier Rodrigues Cordeiro

n: 1826, f: 4 Janeiro 1885

Familia: Dr. José Lopes Vieira da Fonseca n: 1 Out 1813, f: 26 Set 1866

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José Daniel Rodrigues da Costa

n: 31 Outubro 1757, f: 7 Outubro 1832

  • Nota: Natural da cidade de Leiria, nasceu a 31 de outubro de 1757 segundo as informações obtidas pelo biblioofilo Francisco Inocêncio da Silva. Contava 2 anos de idade quando foi trasido para Lisboa e entrgue, por falecimento de seu pai ao amparo de umas senhoras caridosas que o educaram e sustentaram, ás quais depois agradeceu, ou "valeu agradecido" como ele próprio declara nas rimas que publicou: Nãopodendo cursar os estudos superiores aos das primeiras letras e gramatica latina, por falta de recursos pecuniários, acolheu-se á protecção do desembargador António Joaquim da Pina Manique, administrador da Alfandega das Sete Casas, o qual lhe conferiu a administração chamada das quatro partes da cidade e ramo de Belém, e como remuneração dos serviços que prestara obteve uma tença e a propriedade de um oficio de escrivão e tabelião de notas em Portoalegre. foi ajudante de ordenanças de Alenquer e promovido depois a major da legião nacional do Paço da Rainha. Casou com 31 anos de idade. Dotado de bom humor e maneiras afaveis foi bemquisto de todos que o conheceram, que lhe aplaudiram os seus chites e ditos e naturalmente engraçados e satíricos. Viveu muitos anos decentemente dos proventos do seu emprego e do produto de muitos papeis que imprimia e que eram bem acolhidos do público: Sabendo-se moldar-se ás circunstancias políticas do tempo, escreveu sucessivamente a favor das ideias liberais e do governo absoluto o D. Miguel concedeu-lhe uma pensao anual de tres moios de trigo que pouco tempo desfrutou pois faleceu aos 7 de outubro de 1832 em casa própria na travessa do Forno, nº 2 freguesia de N S dos Anjos em cuja igreja paroquial foi sepultado defronte do altar do Santissimo.
    Os seus escritos eram procurados com furor pelos seus contemporaneos, qie os liam com avidez, fazendo-se de muitos deles várias edições.
    Os que tiveram muito sucesso foram:
    "Rimas oferecidas ao Illust. sr Teodósio Gomes de Carvalho do conselho de sua majestade e do Ultramar", Lisboa 1795. Neste volume declara o autor que o seu nome arcaico é "Jesuino Leiriense".
    "Teatro comico de pequenas peças (serie de tomos 3 á colecção das Rimas" Lisboa 1797.
    "O almocreve das petas, etc. " Lisboa 1798 e 1799.
    "O Hospital do Mundo, obra critica, moral e divertida", 1820
    "Câmara optica onde as visitas ás avessas mostram o mundo ás direitas", Lisboa 1804.1
  • Nota: Os séculos XVIII e XIX foram pródigos num tipo de literatura marginal, e secundária, publicada em folhetos semanais ou mensais que faziam as delícias de quem sabia ler. Faziam rir, propunham adivinhas, criticavam os costumes, orientavam gostos e preferências. Sendo obras ligeiras, escritas sem grande preocupação de estilo, preenchiam os ócios e eram muito populares. E vendiam-se bem. Algumas foram verdadeiros "best-sellers" na época. Dois dos autores consagrados, destes folhetos, foram o Colmeinse José Daniel Rodrigues da Costa (Josino Leiriense) e António Manuel Policarpo da Silva. Nem sempre bibliofilia coincide com qualidade literária. A bibliofilia persegue a raridade, quase sempre; o estudioso da literatura procura, sobretudo, a excelência dos textos. José Daniel Rodrigues da Costa (1757-1832) terá nascido perto de Leiria (Colmeias) e usou, arcadicamente, o nome literário de Josino Leiriense. Tem obra vasta e terá vivido, principalmente, da escrita, como Camilo mais tarde. Mas as suas obras, vendidas em fascículos semanais, quinzenais e mensais, deram origem a alguns êxitos notáveis sendo o mais conhecido intitulado "Almocreve das Petas...". Pouquíssimos o estudaram e para além das referências de Inocêncio, há pouco mais que um trabalho interessante e meritório de João Palma Ferreira, incluído em "Obscuros e Marginados", IN-CM (1980), com o título "Apontamentos sobre José Daniel Rodrigues da Costa e a Fortuna da Sátira" (pgs. 103/138). Contém uma preciosa bibliografia, embora com algumas lacunas. O facto de grande parte das obras de Rodrigues da Costa, tais como "Os Engeitados da Fortuna..." "Comboy de Mentiras..." ou "Portugal Enfermo..." terem sido publicadasem fascículos continuados contribuiu para a raridade de as encontrarmos completas. São, portanto, muito pouco frequentes, muito apetecidas e, normalmente, muito caras.
    O autor Leiriense/Colmeinse tem obra vasta que publicou em folhetos e fascículos, alguns editados semanalmente, outros, de mês a mês. Tinha muitos leitores que apreciavam o seu tom chocarreiro, divertido, "light" - como hoje pulula, feito por senhoras e senhores que aproveitam a publicidade que as revistas róseas lhes fazem.
    Rodrigues da Costa até podia ser pouco culto, com a sua poesia medíocre, mas a sua imaginação era muita e produzia em quantidade, até porque lho exigiam os seus sôfregos leitores. Mas devia ser um homem honesto, que se indignava muitas vezes com os desmandos da sociedade portuguesa. Em poesia, trabalhava por circunstância (como hoje, também, ainda se faz) e fazia algumas cedências ao poder instituído como é o caso de um folheto publicado de regozijo pelo restabelecimento do príncipe D. José. A fragilidade dos folhetos e a fraca qualidade do papel usado, nas impressões, não auguravam grande longevidade a estas pequenas obras. (in Noticia das Colmeias de 3 de Julho de 2011, pag 12)
  • Nascimento: 31 Outubro 1757; Leiria, Leiria, Leiria
  • Falecimento: 7 Outubro 1832; na sua casa na Travessa do Forno, Anjos, Lisboa, Lisboa

Citações

  1. Pinheiro Chagas História de Portugal popular e ilustrada, Empresa de história de Portugal, Lisboa, 1ª (1903) s isbn "Vol. 8 +ag 441."
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Jorge Teixeira Rodrigues dos Santos

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... Rodrigues Leitão

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Maria do Rosário Monteiro de Abreu Rodrigues Varela

n: 5 Agosto 1926, f: Dezembro 2017
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Agostinho Rodrigues

n: 1700

Familia: Isabel [...]

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Eng. Ana Patricia Fernandes Rodrigues

n: 27 Abril 1984
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Antónia Rodrigues

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António Rodrigues

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Artur Consolado Rodrigues

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Bernardo Rodrigues

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Brites Rodrigues1

  • Nota: Istituiu apos a morte de seu marido um morgado dos Evangelos em Leiria (História Seráfica, Vol I, pag 381). D. Afonso V aprovou o morgadio instituido por Brites Rodrigues viuva de Afonso Martins Evangelho, a 28 de Setembro de 1463, estipulando que quando se extinguir a sucessão do primeiro possuidor, o Vigario Geral e o Guadião do Convento de S. Francisco de Leiria, nomem "um homem ambos, o qual com eles eleja quem houver de suceder".
  • Casamento: Principal=Afonso Marins Evangelho1

Citações

  1. Felgueiras Gaio Nobiliário das Familias de Portugal, Carvalhos de Basto, Braga, (1989) "Vol V, pag 68, (Evangelos)."
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Catarina Rodrigues

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Catarina Rodrigues

Familia: Domingos Marques n: 2 Mai 1674

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Diamantino Raposo Rodrigues

n: 31 Dezembro 1955, f: 22 Agosto 1987

Familia: Anabela Cabrita Laborinho n: 14 Jan 1959

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Diogo Rodrigues

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Eugénia Bacelar Souto Rodrigues

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Francisco Rodrigues

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