Manuel Pereira da Silva1

Citações

  1. Felgueiras Gaio Nobiliario de Famílias de Portugal, n.pub., n.p., fonte deconhecida edition (fonte deconhecida publish date).
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Manuel Pinto da Silva

Familia: Joaquina Adelaide da Conceição Curado

Citações

  1. Luís Lourenço Regueira de Pontes, a sua história e as suas gentes, Ed. do autor, Leiria, 1ª ed. (2007) fonte deconhecida isbn.
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Manuel Ribeirete da Silva

f: 18 Maio 1935

Familia: Adelaide da Anunciação Baptista n: 4 Abr 1865, f: 19 Mai 1964

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Dr. Marco Jorge Liebermann da Costa e Silva

n: 1 Dezembro 1950
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Margarida de Oliveira da Silva1

Citações

  1. Manuel da Costa Juzarte de Brito e anotado por Nuno Borrego e Gonçalo de Mello Guimarães Livro Genealógico das famílias desta cidade de Portalegre, autor, Lisboa, 1ª edição (2002) 9727970052 "Pag 700."
  2. Manuel da Costa Juzarte de Brito e anotado por Nuno Borrego e Gonçalo de Mello Guimarães Livro Genealógico das famílias desta cidade de Portalegre, autor, Lisboa, 1ª edição (2002) 9727970052 "Pag 701."
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Maria Silva

n: 16 Março 1876, f: 19 Março 1876
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Maria Adelaide Ribeirete da Silva

n: 22 Março 1905, f: 5 Setembro 2008


  • Nota: A criadora dos Bordados de Óbidos, Maria Adelaide Ribeirete, faleceu no passado dia 5 de Setembro, aos 103 anos, na sua casa da Quinta da Penha, em A-da-Gorda.
    Foi nesse mesmo local que nasceu, a 22 de Março de 1905. Frequentou o primeiro curso superior de Assistência Social que existiu no país, numa altura em que a grande maioria das mulheres nem a escola primária possuía, e começou por trabalhar em Maceira (Leiria), mas acabou por vir para Óbidos, onde esteve durante anos ligada ao lactário da vila.
    No seu trabalho de assistente social andava de casa em casa a ajudar as pessoas e, na altura, deparava-se com as dificuldades que as mulheres sentiam pois para tomar conta dos filhos tinham que deixar de trabalhar, normalmente na agricultura.
    Uma mulher "muito prática", como a própria se caracterizou, numa entrevista à Gazeta das Caldas aquando do seu centésimo aniversário (2005), Maria Adelaide. Ribei-rete começou a imaginar qualquer coisa que pudesse ocupar as mulheres e lhes trazer, simultaneamente, alguma compensação monetária.
    Nessa altura o tecto da Igreja de Santa Maria foi restaurado, pondo em destaque as pinturas existentes e Adelaide Ribeirete pensou que, pegando naquelas cores e desenhos, poderia fazer qualquer coisa para ajudar as mulheres de Óbidos. Começou por copiá-los, com a ajuda de um espelho, que os reflectia, depois buscou linhas com as respectivas cores e, desta forma, criou os bordados de Óbidos.
    Formou um grupo de senhoras que tinham os filhos pequenos e ensinou-as a bordar no sótão do edifício onde estava instalado o lactário. Entregava-lhes os desenhos e os panos para elas bordarem e os trabalhos feitos eram depois comercializados na pousada do Castelo, na altura dirigida por Luísa Santanela.
    O seu percurso profissional levou-a para Lisboa, para a EDP, onde foi a primeira assistente social daquela instituição. Esteve lá dos 55 aos 70 anos, altura em que se reformou.
    Apesar de ter pedido a um familiar, professor nas Caldas, para leccionar estes lavores no curso de formação feminina, os bordados de Óbidos voltaram ao esquecimento.
    Um programa televisivo do professor José Hermano Saraiva, na década de 80, dava conta que em Óbidos só havia os monumentos. Indignada por não serem referidos os bordados de Óbidos, Adelaide Ri-beirete veio de comboio de Lisboa e, juntamente com algumas senhoras de Óbidos, organizou um segundo curso.
    Este teve início em Outubro de 1993 e Adelaide Ribeirete contava então com 88 anos, mas a idade não era entrave e á responsável veio durante nove meses, todos os sábados de comboio de Lisboa, para reavivar uma arte que ela mesmo tinha criado. Neste último curso inscreveram-se 15 mulheres de Óbidos que, mais tarde, em finais de 1998 e jun-tameií^com a sua mestre, Wíf~ ciaram a Associação Artística e Artesanal "Bordar Óbidos", que tem dinamizado este tipo de artesanato. Em parceria com a Câmara de Óbidos foi depois criado o selo de autenticidade e um protocolo em que a autarquia lhes cedeu um espaço de trabalho e exposição e a associação, em contrapartida, compromete-se a executar os trabalhos de acordo com as normas estabelecidas. Actualmente a Associação Artística e Artesanal "Bordar Óbidos" está sediada na Rua Direita, junto ao Largo de Santa Maria, depois de ter ocupado a Capela de S. Martinho durante muitos anos. Maria Adelaide Ribeirete foi distinguida pela Câmara de Óbidos em 2003, com a medalha de mérito. (Gazeta das Caldas, 12 de Setembro de 2008)
  • Nome alternativo: Maria Adelaide Ribeirete
  • Nascimento: 22 Março 1905; Quinta da Penha, Santa Maria, Dagorda, Óbidos
  • Falecimento: 5 Setembro 2008; Quinta da Penha, Santa Maria, Dagorda, Óbidos; "A criadora dos Bordados de Óbidos, morreu sexta-feira aos 103 anos, em sua casa, na Quinta da Penha. Nascida a 22 de Março de 1905 na Quinta da Penha, em Dagorda, a artesã, que se inspirou nos tectos da Igreja de Santa Maria para criar, na década de 1950, um dos mais típicos artesanatos da localidade, frequentou o primeiro curso superior de Assistencia Social que surgiu em Portugal numa época em que era invulgar as mulheres estudarem. Foi enquanto assistente social que se apercebeu das dificuldades porque passavam muitas mulheres depois de deixarem trabalhar para tomar conta dos filhos e, nos anos de 1950, quando Óbidos começou a abrir-se ao turismo, depois de reconstruidas as muralhas da vila - facto que aí levou mais turistas mas tambem mais moradores - ocorreu-lhe criar uma actividade para ocupar as mulheres que lhes desse simultaneamente, algum rendimento.
    Quando, tambem nos anos 1950, o tecto da Igreja de Santa Maria foi restaurado, colocando em destaque as cores e formas originais [...] começou, com a ajuda de um espelho a copiar os motivos da igreja e criou os Bordados de Óbidos. Sobre linho branco, meio linho ou estopa, arabescos, pássaros, o castelo e a palavra Óbidos formaram os típicos bordados a ponto de pé de flor para os contornos e ponto pé de galo para o preenchimento. Pelo trabalho da artesã "em prol do seu concelho" atribui-lhe a autarquia, em 2003, a Medalha de Mérito Municipal" (in Diário de Leiria, 8.9.2008, pag 8)
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Maria Altina da Silva

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Maria Amélia da Silva

n: 28 Abril 1899, f: 24 Abril 1971

Familia: José Cupertino Pimentel n: 20 Dez 1899, f: 1947

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Maria Ana Machado de Sousa e Silva

Familia: Estevão Abílio de Oliveira

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Maria Antónia de Bellegarde da Silva

n: 1842, f: 1900
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Maria Armanda Mendes da Silva

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Maria Augusta Bento da Silva

n: 15 Setembro 1966
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Maria Barbara da Fonseca e Silva

f: 3 Março 1832
  • Falecimento: 3 Março 1832; Sé, Leiria, Leiria; Morreu solteira (ADLeiria, Óbitos, Sé de Leiria, fl. 31)
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Maria Carolina da Silva

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Maria Cristina Silva

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Maria Custódia Silva

Familia: João Gallo

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Maria da Silva

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Maria da Silva

Familia: Manuel Roque João

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Maria da Silva1

Citações

  1. Francisco Queiroz A Casa do Terreiro: História da Família Ataíde em Leiria, Fundação da Caixa Agrícola de Leiria, Leiria, 1ª ed. (2010) 9789898220035 "I Vol, p. 300."
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