António Taibner

Familia: Maria Joaquina Miguel

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Maria da Nazaré Taibner

f: 1850

Familia: Joaquim José de Morais

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Silvério Taibner

n: 10 Agosto 1774, f: 19 Julho 1850
  • Nota: É com o mais profundo respeito, que nos aproximamos dos últimos restos de Silvério Taibner.
    A sepultura que recorda a inteligência, o trabalho e a honra, é uma sepultura para a qual se pôde apontar, como sendo uma lição e um exemplo.
    Uma das maiores glórias do mundo, é o avistar do leito de oiro, em que se expira, o pobre c mesquinho berço dos primeiros dias da infância, podendo dizer no ultimo alento - eis ali o meu brasão, o que eu quero que os meus parentes gravem na memoria !
    E esta gloria pertence inteira ao filho de um dos primeiros operários da fabrica da Marinha , que em tenra idade passou a primeira noite que residiu em Lisboa como pobre, que era, e que na ultima da existência , testou a bem de seus parentes, c amigos, a avultada fortuna quo dignamente ganhara , na sempre honrosa carreira comercial.
    Depois do terramoto de 1755 , El-Rei D. José estabeleceu no sitio da Marinha Grande, junto a Leiria , uma fabrica do vidros, por meio do empréstimo de 80 mil cruzados , feito a Guilherme Stephens para ser pago sem limite de tempo , e em cal , procedente dos fornos, que o empresário tinha erigido nas pedreiras de Alcântara.
    Entro as pessoas que trabalhavam na fabrica , se contava , Antonio Taibner casado com Maria Joaquina.
    São estes os nomes obscuros a que deu realce seu filho , Silvério Taibner, nascido na Marinha a 10 de Agosto de 1774 [esta indicado 1744 o que é incorrecto]. Mal podia prever o moço Silvério, nos seus primeiros anos de vida, ao ver a laboração da fabrica, que um dia grossos capitães, fruto do seu trabalho, o habilitariam para ser um dos arrendatários dessa fabrica.
    Veio procurar boa sorte para Lisboa , e se vinha pobre de bens da fortuna , vinha rico com o desejo de trabalhar e de ser honrado.
    Entrou no tracto comercial por essa porta escusa , onde por vezes o marçano entra, com os olhos vendados pelas lágrimas que chora pela terra em que nasceu, e pela família que deixou , sem avistar o pórtico sumptuoso de um futuro brilhante e prenhe de riquezas.
    Foi caixeiro, o ao principio da sua vida, correspondeu o fim - morreu negociante , sem que nenhum titulo, fazendo esquecer a história honrosa que estes dois vocábulos abrange , apagasse brilho verdadeiro da vida, que por si nobremente se engrandeceu.
    Na pratica do comercio, o trabalho e a honra apressam a chegada dos dias da independencia , mas não improvisam o futuro. Silvério Taibner enquanto caixeiro de confiança do seu patão da altura António Pires Marinho, pede, em 1803 passaporte ao principe regente D. João, para ir a Pernambuco fazer cobraças de dividas para o seu patrão. De caixeiro passou a ser guarda livros de Jacinto Fernandes da Costa Bandeira , pelo qual foi encarregado, em diversas praças de negociações importante" que realizou satisfactoriamente.
    Em 1812 saiu da casa de Bandeira , e estabeleceu a fabrica de vidros ainda hoje existente na Rua das Gaivotas Depois foi socio com o Sr. Conde de Farrobo e Visconde das Picoas, na fabrica da Marinha Grande, da qual hoje é arrendatário seu digno sobrinho, o Sr. Manuel Joaquim Afonso. Foi director do Banco de Lisboa, na sua fundação , socio e caixa do Contracto do Tabaco, que findou em 1833, director da Companhia União Comercial, e fortemente interessado na Companhia das Lezírias, nas Minas do Carvão de Pedra e na Ponte Pensil do Douro.
    Por esta forma ,o caixeiro de outro tempo, havendo acreditado o seu nome se transformou em um dos mais respeitáveis negociantes da praça de Lisboa.
    Não só ganhou fortuna, mas soube adquirir variada instrução , que muitas vezes deu ao sen voto bastante valor em assumptos importantes , sobre os quais era consultado.
    Foi esmoler, conforme o Evangelho, por virtude e não por ostentação. - E os beneficios que fazia á pobreza, foram revelados pelas lágrimas de infelizes, qué se derramaram sobre a sua sepultura. Pelo pranto deram eles a conhecer o pae que os adoptara, ao serem enjeitados pela fortuna do mundo.
    Ao cabo de larga doença, que padeceu resignado, morreu como cristão, no dia 19 do corrente pela uma hora da noite. No dia 20 foi depositado com merecida pompa e cortejo de bons amigos , em o Cemitério dos Prazeres , no jazigo dos Sr*. Ferreira Pinto, em quanto não vai jazer para a fúnebre e ultima morada, que seus saudosos sobrinhos e herdeiros lhe mandaram erigir.
    Nesse tumulo, um só nome pôde resumir a história da vida honrada e ¡Ilustre pelo trabalho, que deve ser recordada por muitos, como lição, e por todos como bello c não vulgar exemplo.
    As saudades dos parentes e amigos, que soube estimar, e as lembranças dos pobres a quem socorreu, são o ultimo e triste adeus, que o mundo lhe envia , para a mansão eterna em que descansa em paz.
    S. J. RIBEIRO DE SÁ. (em Revista Universal Lisbonense de 25 de Julho de 1850)
  • Nota: Cavaleiro da Ordem de Nossa Senhora de Vila Viçosa
  • Nascimento: 10 Agosto 1774; Marinha Grande, Marinha Grande, Marinha Grande; Tenho duvidas no ano de nascimento bde 1744b que apresenta a Revista Universal Lisbonense, de 25 de Julho de 1850. No registo no seu Jazigo no cemitério dos Prazeres aparece a data que adoptamos
  • Nota: 1811; Fábrica da Rua das Gaivotas foi fundada em 1811 por Silvério Taibner, pertencia em 1870 a Tomaz José de Oliveira, que lhe deu grande impulso. Por processos modernos, manufacturava então: vidro liso, lapidado, gravado e moldado; garrafas de todos os géneros, menos pretas; vidros e frascos para drogarias. Tinha um forno circular de cinco potes e uma máquina a vapor de 4 cavalos.

    A fábrica encerrou definitivamente na década de 80 do século XX.
  • Falecimento: 19 Julho 1850; Lisboa, Lisboa
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José Maria Barbosa Tamagnini de Matos Encarnação Tamagnini

n: 25 Dezembro 1881
  • Casamento: Principal=Alice Ribeiro
  • Nascimento: 25 Dezembro 1881

Familia: Alice Ribeiro

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Maria Teresa Tamagnini1

n: 13 Março 1915

Citações

  1. Website Geneall (http://www.geneall.net).
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Dr. José Maria Tavares Alçada

n: 1831, f: 1 Março 1909
  • Nota: Advogado e proprietário em leiria. Um dos principais membros do partido progressista de Leiria
    Vereador da CML de 1863 a 1867 e de 1872 a 1873. Presidente da autarquia de 1868 a 1870 e de 1898 a 1901. Administrador do concelho em 1870 e depois em 1879
  • Casamento: Principal=Maria Rosa da Cunha Pimentel
  • Nascimento: 1831; Covilhã
  • Falecimento: 1 Março 1909; Leiria, Leiria

Familia: Maria Rosa da Cunha Pimentel n: 1832, f: 8 Abr 1900

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Matilde Tavares Alçada

  • Nota: 1892; Era irmã da Irmandade do glorioso S. Braz da cidade de Leiria constando da lista de 1892
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Carlos Eduardo Tavares de Andrade

Familia: Maria Luísa Theriaga Leitão n: 22 Jan 1887

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Maria Iva Theriaga Leitão Tavares de Andrade

n: 13 Maio 1908, f: 2 Janeiro 2014

Familia: Gen. Humberto da Silva Delgado n: 15 Mai 1906, f: 13 Fev 1965

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Bernardo Tavares

Familia: Rita da Conceição [...]

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Custódio Tavares

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Guilhermina Henriqueta Tavares

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Isidro Velez Tavares

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João Alberto Tavares

Familia: Maria Joaquina Romão

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Juliana Fortunata Romão Tavares1

n: 19 Novembro 1883, f: 13 Agosto 1917

Citações

  1. Emb. José António Moya Ribera Árvores de Costados, DisLivro, (2005).
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Manuel Pires Tavares

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Maria Catarina Fernandes Lourenço Tavares

n: 25 Maio 1976
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Maria da Conceição da Silva Fragoso de Sousa Tavares

f: Agosto 1927

Familia: Anselmo Maria Urbano Pessoa de Sá e Sampaio n: 14 Abr 1845, f: 1895

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Dr.ª Maria da Natividade da Cruz Tavares

n: 30 Agosto 1942
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Maria Lúcia Tavares

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