Francisco Caraciolo de Melo Virgolino

o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

Francisco Sousa Virgolino

f: 9 Dezembro 1885
  • Falecimento: 9 Dezembro 1885
o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

Gustavo de Melo Virgolino

o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

Joana de Sousa Virgolino

n: 14 Outubro 1871, f: 25 Maio 1872
  • Nascimento: 14 Outubro 1871
  • Falecimento: 25 Maio 1872
o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

Joana Sousa Virgolino

n: 14 Fevereiro 1873, f: 8 Março 1941

Familia: Francisco Afonso Taibner de Morais n: 6 Dez 1871, f: 29 Mai 1941

o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

Joao Augusto de Melo Virgolino

o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

Joaquim Anselmo da Silva Virgolino

o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

Joaquim de Melo Virgolino

o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

José Benedito Virgolino

n: 4 Março 1794, f: 5 Maio 1856
o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

José Benedito da Silva Virgolino

n: 19 Março 1821
  • Nascimento: 19 Março 1821
o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

José da Silva Virgolino

n: 1813, f: 1892
o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

José Joaquim Pedro Virgolino

Familia: Maria Filipa de Sousa

o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

Cor. José Simplício Virgolino

n: 1897
  • Nota: José Simplício Virgolino nasceu na Marinha Grande em 1897, filho de uma conhecida família ligada à indústria vidreira.
    Monárquico convicto, e fiel militante da extrema-direita portuguesa, tomou parte em diversas acções armadas na tentativa de restauração da monarquia como foi o movimento Sidonista de 1918. Defendeu e apoiou os mais radicais pensamentos como o Movimento Fascista Português, mesmo depois da tomada do poder pelo Estado Novo em 1926, sendo um dos fundadores da Liga Nacional 28 de Maio e do chamado Nacional-Socialismo na região de Leiria.
    Faleceu repentinamente no dia 15 de Dezembro de 1956 quando era nessa altura comandante do Regimento de Artilharia 4 em Leiria e comandante distrital da Legião Portuguesa e da Mocidade Portuguesa.
  • Nascimento: 1897; Marinha Grande
o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

José Simplício Sousa Virgolino

n: 25 Abril 1870, f: 18 Novembro 1929
  • Nota: José Simplício de Sousa Virgolino nasceu na Marinha Grande no dia 25 de Abril de 1870. Estudou silvicultura formando-se como Regente agrícola pelo que ingressou nos quadro dos Serviços Florestais da Marinha Grande em 21 de Fevereiro de 1889 com Regente Silvícola Provisório entre 21 de Fevereiro de 1889 e 29 de Dezembro de 1893, passando nesta data a Regente Agrícola de 2.ª classe.
    No desempenho das suas funções como Regente Agrícola José Simplício procedeu, entre 1910 e 1911, à triangulação do pinhal chamado do Concelho que fica situado na Mata do Pedrógão. Trata-se de um pinhal que pertenceu a um baldio da Câmara Municipal de Leiria do qual foram aforados 500 hectares em 8 de Janeiro de 1856 a favor de José Croft.
    Homem de uma vontade inquebrantável, José Simplício de Sousa Virgolino procurou sempre participar activamente em todas as acções importantes para a defesa dos interesses da Marinha Grande. De uma vontade determinada tomou parte em acções importantes como o longo e difícil processo de Restauração do Concelho, na condigna aplicação dos fundos doados em testamento por Pereira Crespo para a construção de uma creche ou ainda a forma quase aventureira e rápida como transformou os charcos de água e vazadouros do "Passal" num bonito Jardim Público.
    José Simplício Virgolino foi Presidente da Junta Paroquial Republicana da Marinha Grande de 2 de Janeiro de 1912 até 16 de Abril de 1913. No desempenho desta actividade conseguiu, entre outra coisas, desbloquear uma questão que já se arrastava desde 1908 e que o poder monárquico vigente até 1910 procurava embargar a todo o custo. A sua acção na criação de condições para a construção da Creche Pereira Crespo foi um extraordinário exemplo de grande tenacidade, vontade e dedicação á causa pública.
    Mas já em 1908 e depois do fracasso da Comissão Instaladora Concelhia, que não teve capacidade para organizar o Concelho da Marinha Grande instituído por Decreto-lei de 6 de Novembro de 1836, José de Simplício Virgolino faz parte de um grande movimento de marinhenses ilustres que formaram uma Comissão para apresentação de um novo pedido para restauração concelhia. Como sempre, as forças monárquicas mais radicais, não deram andamento ao pedido e só após a implantação da Republica se tomam novas medidas. Já naquele tempo o povo da Marinha Grande era tido como contestatário e por isso, as forças do poder monárquico não prestavam, com evidência, o apoio ás suas justas reivindicações.
    Logo após a queda da monarquia, a mesma Comissão de Restauração, acrescida de novos elementos, resolve organizar uma gigante excursão que servisse simultaneamente para manifestar publicamente o contentamento do povo da Marinha Grande pela implantação da Republica e ao mesmo tempo como confirmação do pedido já renovado de elevação da Marinha Grande a concelho. Esta manifestação levou a Lisboa mais de 700 marinhenses o que para a época era qualquer coisa de extraordinário se atendermos aos deficientes meios de transporte disponíveis e ás dificuldades financeiras que castigavam o povo. Este movimento popular organizado pela Comissão para a Restauração do Concelho da Marinha Grande, impressionou de tal forma as pessoas da capital, que o Jornal "O Século" de 5 Dezembro de 1910 publica um alargado relato do acontecimento na primeira e segunda páginas.
    A onda de marinhenses que viajou para Lisboa correspondia a mais de 10% da população da Freguesia o que era muito significativo e até impressionante dada a escassez de meios naquela época já referidos. Esse grupo era portador de vários estandartes das Associações de Classe da Marinha Grande que ajudaram a abrilhantar o acontecimento.
    Trabalhadores da maioria das fábricas da Marinha Grande, como da Nacional Fábrica de Vidros, Fábrica Nova, Fábrica de Vidros a "Central", Roldão & Barbosa, Carlos Salgueiro & Companhia, das fábricas de resinagem e de cerâmica, engrossaram a multidão que "assaltou" a capital. A Comissão organizadora, composta pelos Senhores Gervásio da Silva Neto, António Matias, José de Sousa, Ernesto Duarte, Joaquim Matias Sobrinho e José Lúcio Ferreira Gândara, era acompanhada por muitas personalidades da Freguesia como o incansável lutador pela instauração do Concelho o Senhor José Simplício Virgolino, o Poeta Ilídio Duarte de Carvalho, José da Silva Branco, o ilustre médico Doutor Manuel Francisco Alves, João Afonso de Barros, os industriais vidreiros Senhores Guilherme Pereira Roldão, César Custódio de Morais e Ricardo dos Santos Gallo, o Mestre da Loja Maçónica da Marinha Grande Senhor Thomás Pereira Roldão, Ferreira de Morais, Júlio Carlos Ethur dos Serviços Florestais, José de Sousa Neto, Leandro Correia, José Barbosa Júnior, José de Sousa, José Augusto Ferreira de Abreu, José Penedo Júnior, o Regente Florestal José Pires Albuquerque, Emílio de Carvalho e José Ferreira Gândara Júnior, numa representação de todas as forças vivas da Freguesia, que impressionou a cidade.
    Na deslocação até á Câmara Municipal de Lisboa as bandas de música da Nova Fábrica, dirigida pelo Senhor Bernardo Baptista e dos Bombeiros Voluntários da Marinha Grande, sob a direcção do Senhor António Moita entoavam, quer em conjunto ou isoladamente, os hinos da "Maria da Fonte" e a "Portuguesa" enquanto seguiam, avenida a baixo, até aos Paços do Concelho da capital, onde foram recebidos calorosamente pelo Presidente Senhor Anselmo Braamcamp Freire. Nessa altura já o grupo tinha aumentado pela participação de muitos marinhenses residentes em Lisboa, como foi o caso do professor e escritor Henrique de Carvalho, que acorreram á manifestação, invadidos por efusiva alegria que acompanhava os excursionistas. Foram, entretanto, recebidos solenemente na Câmara Municipal tendo proferido um discurso o Senhor José Pires Albuquerque a que respondeu o Senhor Presidenta da Câmara Municipal de Lisboa que, agradecendo a amabilidade dos marinhenses, elogiou a sua atitude patriótica. Entre aplausos e vivas á Republica o cortejo dirigiu-se para a Presidência do Concelho, onde foi recebida uma comissão das forças vivas da Marinha Grande pelo Senhor Doutor Teófilo Braga. Lidas mensagens de cortesia, mais uma vez se manifestou o incondicional apoio dos marinhenses á causa da Republica. O Presidente do Concelho proferiu elogiosas palavras aos excursionistas que foram sublinhadas por acalorados aplausos. Pela palavra do Senhor Ilídio de Carvalho, foi sublinhado e renovado o pedido de Restauração do Concelho da Marinha Grande, o que foi acompanhado de fartos aplausos e vivas á Republica.
    O cada vez maior grupo de cidadãos que já contava com muitos conterrâneos nossas que viviam regularmente em Lisboa como se refere, deslocou-se em seguida a vários ministérios tendo apresentando cumprimentos aos senhores Ministros do Interior, Justiça, Estrangeiros e Fomento e Finanças. Daí seguiram até ao Governo Civil e, ao cumprimentarem o Governador Senhor Eusébio Leão, entregaram o produto de um peditório realizado há alguns dias na Marinha Grande a favor das vítimas da recente Revolução de 5 de Outubro, no valor de 127$000 reis, cuja acção de caridade tinha sido organizada pela Junta Republicana da Paróquia. O Governador Civil, de uma das janelas do palácio, falou acaloradamente ao povo da Marinha Grande, apelando á vigilância pela continuidade do novo regime ao mesmo tempo que agradeceu a dádiva entregue. Ainda houve tempo para uma visita ao Jornal "O Século" a quem foram apresentar cumprimentos pela palavra do Senhor José Matias Sobrinho, sendo recebidos pelo grande amigo da Marinha Grande o jornalista António Maria de Freitas.
    A multidão foi sempre acompanhada pelo marinhense Henrique de Carvalho que vivia em Lisboa como professor e, de uma janela do Chiado, proferiu acalorado discurso de elogio ao povo da Marinha Grande. Esta personalidade, que mais á frente será também referida como homenagem, foi um notável precursor e defensor da Republica.
    Quando finalmente a 26 de Março de 1917, eram passados muitos anos de insistente batalha, o Concelho da Marinha Grande é restaurado, logo de imediato foi nomeada uma Comissão Instaladora chefiada por José dos Santos Barosa como Presidente, e José de Sousa Virgolino como vogal, entre outras individualidades. Foi a alegria na Marinha Grande, que se manifestou em ruidosa festança.
    Em 8 de Dezembro é eleita a primeira vereação presidida por José Simplício de Sousa Virgolino. Tinha nascido, finalmente, o Concelho da Marinha Grande.
    Leiria não aceitou de bom grado a Restauração do Concelho da Marinha Grande e um jornal da capital do distrito não cuidou das palavras e ofendeu a dignidade de José Simplício de Sousa Virgolino. A reacção popular não tardou em reagir de forma muito clara, com enormes manifestações de apoio ao ofendido, organizando-se inclusivamente abaixo assinados de desagravo.
    Um outro jornal da cidade, o "Jornal de Leiria" de 28 de Fevereiro de 1917, marcara já a sua posição perante tão grave problema assim:

    "… José Simplício Virgolino
    Este nosso querido amigo e dedicado correligionario, que na Marinha Grande gosa do maior prestigio, quer pelas suas qualidades pessoais e bondade de coração, quer pela sua situação social, acaba de merecer a honra de ser insultado num jornal desta cidade ("O Radical"), que tem a pecha de encontrar todos os defeitos nas pessoas que não comungam nas suas ideias, o que manifesta sempre em frases que só teem cabimento nas vielas de Alfama.
    O resultado é para si sempre contraproducente, pois, como doutras vezes tem sucedido, a sua atitude para com um homem de bem, provocou os mais justificados protestos dos marinhenses, sem distinção de partidos.
    Desses protestos temos alguns em nosso poder, mas tendo-nos chegado tarde só podemos inserir dois, deixando para o proximo numero os outros.
    Cumprimentando aquele nosso correligionario, daqui lhe manifestamos a nossa inteira solidariedade".

    Seguem os protestos:

    "…A Junta da Paroquia da Marinha Grande, reunida em sessão extraordinaria, protesta indignada contra a infame calunia publicada no jornal "O Radical" de 18 do corrente, insultando indecorosamente o caracter digno e honrado do prestimoso cidadão e nosso correligionario José Simplício Virgolino, a quem prestamos a devida homenagem.
    Marinha Grande, 25 de Janeiro de 1917
    O Presidente,
    Afonso Guerra Pedrosa".

    Ainda outra manifestação:

    "O Centro Democrático Marinhense, representando o sentir da maioria da população da Marinha Grande, vem num levantado gesto de indignação, protestar energicamente contra o insulto insidioso com que o jornal "O Radical" tentou enxovalhar indecorosamente um digno e prestimoso correligionario, ultrajando infamemente o seu caracter respeitador de republicano convicto da velha guarda."

    Seguiram-se outras manifestações de protesto, também publicadas em diversos jornais de que se destacou um abaixo-assinado que recolheu o apoio da esmagadora maioria dos vidreiros da Marinha Grande.
    O Jardim Público da Marinha Grande é outra obra que simboliza o espírito batalhador deste homem que nunca se negou perante as dificuldades. Também aqui fez questão em marcar a sua passagem por uma vontade indómita em resolver as mais difíceis questões.
    O Passal, local onde está instalado o Jardim, era propriedade da Igreja.
    Área abandonada, servia de local de despejo de restos de vidro provenientes das fábricas de então. O seu terreno, muito irregular, poderá ter sido o depósito das pedras tumulares arrancadas do antigo cemitério da Marinha Grande, que se localizava em redor da Igreja. Um bom local se investigar a história daquele cemitério.
    Após a Implantação da Republica estes bens passaram para a tutela de uma "Comissão Judicial dos Bens da Igreja" (Direcção Geral dos Eclesiásticos). José Simplício Virgolino, em nome da Junta Paroquial da Republica, pede que lhe lhes seja concedido aquele terreno, que estava degradado, repleto de charcos de água e que só servia de vazadouro de lixos das fábricas, para nele instalar um jardim de utilidade pública. A resposta não se fez tardar e é publicado no Diário do Governo o regime de arrendamento daquele local. José Virgolino sabia que a Junta não tinha dinheiro para esses luxos de pagar rendas e a sua decisão foi por mãos á obra e mandar preparar o terreno, dando início ao plantio do arvoredo. Pouco tempo depois, a 12 de Março de 1913, por sinal dia da festa da árvore, já as primeira árvores e arbustos estavam plantadas, os canteiros traçados e com flores, sendo inaugurado o Jardim do Passal que ainda hoje cativa a simpatia de quantos por ali passam umas horas de reparador descanso.
    José Simplício de Sousa Virgolino faleceu, repentinamente, no dia 18 de Novembro de 1929, sendo o seu funeral uma comovente manifestação de pesar.
    Era filho de Francisco Carciolo da Silva, funcionário da Administração Florestal e de Júlia Augusta de Barros e Sousa.
    Os avós paternos que lhe deram a constituição do seu nome, foram José Benedito Virgolino e Maria Simplício da Silva.
    Casou no dia 30 de Dezembro de 1918 com Maria das Dores de Barros, com 29 anos de idade, natural de Lisboa e filha de José Maria de Barros.
    Gabriel Roldão em "A Luz dos Tempos"
  • Nascimento: 25 Abril 1870; Marinha Grande
  • Casamento: 30 Dezembro 1918; Casado(a) com=Maria das Dores de Barros
  • Falecimento: 18 Novembro 1929
o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

João Augusto Sousa Virgolino

n: 16 Julho 1876, f: 25 Outubro 1923
o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

João de Sousa Virgolino

o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

Júlia Augusta de Sousa Virgolino

o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

Luis da Silva Virgolino

n: 6 Abril 1823, f: 11 Outubro 1891
  • Nascimento: 6 Abril 1823
  • Falecimento: 11 Outubro 1891
o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

Luís Benedito Sousa Virgolino

n: 9 Setembro 1874, f: 7 Setembro 1943
  • Nascimento: 9 Setembro 1874
  • Falecimento: 7 Setembro 1943
o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"

Luís José Pedro Virgolino

  • Nota: Descendente em varonia de pedro António Virgolino, n. em Lisboa (Encarnação) a 5.7.1692, 1º guarda-joias do Paçp (alvará de 14.1.1751), fidalgo da casa Real, cavaleiro professo da Oredem de cristo (carta de 30.1.1730), familiar do Santo Oficio(ANTT, HSO, Let P, Mc 21, dil. 423), acionista fundador da Companhia do Grao pará, o qual era filho de outro Pedro António Virgolino, n. em Roma (St Maria de Transteverre) e que passou a Portugal cerca de 1680, casado com Domingas da Assunção, n. Sintra (Luis Teixeira Diniz, "Ascendencia de Vasco Correa Mendes", p. 85)
  • Casamento: Casado(a) com=Clara Cândida da Silva
o responsável por este sítio agradece quaisquer outras indicações sobre este indivíduo que podem ser enviadas para o nome referido no "pé de página"