Joana Maria Monteiro

n: 30 Maio 1823
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Joaquim Monteiro

n: 15 Fevereiro 1944
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Dr. Joaquim Calejo Monteiro

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Joaquim Pinto Monteiro

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Joaquina Monteiro

n: 10 Abril 1764
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Joaquina Maria Monteiro

n: 12 Setembro 1816

Familia: Joaquim Pereira da Costa n: 16 Fev 1816

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Josefa Monteiro

n: 4 Maio 1727
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Josefina Monteiro

n: 1862, f: 1937
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José Monteiro

n: 9 Novembro 1792, f: 21 Novembro 1841

Familia: Ana Maria [...] n: 10 Fev 1790, f: 18 Dez 1841

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José Monteiro

n: 10 Abril 1834
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José Monteiro

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José Monteiro

n: 5 Maio 1856
  • Nascimento: 5 Maio 1856; Dagorda, Óbidos; (ADLeiria, Baptismos 1852-57, Santa Maria, Óbidos, fls 79v, IV-37-E7)
  • Baptism: 22 Maio 1856; Santa Maria, Óbidos; (ADLeiria, Baptismos 1852-57, Santa Maria, Óbidos, fls 79v, IV-37-E7)
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José Monteiro

n: 5 Março 1702
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José Monteiro

n: 2 Abril 1720

Familia: Maria da Encarnação [...]

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José Monteiro

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José de Sousa Monteiro

n: 22 Junho 1850, f: 18 Julho 1913

Familia: Maria da Conceição Coelho f: 19 Jan 1919

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José Ferreira Monteiro1

n: 1825, f: 1885

Citações

  1. Website Colégio Brasileiro de Genealogia - Artigos genealógicos: título Niemeyer (arquivo de Paulo Carneiro da Cunha) (http://www.cbg.org.br/arquivos_genealogicos_n_01.html).
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José Henriques Monteiro

Familia: Maria Beatriz Raínho

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João Monteiro

n: 24 Abril 1825, f: cerca de 1892

Familia: Maria da Glória [...]

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João Fernandes Monteiro

n: 20 Junho 1655, f: 5 Fevereiro 1698
  • Nota: Ordena-se clérico por lhe ter sido deixada uma capela por seu tio, com missa quotidiana
  • Nascimento: 1655; N S de Alcaçova, Elvas, Elvas
  • Baptism: 20 Junho 1655; N S de Alcaçova, Elvas, Elvas; Foram padrinhos Jorge da Franca e Maria Mexia
  • Morada: 1664; Cadima, Cadima, Cantanhede; Residia em Cadima desde esta data, em casa do Capitão Jerónimo de Azevedo
  • Nota: 1673/74; O.M.
  • Nota: entre 1676 e 1678; O. S. Epístola
  • Nota: entre 1676 e 1678; P.
  • Nota: 21 Outubro 1676; Matriculado em Cânones (Arquivo da Universidade de Coimbra, Matrículas, nº 17, 1674-1678 - parao ano de 1676/77) e filho de André Fernandes
  • Nota: 29 Janeiro 1679; Cadima, Cadima, Cantanhede; Maria, filha de Jorge Francisco da Carapinheira (freguesia de Montemor-o-Novo) e de sua mulher Maria João, solteira, teve uma filha baptizada a 29 de Janeiro de 1679 em Cadima, que deu como pai João Francisco Monteiro, clerigo "in minoribus" e morador na casa do Cap. Jerónimo de Azevedo

    Nota: Qualquer homem para ser clérigo "in minoribus" tem de ter ao menos a "Prima Tonsura": é ela que introduz na clericatura. A seguir já poderá ser ordenado hostiário, depois leitor, de seguida exorcista e, por fim, acólito. São estas as ordens menores e todas têm de ser conferidas por um bispo e com elas se gozava do estatuto de Clérigo até à reforma do Código de Direito Canónico do Papa João Paulo II.
    O subdiaconado, o diaconado, o presbiterado e o episcopado inserem-se nas ordens maiores.
    O direito actual só consagra o diaconado o presbiterado e o espiscopado como ordens maiores, e, portanto, só se é clérigo, actualmente, depois da ordenação diaconal.

    Os clérigos seculares, depois, portanto da prima tonsura, ficam obrigados à santidade de vida, ao exercício da piedade (oração), obediência ao bispo, ao estudo das disciplinas sagradas, a usar o hábito eclesiástico (batina), a mandar abrir a tonsura na cabeça (sinal da sua escravidão a Deus). Ficam proibidos de coabitar com mulheres que não sejam suas parentes muito próximas (mãe, avós, irmãs, tias), proibidos ainda de tomar ofícios públicos civís, sem a autorização ou do bispo ou da Santa Sé Apostólica; proibidos de praticar artes indecorosas, de praticar a medicina e a cirurgia sem autorização, proibidos de negócios pecuniários e dos jogos de azar, proibidos de entrar e frequentar locais escandalosos. Não estam proibidos de possuir bens próprios (propriedade).
    a primeira tonsura, suposto que não seja ordem, requeria a habilitação "de genere". Por ela se averiguava se o tonsurado era filho legítimo ou ilegítimo; se os seus ascendentes viviam nos princípios da religião católica; se não eram criminosos de lesa magestade, divina ou humana; e se tinham incorrido em alguma infâmia pública ou pena vil. O mais frequente era a primeira tonsura ser simultânea com as Ordens Menores. Para estas era também necessária a habilitação "de vita et moribus" (vida e costumes), i.e a verficação de que não havia irregularidades na sua conduta.

    Gozam de privilégios:
    De protecção contra as injúrias;

    Privilégio de Foro, que lhes dá direito a serem julgados apenas em tribunal eclesiástico;

    Privilégio de Imunidade no que toca ao serviço militar e a qualquer serviço civil.

    Com os clérigos regulares, as coisas são conforme à regra adoptada pela Ordem a que pertencem, embora gozem dos mesmos privilégios, obrigações e proibições, mas, com certeza, terão outras que a regra lhes recomenda.
  • Falecimento: 5 Fevereiro 1698; Cadima, Cadima, Cantanhede; (AUC, Cantanhede, Cadima, Óbitos, Liv 1609-1766, )
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